segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

"Suco de Maracujá",

o novo samba de João Donato e Martinho da Vila, ainda inédito em disco:
"Pra me casar com você/ Eu vou ter que me cuidar/ Contratar um personal/ Trainer pra me acelerar.// Também vou ter de fazer/ Uma dieta alimentar/ Catuaba no almoço/ E ostras antes do jantar.// Quando a gente for deitar/ Um bom pó de guaraná/ Se a quentura tiver morna/ Como um ovo de codorna.// E se a noite for infinda/ Aí só pau-de-cabinda/ Se ela quiser bis no fim/ Pimenta no amendoim.// E depois, pra me acalmar/ Suco de maracujá".

"Não me importo" com a perda material

"O ASSALTO" é uma coisa marcante na minha vida
"Achei que fosse mais forte....sucumbi diante do perigo.. pretensão, né?",
Não tive crise nervosa..mas que fiquei sem fala durante uns 10 minitos..acho que foi indignação....
"Quando não tinha mais ninguém para assaltar, foi lá em casa." acho isso....
"A gente não se afasta dos lugares...comuns por  receio disto...por isso que fui assaltdo no jardim e meio as flôres...
Todos nos esquecemos de certos detalhes... não chamam mais...atenção"
Isso é "Um Relato Íntimo de minha experiencia", testemunho não ficcional da realidade..a cena e queando o cara se afastou do local após sua apresentação..e ter feito oque fez.
"Tive uma alta de pressão por conta de uma perda violenta..Me deu um branco.
Ai, que vergonha!",  sabe que eu tive momentos com com lágrimas nos olhos. "Achei que fosse mais forte. Pretensão, né?"
O emocional nos toca neste imbróglio..envolvendo a mim nesta história.
A Justiça do  Estado, a Polícia Estadual verão que foi que fez a apropriação indébita...de forma brutal
"Não me importo nem um pouco...com valores..
Tenho a consciência limpa. Sei onde ponho meu nariz, de onde pego minhas coisas"..
Eu seria incapaz de mexer no que não é meu." e acho que o dinheiro levantado com a venda é pouco..minha camera vale mais dinheiro do que ele precisaria vender iamgino que foi po 500,00
Melancolia
Prefiro agora as digressões da vida, que ocontece e meus sonhos em que tenho tudo para fazê-los realidade 
"Que estranho. Parece que sempre tem alguém me olhando",  num dos momentos que sai de casa hoje. "Deve ter alguém olhando por mim, né, porque é tudo tão perigoso..."..mas tenho certeza que quando voltar

 "terá sido mais um dia feliz", já não ninguém que saberá mais de quem falo...ou de que falo..tudo eh relegado ao esquecimento no passar das horas..é o mundo de hoje.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

assalto


assalto, upload feito originalmente por ...REBEL...
FUI assaltado no jardim de rosa na minha casa  E QUE que minha camera foi roubada em assalto armado / Eu quero a minha Canon Rebel XTI /
Aqui no Brasil é a violencia, em casa, no jardim na rua, sempre tive cuidado com estranhos.
PARECE COISA DE CINEMA..OU DE TV

