Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

A liberdade e Frescor da Estação

No campo..
a brisa..
a umidade na relva..

Na manhã da primavera,
sentia 
a liberdade
e o frescor da estação ali..
inexistentes na cidade,
no mundo atual urbano.
Que aparência deveria 
ter uma foto
neste momento, 
foi há mais de 6 anos..
em 2008.
De algo novo, 
mas parece velho, 
já que este 
mundo roda 
em velocidade alta.. 
difícil responder.
De apenas o azul do céu
e alguns traços de laranja
no branco da Hélice 
que rodava sem parar, 
diante do vento intenso,
na turbina eólica.
Ah, é com uma imagem assim
que se faz do mundo..
girar mais
ou se mostra o mundo,
num lugar distante..
sou por natureza uma
Homem Fugidio e 
Fugitivo da cidade..
Um lugar assim pode 
dar a impressão
de um local arcaico
e com  banhos 
de modernidade, 
de interesse ecológicos, 
meu apenas...
Mas compartilhava 
das aventuras
com um menino de 15 anos,
sem amarras 
do mundo urbano,
num espaço idílico,
longe da cidade..
é a companhia seu pai.
A essência humana...
é a natureza.
Se observa isso 
na interação
com o mundo natural,
por isso,
é fascinante,
no olhar,
no sentimento,
na poesia,
na fotografia.
Traduz a mais íntima interação,
uma 
inserção,
uma história,
de nós mesmos.
Os que se importam 
com emoções
e sentidos, com a umidade 
da relva resquício do 
simples do orvalho
ao amanhecer,
este é meu texto,
uma gota varias gotas,
um raio de sol, 
no amanhecer,
o doce tocar da brisa
ou de um vento,
esta sucessão de eventos,
são plenos na essência pura,
não que não tenham
nenhum pecado mais enxergam,
onde muitos não veem....
Um homem convive
assim
sem o alcance de seus ...
num dialogo franco 
eu com  o filho
e com a natureza...
num frescor
e uma liberdade 
muitas vezes sentimos 
hoje que 
já apagados
do mundo calculado
e ultra controlado
que temos na vida urbana.
Como a foto  e a intenção
de captar situações 
não encenadas.
Meu filho também era fotógrafo.
Em busca de um resultado 
mais autêntico, 
a dupla
uma câmera portátil 
que,
com uma lente teleobjetiva,
permitiu registrar à distância, 
as ações
e reações do Marco Antonio.
Depois de estar encantado
com o lugar
ele admite depois,
se sentia um pequeno fugitivo  
da cidade
e vagava no campo
e seguia
onde a curiosidade o levava.
Gasta seu tempo andando,
posa
para um retrato e chega 
perto à usina, onde se diverte 
observando as hélices, 
as asas da ventoina eólica, 
aprende a identificar
o simples lugar.
Observa que "lugar  
é um espetáculo"..
verde da grama 
e  o azul do céu..
em liberdade incomum 
num paraíso em algum
lugar da terra.
De fato, no modo como a foto
feita meu filho me acompanha  
e interessa mais o comportamento,
num universo sem imposições.
Como uma criança descobre 
o mundo livre da imposição dos 
adultos, em que a lei 
e a proibição parecem suspensos...
Como a fantasia orienta 
as relações
que um garoto elabora
com os adultos que 
surgem em seu rumo...
Tudo é assim inspiração.
É essa dimensão libertária, 
que aparece aqui,
neste universo,
para os que acreditam no
poder de reencontrá-la, 
que 
emana em cada gesto..
cada movimento,
que  transforma tudo numa 
versão moderna do paraíso.