Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Falar do passado e do presente de Iomerê.

Em  tudo..há...
Existem lembranças 
que escancaram,
algo já  na sua origem...
causam 
um certo alvoroço, 
são intensas,
mas se há,
é algo, 
assim...
para o melhor 
de sua vida,
nada melhor que lembrar que de bom aconteceu, 
que  cada um deixa libertar..
de algo que de certa forma..
adormecia..
Mas há belas lembranças
e tantos outras,
Mas para valer a pena..
devemos se manter fiel.
Mas há sempre 

as que tentamos disfarçar..
mas vou dizer uma... 
da minha Juventude...
trafega por ai...
Fui coroinha na Matriz,
de Iomerê, com o padre 
Luiz Gemelli, nos anos 60,
num tempo que havia missas diárias
eis as lembranças boas.
Realizava todas 
as atitudes de alguém 
com relativa competência..
aquelas coisas básicas 
de transformar um guri 
ou adolescente..
em rapaz
o pensamento em ação...
imaginava e fazia muito...
Mas há certos 

elementos essenciais..
Rebeldia..
é um deles..
na transição.... 
da infância, 
adolescência 
e juventude.
Em primeiro lugar,  
há algo que se mantém...
em Iomerê,
a segurança,
a calma da cidade pequena, 
dá um sentido  
de afirmação, 
em que muitas cidades,
não conseguem superar.
A vida aqui era boa,
e continua boa,
na pequena cidade de Iomerê,
donde moro perto 

e nos anos 60 
via de longe, 
a poesia Beat,
a contracultura,
dos Beatles,
dos Bee Gees,
O feminismo,

Querra Fria,
Bob Dylan,
uma era,

um tempo diferente,
onde tudo,
era 
ou algo se parecia,
como  e como,

era ver o mundo 
como algo distante,
que só podia ver assim longe,
ou 

só ser visto pela televisão.
Tudo mudou 
quando fui morar  daqui,
em 1972,
para Curitiba.
Enquanto o mundo mudava

tudo,
já era bastante rápido, 
nos anos 70,
mas nos anos 1960,
a nossa família mudava
de Pinheiro Preto a Iomerê,
é lá que sai e estou aqui de volta,
nesta pequena cidade...
que falo tanto.
Iomerê está,

bem diferente de 1934,


Os anos anos 60, o agito era no clube 
de Iomerê,
era um prédio de  Madeira, 
tinha uma enorme escada para chegar no salão..
na madeira,
os passos eram bem notados 
com o barulho,
do contato,
de todo mundo que subia ao salão 
onde desfilaram, conjuntos,
o mais  festejado.
era do Los Cometas,
da Cidade de Palmas no Paraná,
que desfilava na cidade numa kombi
com o logotipo pintado..
era uma festa ali, nas ruas e no clube,
com os Los Cometas.
Na foto os amigos do tempo,
meus irmãos José e Luis Alberto Rebellato,
o Moacir Scariot, Moacir Barreta,
o Alberto Zanini*o Teco e o Mario Santini.
Os desfiles de 7 de setembro, eram um acontecimento, bem legal com banda do grupo Escolar Frei Evaristo. 
Vemos na avenida principal,
a foto,
o desfile em frente  a casa  da família Scariot,
com os alunos do Grupo Escolar que era a denominação do Frei Evaristo,
com a professora  D. Erna Schuler,
recém falecida.
E dos anos 60 que falo um tempo que está nas belas lembranças da alma e do coração.. da Bela Iomerê, que fica no centro do 
estado de Santa Catarina.
Sabe chega um momento,
na vida
que se adquire um certo polimento..
de hábitos e costumes  
e acima de tudo atitudes,
existe a tentativa de ser maduro..
ou parecer,
motivo deve ser o temor de ser 
aos outros,
que imaginamos como ideal,
o que é algo essencial...
eu acho que sou um cara assim hoje.
Na juventude quereremos demonstrar... 
que não há esta indefinição.
O resultado é que nenhum sonho 

conseguirá dar vazão ao teor da idade,
e fica só,
uma noção 
da carga emocional...
de toda época juventude.
E na juventude 
em que não faltam sentimentos intensos..
Memórias assim, 
vem a toda,
as vezes,
por ser recentes..
e são afetadas pela ebulição 
na medida que avançamos os anos,..
chegamos aos 18 e aos 20 anos.
Ideação maior é do namoro, 

