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domingo, 22 de abril de 2018

Enjoy It.


Anoitece,
Amanhece.
Estranho 
este tempo.

Cada dia 
menos tempo.
Se nada vai acontecer,
continuo,
neste dia de chuva.











Fico 
submerso, 
mas como
Vítima do tempo,
escrevo,
são apenas 
alguns minutos,
para postar 
que decidi,
de 
alguém 
alguém no tempo. 

Se nos tudo vai,
eis o tempo,
neste momento.
É tudo como,
via a vida
verei a vida,
 
vi a vida.
Espero,
mas sempre
 
preparo
 
sempre
 
meu por vir,
ou o
 
futuro .
Num lento caminhar.
sabemos que tudo é só
 
presente
 
e passado.
Inconscientemente,
 
fazemos o instantâneo
e o passado inexorável.
Desperto,
cada manhã,
no tempo
 
imperfeito.
Não vou falar 

em demasiada,
não vale a pena,
cada tempo
que passa,
tem espaços,
dentro de si,
um cercado
 
um preso,
 
procurando
libertação
onde,
nem sempre
 
a gente consegue
 
mas entramos noutros,
livres
 
outras vezes soltos,
ou demais afastados.
Que tal aproximarmos.
da ideia brilhante,
do momento incomum,
estúpido
que guardamos,
enfim espaços 

e momentos 
que tem,
nossa
essência,
nosso instinto,
 
nosso ser.
A única maneira,
de nos acercar 

de tudo,
é pensar,
 
nas sensações,
nas músicas,
nos encontros,
nas coisas,
no dia bom
 
no dia difícil,
 
no tempo que passa.
Não sei quanto tempo tenho.
mas devo tirar partido
 
do efêmero presente.
 
aproveito cada momento,
 
descobrindo
 
a dimensão desconhecida
 
do aqui e o agora,
Celebre,
na coleção de vivências,
 
memórias,
 
emoções,
 
imagens e pensamentos.
Do tempo que se vai,
que chamaremos,
passado. 
Passado, 
Presente, 
Futuro
que temos
do tempo 
da dimensão distorcida.




Esquecemos 
do acesso pequeno,
do muito, 

que se foi,
de nossa história 

do muito excluído.
Preocupa o presente,
 
incrivelmente 

constantemente,
o futuro.

Escrevo passagens 
do que sinto.
Não sei quanto tempo,
foi o bastante para postar.
Cada momento muda,
mudou
mudei.
Continuamente 
estranho tempo,
e longo sonho


Ser,
Serei..
É tanto ser,
É tanto serei..
Assisto à passagem,
do suficiente tempo
num dia de chuva..
Vendo a chuva cair sou
mais capaz de
sentir,
onde estou
Cada minuto 

cada segundo,
Como páginas, 

de mim.
Segue o tempo
do que sinto..
Do sentir..

vai o tempo.
Confesso,
que vivo 
assim...
No lento
tempo,
não aproveitemos 
todo 
tempo.

A Amante de Freud.