Carlos Drummond de Andrade um poeta arredio

-------------------------------------------------------------------------------
POETA CARLOS Drummond de Andrade, desculpe-me se venho lhe perturbar o sossego, dizendo-lhe coisas que, para você, a esta altura, não têm qualquer importância. Estarei sendo mesmo impertinente, ao manifestar-lhe, deste modo, minha solidariedade em face do vandalismo com que têm agredido sua estátua, ali, no calçadão da avenida Atlântica. Saquear a estátua de um poeta é coisa de gente demasiado ignorante.
Falo de impertinência minha porque, pelo que sei de você, estou certo de que não aprovaria essa ideia de materializá-lo em bronze como se estivesse sentado num dos bancos da praia a observar os banhistas e as banhistas sob o sol escaldante. Não que fosse indiferente à beleza das moças exibindo-se nos maiôs sumários que usam. Mas uma coisa é um poeta de carne e osso e outra, muito diferente, um poeta de bronze.
Tenho certeza de que jamais imaginou, ao passear por esse mesmo calçadão, que um dia estaria ali, metalicamente moldado, exposto ao sol e à chuva, à contemplação dos turistas como à solidão das noites intermináveis, quando o bairro inteiro dorme e mal se ouve, distante, o quebrar das ondas na areia.
Já que você, agora, é de bronze, e não me ouve, aproveito para dizer-lhe o que não disse nas raríssimas vezes em que nos encontramos e nas poucas, também, em que falamos, porque a verdade é que, se não sou tão arredio quanto você, sempre me foi difícil procurar as pessoas, muito mais ainda, poetas célebres, como é o seu caso. Já bastava ser célebre para me assustar; pior ainda se, além de célebre, era esquivo como você.
Vi-o, pela primeira vez, ao sair do elevador do "Correio da Manhã", na avenida Gomes Freire, aonde fui com Oliveira Bastos e Décio Victório, certa tarde, em que decidimos escandalizar as pessoas. Meus dois companheiros tinham as respectivas gravatas presas à cintura, enquanto eu trajava calças, paletó e gravata mas, em lugar de sapatos, calçava tamancos. Você não deve ter se dado conta da provocação, pois mal nos olhou, ao sair do elevador. Subimos até o andar da Redação e, numa saleta, nos deparamos com Otto Maria Carpeaux que, míope como era, escrevia à mão com a cara grudada no tampo da escrivaninha. Entramos os três e nos pusemos, ali, imitando-o, também com a cara colada na mesa. Ele se assustou e nos lançou um olhar indignado que nos fez deixar a saleta às gargalhadas.
Isso foi em 1955, quando alguns poucos que me conheciam tinham-me por maldito. Eu vagabundava, naquela época, pelas ruas do centro da cidade e às vezes me sentava à porta de um restaurante, ali na esquina de Graça Aranha com Araújo Porto Alegre; para contemplar o edifício do hoje Palácio Gustavo Capanema, que parecia flutuar, onde você trabalhava. E o vi, certa vez, deixar o trabalho, de mãos dadas com uma mocinha, que, soube depois, era sua namorada. A sua cara, porém, nada dizia.
Muitos anos se passaram até que você chegasse aos 70 anos e me convidassem para participar de um programa de televisão em sua homenagem. Escolhi, para dizer, aquele seu poema "Memória", por ser curto e por ser belo:
"As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão."
Fiquei todo bobo quando, dias depois, recebi um bilhete seu, agradecendo minha participação na homenagem e elogiando o modo como havia dito o poema. Tenho esse bilhete comigo, até hoje, guardado em alguma gaveta.
A última vez que o vi foi no velório de Vinicius de Moraes, no cemitério São João Batista. A morte, neste caso, serviu para nos aproximar: fui falar com você e, para minha surpresa, em vez do homem tímido e reservado, deparei-me com um sujeito irritado, reclamando da doença que lhe tinha aberto uma ferida no rosto, como me mostrou. Havia, de fato, uma cicatriz que lhe marcava a face direita.
Depois disso, só voltaria a vê-lo naquele mesmo cemitério, desta vez em seu próprio velório. Eu tinha, naquele dia, um compromisso de trabalho em Brasília mas, a caminho do aeroporto, fui, por assim dizer, despedir-me de você. E, desta vez, quem estava revoltado era eu, revoltado com sua morte, com esse fato inevitável e inaceitável, que é a morte das pessoas que amamos ou admiramos. As declarações, que dei aos jornalistas, naquela ocasião, estavam mais perto do insulto que de outra coisa. A quem eu insultava, na verdade, não sei.
Carta tardia que recebeu foi o autor deste artigo Ferreira Gullar. 

