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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Quem nos sucederá

Quem nos sucederá..
ou herdará a Terra..
Fundamentalistas muçulmanos, 
cristãos, judeus.
Os fundamentalistas  
muçulmanos são que 
mais se reproduzem.
muito mais que outros  
de crenças 
como católicos e judeus
e os ocidentais seculares.
Seleção natural 
é demografia.
Podemos ver que  pessoas 
com alta formação cultural, 
boa educação universitária... 
então podem ter melhores 
ou mais ideias 

por isso tem menos filhos. 
O fundamentalistas tem 
mais bebes 
e são quem vai mandar no mundo..
A demografia é poder e o poder 
é de que tem mais bebês...
Fundamentalistas muçulmanos, 
cristãos, judeus 
tem mais bebês,
e quem vai decidir 
é que tem mais bebês, 
maior numero de pessoas 
dá um poder enorme, 
um poder civilizatório enorme.
Luxo e moda torna 
as pessoas indiferentes 
a  maternidade.
Mulheres romanas era muito 
dadas ao luxo e ao sexo 
e a vaidade e tinham 
poucos filhos..
assim o império acabou 
por falta de bons nomes 
para secessão.
Os cristão romanos eram 
pessoas com hábitos voltados 
as esposas e filhos,
eram mais família e tinham 
muitos filhos. 
Americanas, Canadenses 
e Europeias ocidentais tem 
menos filhos a partir dos 50 e anos 60...mais.
Filho dá muito trabalho 
em sociedades como a nossa.
O seculares escolhem 
não ter filhos..
os religiosos escolhem tê-los.
Grupos religiosos tem maior unidade 
retém mais os filhos 
em seus grupos, 
são mais unidos..
A tese do autor em questão...
é que os seculares têm muitas 
ideias, mas têm poucos filhos 
e por isso em breve 
o ocidente perderá 
em muito seu perfil secular.
Quem mandará no mundo
é 
que 
tem 
mais 
filhos.,
Mesmo aqueles seculares 
que adotam a teoria da seleção 
natural de Darwin como visão 
de mundo, adotam-na apenas 
na teoria, porque na prática não 
o fazem: seleção natural, 
no limite, é reprodução; 
quem não reproduz desaparece. 
E as mulheres seculares são 
por conta dos valores 
individualistas que carregam.
Há alguns que chamam a atenção 
para um fato interessante: 
os ateus...
(que não são a mesma coisa que os seculares, 
porque posso crer numa 
inteligência organizadora 
do universo e não crer que 
ela seja Jesus ou similar
e viver sem referência 
a qualquer código religioso)...
Creem firmemente que dominarão o mundo por meio da educação, 
das ciências e da tecnologia. 
Podem estar bem errados.
O ateísmo vem muitas vezes acompanhado de uma crença num processo histórico inexorável em direção ao ateísmo universal, uma vez dadas "educação e cultura" para todos. Esquece, esta querida tribo, que as pessoas, sim, fazem escolhas baseadas em modos distintos de valorar a vida e seus sucessos, e que, sim, muitas comunidades religiosas usam ciência e tecnologias da informação ao seu favor e com grande habilidade.
Antes de tudo, é importante reconhecer que a sociologia do ateísmo, sim, pode nos fazer crer, em alguma medida, que há uma relação entre alta formação cultural, boa educação universitária e "ateísmo orgânico", aquele tipo de ateísmo a que você chega por meio da escolha livre. 
Mas o tema transcende essa teoria e é por demais importante para ser pego nas redes de "pregações" disso ou daquilo, pelo menos para quem acredita que a sociedade secular deve ser cuidada, mas não iludida com seus próprios fantasmas de sucesso no futuro.
Vejamos alguns dados de  países estatisticamente apontados como possuidores de alta percentagem de ateus orgânicos da Europa ocidental:
Suécia: em 1999, 85% se diziam ateus; em 2001, 69%; em 2003, 74%; em 2004, 64%. De 1999 até 2004 há uma variação para baixo dos ateus assumidos.
Dinamarca: em 2000, 80% se diziam ateus; em 2003, 43%, e em 2004, 48%. Ainda que tenha havido um pequeno crescimento entre 2003 e 2004, a queda entre 2000 e 2004 é evidente.
Noruega: em 2000, 72% se diziam ateus; em 2003, entre 54% e 41%; em 2004, 31%. Também queda.
Finlândia: em 2000, 60% se diziam ateus; em 2001, 41%; em 2004, 28%. Também vemos uma redução dos ateus assumidos.
Entretanto, sabemos que pesquisas nem sempre são precisas e que seus métodos variam e, portanto, seus resultados podem não ser tão auto evidentes.
Esses países têm visto um número crescente de grupos cristãos fundamentalistas, mas o importante é entender que esse crescimento se dá, diferentemente do caso dos EUA, ainda sob grande discrição. 
Sem ruídos, mas com determinação.
A relação entre a fertilidade das mulheres fundamentalistas e a das finlandesas seculares é a seguinte, 
respectivamente: 1940, dois bebês contra um; 1960, três bebês contra um; 1980, quatro bebês contra um. 
Em 1985, a taxa de fertilidade de cada grupo era 5,47 para as fundamentalistas e 1,45 para as seculares.
A maioria das instâncias 
de razão pública (tribunais, 
universidades, escolas, mídia) 
é, ainda, tomada por seculares. 
Isso nos faz pensar que o mundo 
é "nossa bolha".

O modo de ser  hoje
do individualista secular 
é autocentrado não é "causas", 
como a defesa de mulheres 
férteis e homens determinados.
Pesquisa. 
Photos.
Rebel.