Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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domingo, 1 de novembro de 2015

Shakespeare e Freud.

Me inspiro em Freud,
Shakespeare, para
falar de amor..
e de todo nosso tempo que passa.
Amar é como.. 
iniciar,
escrever... 
de algo terno e eterno,
amar deveria ser 
algo que 
nunca termina...
não eterno, enquanto, 
dure.
Eis um dos temas 
tão presentes,
no ser
humano.
Está entranhado 

nos ossos...
na alma, 
no corpo.
Se vira tragédia,

logo,
vem a mente,
Shakespeare,  
o escritor,
onde o amor 
não é uma virtude,  
é ciúmes e inveja...
Irracional...
e pura 
emoção,
só se 
o amor é loucura 
e se há
algo contra,
é sempre  a razão...
Sem razão, que há emoção, 
de amar.
Se 
pode-se muito, 
é porque o amor 
já não existe mais.
O amor 

é pura virtude...
do ser,
que é  corajoso,  
e  fiel...
Dizer que
isso,
não é bobagem, 
mas,
diante de histórias 
de amor escritas 
por Shakespeare, 
sempre silencio, 
me calo.
Pobre de espírito 

é aquele que diz..
Não há amor..verdadeiro.
Ontem eu imaginei
e depois sonhei...
com um amor jovem...
Aliás, 
é brutal 
a diferença de idade,
que
surgiu na manhã, 
diante do espelho...
Não havia em mim 
mais cabelos loiros,
só olhos azuis,
e rugas.
Otelo tinha muitos ciúmes,
é comum,
em homens velhos,
que amam mulheres 
muito mais jovens.
O  do homem velho,
vira fantasma e vem a mente..
em algum momento, 
o homem velho acha,
que a jovem mulher,
buscará em algum momento,
um homem jovem...como ela.
Dolorido viver essa situação.
Mas, mulheres jovens

encantam, 
não só,
os homens mais velhos
mas justamente nestes, 
que a beleza e a doçura,
encanta mais,
diante da vida.
Elas, por sua vez, 

encantam-se por,
homens mais velhos, 
pela 
experiência e  segurança,  
que costumam passar, 
pelo seu sucesso na vida. 
Só homens inseguros, 
e mulheres jovens, 
que caem,
na condição de Otelo.
Uma verdade,

só,
os mentirosos 
que 
negam,
a síndrome de Otelo...
coisas do 
afeto 

da condição humana. 
Mentiras,
Só modas, 
fazem com que 
os mais jovens não 
percam tanto tempo, 
de suas vidas,
que passam,
sopram
como um vento.
Nós podemos saber,

que é melhor nas nossas vidas, 
nos livros.
A literatura
de 
Freud,
Shakespeare,
ensinam tanto.
e há outros.
Um casal caminha 
em direção ao horizonte, 
contemplando a beleza do céu, 
e o sol,
movido pelo amor,
que os une. 
Eis minha cena preferida, 
de amor verdadeiro.
O amor romântico,
faz e faz muito,
tem uma beleza em toda parte. 
E isso,
é um motivo para a inveja dos outros. 
Mas, como toda paixão, 
o amor é loucura 
contra a razão
que se pode pouco, 
quando se pode 
é porque o amor,
já não existe mais,
como na foto,
nem o casal, 
só há o sol...