Flor no asfalto

Sentimos piores, porque não somos estanques na memória, quando menino nunca sequer ousei pegar algo de alguém 
O menino cresce  mas continua o sempre fui sem nunca ter sido realmente desonesto..continuo neste aspecto um menino.
Acho que o mundo era outro. Ao cair da tarde, reunia-se na sacada e via o pessoals passar dava boas tarde  até que acendia-se a primeira lâmpada da casa.
Minha mãe era a primeira a saudar a luz que iluminaria o nosso jantar:
"Boa noite!"
E todos se cumprimentavam,
como se estivessem chegando de uma jornada que ficara para trás.
Era hora, também, de os vizinhos se saudarem...na rua..na praça de iomerê onde passeavamos toda  noite...se nenhum medo...nunca aconteceu nada.
 Era asssim sempre boas noites no interior, em Iomerê era assim 
se cruzavam de varanda a varanda, tinhamos vizinhos os Hentz e a dona Promina e seu  e seo Mughol na frente, ir até lá passando pelas cercas ou pela rua
varanda havia que toda casa tinha uma.
E nosso vizinho aparecia com um chimarão de chinelos.
Ia em casa tinha varanda era uma casa  feita por um senhor que se mudou para Videira, mas tinahmos outro Vizinho  chamada Colombo e que vinha em casa levando o seu boa-noite.
Chamava-se Zezinho.. não sei de quê.
Meu pai dizia que era por ser baixinho e gordinho, mas era todos boa alma
antigamente havia essa expressão: boa alma.
Pois, com sua boa alma, seu pijama e chinelos,
Todo mundo dava boa-noite a todos e, por mais que pareça improvável, isso fazia nossa noite realmente boa.
Depois, outras luzes eram acesas, o cheiro das  noites ficava suspenso no ar até que chegava o cheiro do jantar
que estava indo para a mesa.
A  mãe, de avental branco e limpinho, começava a curvar sobre o peito,
ela jamais dormiria sem antes ver acesa a primeira luz da casa, sem antes celebrar a cerimônia da paz com a senha de seu boa-noite.
Após preparava-se para dormir, vestia-se o pijama,
meu chinelo e como boa alma...pedia a bençã ao meu pai e minha mãe.
Assim era cair de noite..lentamente lá fora, com cheiros bons de uma vida que corria sem pressa.
O rádio que era que trazia um pouco da perfídia do mundo para a nossa paz:
 "Deixou-me imagianr oque era  asfalto, menor abandonado, elevador, New York, Londres..e Beatles, do desejo... que se tornaram realidade nos 50 anos depois".
                                                       Boa alma era e continuo sendo
mas hoje hoje
a liberdade é isso ai deixa todo
mundo raivoso e quando solto..uau

FLOR NA FORMA DE.....

Temos uma vida que nos é dada, 
POR DEUS,
DEPIS DO ASSALTO QUE FUI VÍTIMA,
menos pelo lado material e  mais no apecto humano 

O que cresceu e vive  dentro de mim algo
a buscar respostas...sobre a natureza humana,
resposta, há tantos e tantos
ordinarios, mesquinhos e indecentes soltos por ai,
quem me assaltou nunca vai ler isso, mas meu desabafo, 
E eu sempre tive uma enorme curiosidade em relação à vida...
minha e dos outros, agora mais, 
Tenho certeza que cada momento, posso confessar
 que nunca terei entendido a natureza humana,
mas não vou deixar de tentar...
nem numa foto em que um flor denominada
STRELITZIA, simbolo de Los Angeles
È e precisamos fazer alguma coisa.
ACONTE ALGO SISUDO TEMOS DE REAGIR.