Todos somos, 
sensíveis..
e em
momentos,
de certo modo, 
insensíveis.
Freud não era exceção.
A sensibilidade 
é clara em suas obras..
Entretanto,
muitas de suas atitudes
assombraram...
O sensível e
o insensível,
conviviam na 
mente do
pai da psicanálise.
Romance retrata a 
cunhada 
que teria 
sido a amante de 
Sigmund Freud.
Refere-se 
a irmã de Marta,
Minna, 
morta em campo 
de concentração.
Minna Bernays 
(1865-1941),   
era a cunhada, 
seu vínculo 
com Freud tem
informações 
restritas e
poucas fotos, 
cartas 
e relatos 
de Martin,
filho do psicanalista, 
na biografia,
"Freud: 
Man and the Father".
Minna, era uma
mulher bonita e culta, 
e que Freud definia,
sua "maior confidente". 
Jovem, foi morar 
com a irmã Martha
e o cunhado e seus 
seis filhos. 
Viveu por 40 anos em Viena, 
com a família.
Os rumores de 
que Minna tinha 
em Freud, 
um amante..
vem 1957, 
de Carl Jung (1875-1961) 
que 
revelou que, 
50 anos antes, 
Minna lhe falara 
da culpa que sentia,
em ser amante 
do marido 
da irmã.
Depois...
em 2006,
um registro de hotel 
na Suíça,
os cunhados 
aparecem 
como hospedes,
"Freud e mulher".
O romance 
"A Amante de Freud", 
de Karen Mack 
e Jennifer Kaufman, 
pega nesta história 
de amor
e da sofrida Minna. 
As autoras,
andam no caminho da ideia,
e como influenciou a obra de Freud.
"Saber que Freud
era amante da cunhada,
muda o modo como 
vemos o que escreveu,
incluindo sobre 
a culpa 
como o preço que 
pagamos pela 
civilização" 
diz a autora..
Há outros estudos 
sobre Freud, que relatam
que seu caso com Minna 
não seria tão relevante assim.
"Há quem diga que Freud 
cometia incesto similar 
ao de sua teoria 
do complexo de Édipo, 
mas é diferente 
ter relação com 
os pais 
e a cunhada. 
Dizer que isso 
revoluciona a psicanálise é exagero. 
No máximo, Freud 
não é a "figura imaculada 
que imagina ou se pensava."
"A Amante de Freud" 
teve recepção 
morna da crítica 
internacional, 
diferentemente de 
"A Irmã de Freud",
o romance de 
Goce Smilevski, de 2010,
em que  Freud diz de alguém,
como "a mais doce" 
de suas cinco irmãs.
"Enquanto as outras irmãs 
formaram e tiveram 
suas famílias, ela Minna,
ficou sozinha. 
O silêncio sobre ela era tão grande que o romance não poderia existir em outra voz", 
diz a autora de... 
A Amante de Freud.
Poucas pistas vieram 
da biografia de Freud 
assinada por Martin. 
No texto, o filho do psicanalista mostra que a tia 
era rejeitada pela família. 
Mas sabe-se que  no livro 
A Irmã de Freud",
Smilevskia coloca relembrando 
a relação com o irmão 
e questionando suas teorias.
Mas o que chamou 
a atenção foi o ponto 
de partida do livro: 
o momento, em 1938, 
em que Freud foge da Viena ocupada por nazistas, 
levando até o cachorro, 
mas deixando para trás as irmãs,
quatro das cinco morreriam 
em campos de concentração.
"As razões pelas quais ele as excluiu 
da lista de nomes que poderia ajudar a sair 
de Viena são ninguém 
sabe, é um mistério. 
Deixei em aberto",  
diz Smilevski, em
A Irmã de Freud",.
Psicanalistas rejeitam 
a ideia de abandono....
"Ele não tinha poder para levar todas irmãs,
embora tenha 
tentado depois".
O pai da psicanálise 
morreu um ano depois,
dias após o início 
da Segunda Guerra,
sem saber o destino delas.
Quando "A Irmã de Freud" 
saiu na França, 
a psicanalista 
Élisabeth Roudinesco
criticou-o 
por retratar 
um Freud "repulsivo". 
Smilevski diz que 
"todos somos, 
de certo modo, insensíveis". 
Freud não é exceção". 
"A insensibilidade 
é clara em alguns
de seus estudos, 
como o caso Dora."
O caso é considerado 
um fracasso de Freud,
que insistiu em ver 
desejos ocultos na 
rejeição 
da jovem ao assédio 
de um homem mais velho.
A insensibilidade rende as melhores piadas 
com em 
"As Traumáticas Aventuras 
do Filho de Freud", 
que escolheu 
o primogênito Martin como protagonista.
O Freud das tiras 
vê intenções fálicas
nas brincadeiras do filho
"Não tem graça andar por aí 
atirando pênis nas pessoas",
dizia ao menino, 
que brinca de arco
e flecha e dá 
broncas severas 
além da conta,
"Estou pensando seriamente 
em castrá-lo, garoto".
Mas do Filho do Freud..
Martin acho, 
o que muita gente acha...
"Devia ser um saco 
ser filho de Freud". 
que quis fazer humor 
com a teoria, mais 
que com as pessoas.
Retratado sempre de perfil,
com uma expressão 
de mau humor e dando baforadas no charuto, 
nas aventuras 
de Freud
acaba se saindo 
simpático, 
pelas mesmas razões
que soa antipático nos romances.
Talvez ele mesmo Freud, 
só ele  soubesse explicar isso....
mas vida acaba,
como acabou com
Minna Bernays,
..
Nem tudo 
vira poeira...
ou quase  
tudo vira pó...


Colors.

 
Uma bela casa, 
um quarto,
cores...
infinitas cores,
podem estimular 
os centros
do prazer em 
nosso cérebro.
Também somos 
atraídos 
por certas cores
e formas, 
embora durante
muito tempo 
não tivéssemos
certeza do porquê.
Isso está evidente 
e começando 
a mudar,
as pessoas.
Se descobriu, 
que a cor verde
pode 
nos motivar 
e nos tornar
mais criativos.
Nós associamos 
cores esverdeadas
com a vegetação 
alimentícia
são tons 
que prometem 
nutrição
Janelas dão vista
para paisagens 
que
facilitam
a recuperação 
de pacientes 
em hospitais,
o aprendizado 
nas salas de aula
e a produtividade 
dos trabalhadores
em escritórios.
Nossos olhos 
podem percorrer
uma imagem
mais depressa 
quando suas
proporções seguem 
a razão áurea.
Também há evidências 
crescentes
de que um desenho 
inteligente
pode reduzir 
o comportamento
 aberrante.
As cores 
e as formas
estão
sempre 
influenciando
a vida.
 

