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segunda-feira, 20 de julho de 2015

O gado aqui, ainda pasta ao ar livre.

"Não coma nada que sua avó,
 não reconheceria como comida"
ou 
"Compre pratos e copos menores".
Comida é pasto
O escritor americano 

Michael Pollan que diz..
com comida não se brinca, 

que 
voltar à cozinha é um ato político,
dos novos tempos.
Claro não teria,

Coca-Cola, 
Margarina, 
só muitos saquinhos 
de plástico 
com verduras 
e muitas frutas, 
potes com feijão 

restos 
do jantar anterior, 
além de iogurte 

leite de saquinho,
não de caixinha.
Antigamente,

algumas coisas, 
em casa vinham,
de uma
horta,
montada 
no fundo de casa,
No centro da pequena plantação, 
colunas de plásticos,
para proteger do sol,
a verdura orgânica,
sempre 
rodeada pés de alface,
tomate, 
abóboras..
Sou do tempo,
que se costumava,
preparar,
carne de 
porco inteiro,
que eu mesmo abatia.
Atravesso o jardim 
para chegar em casa
na cozinha, 
me sirvo chá,
e como,
laranjas naturais. 
Sentado,
na minha sala,
de poucos 
móveis de madeira,
recuperada,
sem televisão, 
com uma varanda
que funciona como 
um janelão com vista para a cidade...
lembro que não há mais a horta aqui,
Só vida saudável,
continua a  estar,
e está na moda, 
como sempre esteve...
Longe dos exageros 
da indústria alimentícia,
do agronegócio, 
li algo 
alertando sobre,
nossos excessos à mesa...
cá estou eu a escrever...
e lendo..
americano Michael Pollan..
e  sua entrevista a Folha de SP.
"Coma comida, não muita, 
sobretudo vegetais", 
diz o seu mantra,
no livro,
"Em Defesa da Comida" de 2008, 
sobre as dietas ocidentais focadas,
em nutrientes 

não em alimentos de verdade.
Há o manual 

"Regras da Comida" (2009), 
com 64 dicas bem práticas 
e cheias de bom senso
como está no inicio do post.. 