"O texto, a foto tudo é uma exposição
sobre a emocão,

a expressão humana
"A palavra é nossa maior expressão",
junto a maior expressão da fala pela fotografia,
exprimir um momento
Para os olhos, a mente e a visão,
Quando há luz..ou quando há pouca, na mente ou na pessoas,
não há como ver isso,
a beleza, ser vista é uma dadiva, nem todos conseguem ver além de:
 algo para:
 comer
comprar
consumir
A não ser que a sensibilidade destoa ai é exigir demais
 é demais belo tudo,
mas com a curiosidade que,
vem de longe,
QUEM QUER VER E SE INTRESSA
interesse pela expressão da vida  exterior
que vem interior de todos nós,
Venha atrás de mim,
venha junto comigo".
no sentido, da belza das coisas
é um dos sentidos do viver
sombras e reentrâncias,
até profundidades do ser
Certos toques ou fotos representam
um tempo,
um tom intimista meu, a que esta lendo isso,
certo tipo de sentimento momentâneo,
um abraço e bom domingo com seus.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

É CURIOSA a memória

É CURIOSA a memória.
Um dia qualquer, uma hora qualquer, você sente...relembra uma coisa que por alguma razão te faz voltar ao passado..
Meu pai, foi um açougueiro..agora esta "enlouquecido" da velhice...ou senilidade....para descrever SUA velhice e a é sua velhice sofrida,  a morte ronda.
 por isso esta certa "loucura" pq não encontramos outra saída a não ser se confomar, com a unica certeza que temos na vida..a MORTE, QUANDO ALGUÉM CHEGA NA VELHICE ESTA MAIS PERTO E PODE PENSAR NADA MAIS QUE TENTAR, pq não escapamos deste rumo conhecido por todos....quando mais longe estamos na vida.
Ele meu pai não era uma pessoa má comigo..... e vejo hoje oque acontece com ele.. com uma certa indignação.
INDIGNAÇÃO, "eh" uma das mais bela palavra da nossa língua, QUE ANDA NO MEU VOCABULARIOS MUITO POR ESTES  DIAS
Todo aquele sangue e todas aquelas facas deveriam ter me alertado para os acontecimentos sombrios que viriam, como tenebrosamente vieram...na familia...
Me lembro dele qdo fui a Iomerê domingo..faz tanto tempo que não o vejo....me lembrei se sua atividade que também exercemos na infancia....sangue ..morte.... facas animais..etc...
A depressão tem esta lado sombrio..vc sente a morte mais de perto...nos....níveis mais profundos...
Por isso, estranho muito aqueles dias em que o baixo astral nos contamina..de ver o mundo e tratar as pessoas.
Mas tenho visto pessoas assim em vários dias, assim nos últimos meses
Eu sempre sou otimista por uma combinação peculiar de acontecimentos que  por meditação e força mental fazem meu humor...ficar bem quase todo tempo ou todo... Todo.
Sabemos por experiência própria que o baixo astral vira depressão e qdo mau humor no impossibilita nos deixa num estado desagradável de irritabilidade...e inoperancia.
Se essas palavras não dizem muito sobre o cérebro, o que a acompanha é mais bem conhecido pela neurociência: uma propensão à raiva e à agressividade...ou impotencia e indiferença
O baixo humor, portanto, deve ser um estado de predisposição a depressão e se não reagirmos.. a vaca via pro brejo.
O córtex pré-frontal é que tenta inibir ou estimular nossos impulsos -e de uma maneira, aliás, que depende de serotonina.
Por isso, antidepressivos que modificam os níveis de serotonina no cérebro são eficazes para controlar a raiva, a agressividade e o mau humor desajustados.
Claro que cada um tem suas tendências e uma facilidade maior ou menor de espantar o mau humor causado por fechadas de carro, barulho dos deseducados que insitem em nos atucanar e até variações hormonais
Ma apesar de tudo voltei de Chapecó hoje com bom humor..lembrando que lá se assalta, dificil ser como aqui foi, de mão armada de faca, na luz do dia, em pela via publica, por um encapuzado.
Está ainda minha indignação, o cara tá solto e pode pegar alguém de vc pelas ruas da cidade..ou na minha rua onde ando de bike e uso o tempo todo.