e casamento, da relação com as mulheres..
mas há acima de tudo os grandes amigos, 
Há os fracassos.
Há tantos mas sucessos.. na história de Iomerê.
Fotos de Bom Sucesso.
Fotos de meus avôs maternos,
conheceram Iomerê nos anos 60
O desfile de 7 de sembro em frente a casa dos Hentz.
Na celebração do padre E. Viecelli em Iomerê, 
fim dos anos 50 acima e a abaixo,
Mabel e Marlene Letti,
Antonio Letti,
Sr. Eder filho  do Dr Eder...
Médico famoso nos anos 60.
Edir Mendes e a irmã Anadir Mendes,
Regina Rebellato minha irmã.
Gecilda Barreta.
Nossa casa em Iomerê nos anos 60, na foto os antigos moradores a Família de Antonio Corso.
Ando assim por Iomerê...e pensando,
a vida era muito conservadora aqui,
que não nada demais era...
opinião de alguém que conhecia
só o universo, 
da vila de Iomerê,
onde vivia, 
com meus pais,
onde  se tinha além de tudo,
um olhar controlador  
dos costumes,
dos vizinhos 
e  das freiras 
e dos padres, 
havia as amarras 
no comportamento 
e que tudo deveria ser de um jeito  bem a moda dos anos 60,
responder as demandas, 
por conta dos  católicos 
em sua maioria,
e havia uma espécie 
de consenso religioso e social, 
até nas pequenas intrigas 
entre moradores...
Imagino isso assim, deve ser
em todo lugar pequeno. 
 Vendo,
Fotos e textos.
O prédio antigo dos Vinhos Cometa 1935 
acima e abaixo  em 2010.
 Neve no anos de 1965...
 A praça hoje
 Hoje.. na bela foto..

Muitos passos,
Subir ou descer as escadarias da igreja Matriz 
de Iomerê aos domingos, quem não lembra...
um passatempo de muitos...
crianças ou já adultos...
Estas escadarias tem muita história de casamentos, missas etc...quem já esteve ai em Iomerê já passou por estas escadarias....
saudade deste tempo.
O véu das senhoras na igreja, 
os irmãos do Santíssimo, que nas missas usavam com capa de vermelho...
As mulheres irmãs de Maria usavam trajes brancos, ou claros..
os Padres que conheci..
Pe Gemelli,
Pe Demartini.
Pe Ernesto.
e houveram tantos vigários..na matriz.
Freiras a irmã Otalia
a madre Angelina...na foto abaixo..
junto as serventes do Frei Evaristo.
Pe. Demartini,
Sra. Leonor Hentz.
Sra. Cherba.
Sra Luiza Pascoal,
Ir Otalia
e Ir. Angelina.
 As casas antigas...
o patio da igreja,
o bar do Barulho,
o hotel dos Comelli,
Nossa casa antiga....
tão presentes na memória
 Na vida nada é demais, relembrar...
meus irmão em Iomerê nos anos 60

 O clube de Iomerê.
Meus amigos da foto..
tinha o Clube abaixo,
o ponto de encontro.
 Foto de um carro com neve abaixo, é  
do ano de 1975, já tinha visto neve assim em Junho de 1965 em Iomerê  mas este de 1975, foi forte...em Curitiba...
Morar em Curitiba onde fui em 1972...
foi um belo capricho...Tudo mudou 
quando fui morar  em Curitiba.
Enquanto o mundo mudava

era bastante rápido, nos anos 70,
mas nos anos 1960,
a nossa família mudava
de Pinheiro Preto a Iomerê,
é lá nesta pequena cidade...
que falo tanto...Iomerê.
 A videira com a estrada de ferro a foto é de 1900, é do começo do seculo 20, é donde se partia a Iomerê....pessoas e mercadorias...nos anos 40 era Iomerê mais importante que Videira...
 Sem a fotografia não seria possível..relembrar tudo.
 Caminhando por ai
 São trajetos diferentes, 
de cada um na vida,
mas origem, 
o começo de tudo,
o ponto de partida de Iomerê,  
se não é igual, desejável a todos,
mas é o de muitos de  nós.
Sendo  Iomerê,
nosso ponto de partida,  
de  onde começamos,
de algo que realmente importa,
conta,
faz de Iomerê uma terra abençoada, 
e o que se  pode-se dizer no minímo,
que o caminho,
em todos momentos,
e que todos conseguiram ter seus sonhos 
e ou que continuam a batalhar,
outros vão ter..