1970, Videira

1970.
A
Perdigão 
já 
fora 
campeão 
Catarinense
em 66.
A
Perdigão

era uma 
grande 
empresa.
Videira 
já era 
conhecida 
nacionalmente,
e também
como a cidade 
da Perdigão.
Em 1970

Prefeitura 
era em frente
a praça,
o prefeito
era
Waldemar
Kleinubing, 
e quem
assumiu 
em Fevereiro,
foi 
Paulo Penso.
Videira era nome 
da melhor
farmácia,
Carboni era 
só uma
oficina 

uma 
modesta
Ferraria.
O CIC 
continuava
como
referência 
em ensino
aqui e 
as meninas 
lá, 
já não 
usavam 
saias de 
uniformes,
tão longas
...
O
toca-discos,
que
tocava 
em 1970
naquela 
vida
incrível
silenciou.
Nossas tardes
de domingo 
já não são 
tão
intensas.
Fazem 
quase 
50 anos, 
Videira
era
uma 
calma,
mas
um 
clima, 
intenso, 

fruto
do 
movimento 
hippie, 
da 
contracultura, 
que teve 
ecos aqui,
mas
que
deslanchou

nos 
anos 60
nos 
EUA.
Um point 
obrigatório 
da cidade,
era o 
cinema. 
Domingo 
á noite 
quem 
não ia
no cine 
Guarani,
ali era
onde 
tudo acontecia
pra fechar 
o fim de semana.
Nós
de 
Iomerê
vinhamos  
até Videira, 
de Kombi, 
para
ver filmes
no domingo,
cine guarani.
...
Adorava 
o Garoto,
me 
via como que
representado em
Chaplin em 
"O garoto",
Carlitos
o
menino,
se 
descobrem 
no filme.
Em 1970
aos 14
tinha 
acabado 
de sair 
da infância
humilde 
em Iomerê.
Rebellato
era nome 
de
açougue 
em Videira,
meu Pai 
tinha 
um modesto 
na 
Rua
Pedro
Andreazza,
onde é a CEF, 
hoje.
Mas
vi,
muitos 
filmes
em Videira,
Mazzaropi

Grande 
Ditador,
Luzes da Ribalta
etc, 
no cine 
Guarani 
de Videira.
...
Na
Cidade. 
Domingo 
a vida era
no 
cine 
Guarani.
Ali
era 
sempre
uma 
festa...
Imagens 
que 
me 
vem 
à mente...
Resta-me
escrever
antes 
de 
esquecer..
é habito,
ao 
acordar 
repetindo

sonho 
vivido
escrever.
Assim,
Sonhos.
Assim,
sonhos
jamais 
morrem,
quando 
escritos.
Lembranças 
dos anos 70, 
talvez
nunca 
acabam.
Andei
relembrando
coisas 
que sonhei, 
para 
não deixá-las 
fugir.
Eram 
comum 
ouvir
frases 
de músicas,
anos 60 e 70.
O tempo 
diminui,
a vida passa,
O tempo 
passa,
Aumenta 
a saudade,
Ando devagar 
mas ando...
Tão longe 
de mim..
Até  no infinito 
vou te buscar.
Eu te darei 
o céu meu bem..

o meu amor 
também.
Quando 
estou assim, 
às vezes 
me vem na 
cabeça,
na mente
melodias 
que de alguma
ouvi numa
música já em 1970.
Muitas canções
ouvi, 
a primeira vez, 
na rádio Videira,
Roberto Carlos, 
cantando..
Eu Vou, 
Voando 
pela vida... 
Já no clube 
de Iomerê,
dos irmãos 
Gubiani
ouvia
os
Solos 
Sensacionais
dos 
irmãos
Vanz.,
dos Flingstones.
..
Sem 
perceber, 
começo 
cantarolar 
um 
verso 
que sempre 
traduz o que 
estou 
sentindo,
Mas mudaria
agora o trecho
do Roberto,
Eu Vou, 
Voando 
pela vida...
sem 
poder voltar...
Tudo é apenas 
lembrança,
Mas
a vida 
passou 
e  
foi bom
e

uma imensa 
saudade
dos 
anos 70,
os 
Flingstones.
Agora são 
apenas 
lembranças,
nas paisagens 
e
luzes 
que restam
de Videira
do anos 
do fim dos anos
60 
começo dos 
anos 70.