acima..
"Não coma nada que sua 
avó não reconheceria como comida" 
ou 
"Compre pratos e copos menores".
Há  o bom livro,
"Cozinhar - 
Uma História Natural 
da Transformação", 
que pede que sejamos rígidos,
com relação aos alimentos,
em nome da saúde. 
Que voltar à cozinha...
é um ato moderno e atual. 
Para quem cresceu longe 
do fogão, parece ser um 
conselho mais difícil.
"Tem a ver com 
independência e autonomia". 
Abrimos mão de muito poder,
ao deixar outros ou grandes 
empresas de alimentos 
cozinharem para nós,
porque elas decidem quais 
fazendas virão,
os condimentos e produtos 
de sua receita,
que não são bem aqueles 
que fazem um tipo de agricultura 
que certamente você desaprovaria, 
Como as práticas de 
confinamento cruel de animais 
e monoculturas gigantescas.
OVOS, UM BOM COMEÇO...
Se eu não cozinho, 
nem minha mãe, 
gostaria de saber 
como você fui alimentada(o). 
Empregadas domésticas,
fazem comida e 
são tão comuns no Brasil.
"Pelo menos, 
era um humano cozinhando, isso é bom. 
Pena que nem todos 
têm esse privilégio", 
digo..
"Ovos são um bom começo", é um 
elogio.. ao famoso, omelete.
Um dos problemas de cozinhar,
é a lembrança dos velhos 
arranjos sexistas 
de poder dentro de casa. 
Mas quando homem 
e mulher começam a pensar 
em negociar a divisão de tarefas 
domésticas que a indústria 
do fast-food apareceu para 
resolver o embate. 
A "liberação feminina" 
virou tema de propaganda d
e frango frito...
de pizza em casa..etc...
"Se vamos reviver a cultura da cozinha, 
não podemos voltar ao passado". 
Precisamos 
ter uma cultura diferente, 
algo a ser compartilhado 
por 
homens, 
mulheres 
e crianças", 
No livro,
Michael Pollan 
"O Dilema do Onívoro" (2006), 
é sobre a indústria alimentícia,
do novo pensador 
dos hábitos alimentares 
é sobre ama visita 
a uma plantação de batatas 
geneticamente modificadas. 
Tudo controlado por computador,
porque é sobre,
um dos elementos químicos usados 
para combater manchas escuras 
era tão tóxico 
que o fazendeiro precisava 
ficar longe do campo por três dias.
As manchas só apareciam 
nas batatas daquela variedade, 
a única que a rede McDonald's 
aceitava comprar, 
já que as batatas fritas da rede,
precisam ser iguais no mundo todo. 
"É fácil culpar o fazendeiro, mas nós demandamos um certo tipo de produto". 
Somos cúmplices..
de muita coisa ruim por ai.
MÃO NA MASSA.
Que tal colocar 
a mão na massa 
e aprender a fazer comida 
com profissionais, 
aprofundando 
seus conhecimentos básicos. 
Que tal se dedicar à arte de cozinhar,
com quatro elementos..
o fogo (churrasco), 
água (vegetais e ensopados), 
ar (pães) 
e terra (fermentos, cerveja).
sugere o 
americano Michael Pollan.
no Livro "Quatro elementos".
No primeiro capítulo, ele nos 
leva ao Estado da Carolina 
do Norte, nos bastidores 
enfumaçados do restaurante
Skylight Inn, onde uma família 
de 
"churrasqueiros fundamentalistas
usa fogo a lenha (nunca carvão), 
tradição mantida desde os anos 1830.
Para aprender a fazer pão, 
recorreu ao livro e aos entusiastas 
online do padeiro 
e surfista Chad Robertson, 
criador do cultuado "tartine", 
um pão de casca grossa e sabor forte 
que leva duas semanas para ficar pronto. 
"Fiz um monte de pães ruins 
antes de acertar a mão. 
Foi bem frustrante. 
E, quando tentei fazer 
meu próprio queijo 
em casa pão em casa, 
foi um desastre", 
diz.Michael Pollan.
O escritor ainda prepara 
uma leva 
de cervejas por ano, 
ao lado do filho único, 
Isaac, 21, 
nas férias da faculdade. 
"Ele sempre vem 
com umas receitas malucas de cerveja. 
Agora, quer fabricar 
uma com sabor de castanha 
de caju com mel. 
Parece horrível, mas vamos tentar."
Michael..diz que muitos 
de seus interesses em comida 
vieram justamente da dificuldade 
em alimentar o filho quando criança. 
Dos três aos dez anos, 
ele só comia arroz e pão brancos, 
pasta sem molho e batatas assadas. 
Até que a 
chef famosa amiga de Michael, 
Alice Waters, defensora dos orgânicos 
e do movimento "slow food", 
convidou Isaac para trabalhar, 
durante as férias de verão, 
no seu badalado Chez Panisse, 
em Berkeley, que já recebeu 
o Dalai Lama e é frequentado 
pelo ex-presidente Bill Clinton. 
Foram três verões consecutivos, 
dos 13 aos 15 anos, 
e uma mudança radical na mesa. 
"Alice me disse: 
'Ele precisa aprender a cozinhar'. 
E ele amou. 
Preparar os alimentos 
o ajudou a desmistificar a comida".
CAÇA AO LEGUME
Suas primeiras experiências culinárias,
no círculo familiar...
vem lá dos oito anos,
em que Michael gostava 
de cuidar de hortas, 
quando morava em Long Island,
Nova York e vendia o que produzia 
para sua mãe.
Aprendeu o ofício com o avô materno, um imigrante russo, produtor e distribuidor de vegetais e frutas. 
"A gente não se dava muito bem. 
diz que 
era muito conservador 
e eu me achava um hippie. 
"Mas concordávamos 
quando o assunto era a horta, 
isso nos unia."
"Amo colheita desde aquela época. 
É uma caça ao tesouro. 
Você entra no meio do verde 
e, de repente, 
começam a saltar coisas lindas, 
amarelas, vermelhas. 
São coisas de valor", 
diz ele, que costuma correr 
para manter a forma 
e foge das modas de ingredientes e dietas.
A mais nova tendência 
é comida fermentada, 
como chucrute e 
kimchi,
(prato coreano 
de vegetais e mil temperos), 
potencialmente ricos 
em probióticos, benéficos 
para a flora intestinal. 
"Ainda não temos informação 
suficiente para deixar que os cientistas 
nos alimentem", sobre os novos alimentos...
Curioso para conhecer 
as churrascarias no Brasil..
O gado aqui,
em Iomerê,
ainda pasta ao ar livre...
Se estás querendo saber a origem da carne. 
"Comer é simles
nada complicado"...