Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Que diabos estou fazendo aqui.


Que diabos estou 
fazendo aqui...
Boa pergunta..num domingo..
Bem, há vários motivos, 
e nuances da natureza,
agora que me levaram a estar aqui, 
escrevendo...
por onde andei no sábado...
ando inquieto, imaginativo..
gosto de buscar  fatos e histórias,
não paro...estou 
sempre buscando,
admirando,
por novos e antigos caminhos..
Um caminho é que se faz caminhando..
cada dia,
se fez ontem,
muitos o trilharam,
Hoje como ontem,
pensava em andar por ai...
Bem vamos lá,
bom ontem fui, 
fazer 
uma das minhas contemplações 
por ai,
visitei vários locais, 
acompanhado com minha máquina fotográfica.
Agora meu caminha desde a manhã e contar, é outro caminho.
mais sossegado.
Quero ter sempre,
as minhas próprias fotos, 
então vou a cata.






Belo é o pinheiro no fim da tarde..
continua preto..
No tempo..
Isso foi estimulando o meu olhar..
em suma seria, 
ensinei-me a ver..
admirar 
e não eh bem assim,
fácil, 
mas tornei-me mais meticuloso..
obstinado com olhar de fotógrafo.
As minhas andanças me ajudam 
a entender, intelectual 
e emocionalmente,
como a fotografia,
leva ao contato coma natureza 
amplia, cada dia
a experiência humana.
Um primeiro detalhe a ser 
observado, 
é que vi muitas Araucárias
árvore ainda preservada, 
quase
intacta,
não sem risco de corte,
na região.
Como tem muitas plantas 
desde o meu sitio,
e onde andei,
por Treze Tílias,
Água Doce 

Catanduvas 
foi lá que andei.
Há árvores de todo tamanho, 
mais as jovens, 
as mais velhas 
há cerca de 30 anos
ou mais 
e as que não foram para o chão,
ou derrubadas,
e a legislação nos últimos anos 
tem sido mais rigorosa,
pq não dizer implacável com
desmatadores, acredito 
que a preservação
tenha ocorrido neste contexto...

"o Pinheiro é uma beleza"
Não existe melhor lugar para ir..
para mirar a beleza que é o pinheiro,
admirar a vida desta árvore.
Temos espécimes por todo lugar,
mais sobre as montanhas, 
vales, encostas
e até junto aos asfalto, 
beirando a estrada.
Junto a natureza 
vem a reflexão,
até quando se preservará.
Aprendemos a ver, 
valorizar as boas coisas
da boa terra.
Aprendemos a subir os olhos 
numa árvore.
Quando estamos lá em 
cima de sua copa, 
Clic..or Shot.

Mas no fundo...
talvez miramos o céu, 
queríamos  no ato,
voar,
ou
voar num ato seguinte...
Mas temos os pé fincados no chão

vamos em frente...
caminhando e fotografando.
Os pinheiros de hoje,
aqui na região,
são plantados
pelo homem ou de sementes
na profundidade, 
por obra da natureza da decomposição
a pinha, o nome é Araucária,
acredita-se que há só 2 %
preservado no sul do Brasil
onde é originária.
No Brasil, muitos estudos
são realizados por entidades
de pesquisa para conservação
e manutenção
da variabilidade genética dos
pinheirais remanescentes.
Atualmente, a modalidade de
conservação in situ 
é a que apresenta maiores 
dificuldades para ser executada,
não apenas pela fragmentação
das populações naturais 
e pelo longo ciclo reprodutivo,
(a produção de sementes normalmente
ocorre após 15 a 20 anos de idade),
mas principalmente pela pressão
de ocupação do meio rural...
Antigamente casas no Brasil, 
eram de tábuas de  Pinheiros,
era fáceis de ser feitas, por serra, 
ou por lascar os troncos grossos.

Temos que enviar mais e mais
sementes para a profundidade 
do solo,
isso que ajuda a preservar...
Bem sobre o fruto do pinheiro,
o pinhão, o pinhão,
há até uma festa do Pinhão

Eu deliciei-me muitas vezes,
desde quando
guri em Pinheiro Preto, 
onde vivi
os primeiros anos de vida, 
comia-se junto depois 
da queima da espinha
ou grimpa 
ou haste com folhas
do pinheiro seca, 
que cai sobre o solo, 
apanha-se e usa como fogo...
e cozinha-se o pinhão;
"0 pinhão é uma bela fruta, come-se e
comia-se
após assar na brasa feita 
em monte de grimpa''.

Foi 
e é,
uma sensação tão prazerosa,
Mas
como tinha pinhão,
na infância na Vila Bressan, 
onde convivia com tantos, 
pinheiros, era o município,
de nome por isso,
Pinheiro Preto.
e comia,
seus frutos,
dia apos dia.
Há é uma saudade geográfica 
senti uma obvia conexão do tempo,
que 
podemos voltar no tempo, 
revendo, nossa culinária,
que provem 
dos belos pinheiros da região,
o que infelizmente muitas pessoas
daqui ainda ignoram..
sua presença
majestosa e beleza incomum...
Que diabos estou fazendo aqui..
talvez até do Brasil, como país....
Words.
Photo
Rebel.