Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Significações Silenciosas.


Sutilezas
ambiguidades,
são
coisas 
que fazemos.
Lugares bucólicos
levam  
a gente
ainda mais longe.
aqui,
comecei escrever 
este texto.
Sutilezas
ambiguidades.
a vida comporta,
mas
não levam  
a gente
mais perto.

Relações humanas
tem lá suas contradições
mas é nossa 
miséria existencial. 
A desigualdade social...
expõem nossas
relação mediadas 
pelo dinheiro...
nos olhares 
nos gestos 
que
dizem muito..
mais..
escrevo 
algo intimista,
Sonho em deixar o país...
A angustiante solidão,
um insucesso no amor.
A possibilidade de viver longe,
é a chance de escapar disto
e também
da mediocridade,
da pobreza, 
da violência.
Senti
na
importância dos silêncios,
nos olhares, 
a profunda 
ambiguidade..
A distancia enorme separa de você...física...claro.

algo atravessado na mente,
este lugar me deixa 
perto do desabafo.
Eu deixo para depois 

o que tinha que dizer...
ontem.
O nosso destino incógnito

sem dizer sim ou não...
Sem entender..
está..hoje...
assim..longe
em nossas mentes.
E fica a sensação de não saber exatamente o que queremos...

ontem e hoje...
Mas fico sem saber onde vou..
Nos dois sequer 

nos parecemos...muito.
e
 
Não cabemos num 

mesmo espelho....
Mas nos olhamos 

para o amanhã...
Ah..aqui estou....
estou pensado em ti...
Como ser 

uma paixão sem 
ser assim..ou ser lá...
Com a mente nas palavras
Com os sentidos 

nos dedos
E os dedos sentindo.
Há algo assim..

que só
você entende.. 
aqui dentro.
Tudo ambíguo.
Como ser um amor 

com você sem ser assim..
Falava com você cada vez 
como
fosse a última
E a última fosse a primeira
E algo arde dentro de mim...
será de nós...
Assim como 

entre nos poros da pele...
algo flui aqui.
Como escrevemos amar 
sem ser assim..
Como escrever algo
sem dizer que é amor...
Sem me entregar em cada poema
E dar-te como me entrego
Incendiar as palavras
Como me incendeias a mente..
E arder no poema
Como arderia nos 

teus braços.
Como se cada poema 
fosse o último
E cada vez 

uma primeira vez 
ou uma
última.