mas tudo terá assim, sempre Iomerê em suas
belas histórias... 
Memórias é  mais ou menos vulnerável.
Não lembramos de tudo. 
Mas é bem isso 
que nos prende, queremos apurar tudo,
é algo sempre presente, caminhamos no mundo atual,
na
nossa juventude,
estamos a fim de experimentar do passado que não sabemos e que há algo novo a ser descoberto...
Há detalhes que permitem entender 
um pouco de cada um,
dos seres que somos,
que se desenvolvem, 
amadurecem aos poucos, 
e se tornam um ser bom, 
a favor,
ou contra,
todas as expectativas. 
E por que não reeditá-la...a nossa vida por pesquisas em fatos e fotos...
Iomerê está ai de braços abertos a todos.
No meu post..tem um pouco de sonho, 
um mix de um mundo real 
e imaginário... 
que se diluiu...no tempo,
em parte..
mas o real está aqui..
mas é intenso. 
Mas há uma qualidade inegável nas..
muitas imagens que vem a mente...
algo visual, 
da juventude,
já que minha memória visual sempre foi das melhores enfim nas cenas 
em que me  lembro,
que se interagem. 
"Como ficar jovem de repente", 
como num sonho 
é bem mais esquisito. 
Não acho que só imaginar,
 aqui vendo fotos e passeando por Iomerê,
vendo que há um clima de mudança,
devagar." 
Lugares verdes aparecem muito..
praça, a igreja,
desde quando eu era moço..
Mas em matéria de comida, 
todos têm passado...
de algo
gostoso.
A primeira carne assada de pato, 
o picolé do interior... 
Imagens, cheiros, sensações
Me divido entre reminiscências 

e modernices.
É muito mais fácil escrever 

sobre 
o que já passou, 
o que já está escrito, 
o que se foi,
com todos os seus pontos 
e vírgulas.
E o que cada um experimentou é bem diferente que experimentamos,
faz parte da experiência comum, conversamos a toda hora,
conversamos o nosso passado
ao encontrar uma amiga, 
ou um amigo...
Lembra?
Lembra?
Lembra?
Os jovens dizem que se aborrecem com os velhos e suas histórias, 
que mais parecem exercícios terapêuticos repetidos para reinterpretar o passado.
Em matéria de comida,

então, 
a coisa se complica,
pois, 
nesse campo, 
neste mato,
onde vivo,
velhos,
moços e crianças têm passado.
A primeira polenta na chapa,
o sanduíche de ovo etc.
O furinho na lata de leite Moça,
os dois furinhos, 
aliás,
assim se bebia na moringa de água fresca,
na roça...nos meus tempos de Vila Bressan.
Talvez extravasando cada sentimento,

com cada comida,
mas tem tantas coisas,
talvez não nos lembremos delas
com tanta emoção,
e não lembraremos no futuro.
Mas parece que não há perigo.

em Iomerê havia e há sempre,
 histórias diferentes ou exóticas.
Eu adorava e adoro ainda hoje,
comer espetinho de miudinho, 
ou de filetes de rim, intercalado
com filetes de toucinho..
era, é muito saboroso.
O churrasco na beira do matadouro,
no sítio do seu Zardo, lá nos anos 60 
era ótimo.
Não...me esqueci..

Ainda lembro da buchadas,
no pavilhão  da matriz, 
de Iomerê, 
véspera da festa  da matriz, 
ou dos churrascos em dia de festa.
Tinha um churrasqueiro ótimo,
chamado Alfonso Zago...está na foto, os churrasqueiros de uma festa da matriz nos anos 70,
juntos Sigifrido Sartor, Orelhino Zardo *o Petiço, Viecelli, Fantinel,
bela lembrança, 
sou do tempo 
que  faziam churrasco, 
no alto do pavilhão, 
se percorria um aclive até a churrasqueira.
Hoje se faz churrasco, no interior do pavilhão...

As lembranças de comida não raramente são impactantes.
Uma brisa...o frio,  ao que nos é um sinal para lembrarmos de uma garrafinha de chocolate, do bombom recheado com licor açucarado saturno, em cristais, 
só uma surpresa inocente, 
um tempo, 
um lugar, 
uma hora, 
um cheiro, 
uma risada, 
uma bobeira.
Lembro do bar do Raulino Paganini,
tinha churrasco aos domingos, 
muito frequentado em Iomerê 
da minha adolescência,
Por exemplo, encontrei uma amiga,
do tempo antigo,
falava da carne do açougue do Rebellato,
que seu Pai o Sr. Pedro Penso, buscava nos sábados de manhã...
Quando no grupo escolar frei Evaristo, eraa vontade
para comer mandolato, nos intervalos...vendidos pela serventes.
A vida era meio sofrida também..era um tempo que  gente se desdobrava para ter dinheiro...
No campo de Futebol,
que havia no Seminário, fui algumas lá e ficava vendendo picolés, no jogos de futebol e ainda havia pirulitos para vender no recreio. 
É, na memória só relembro imagens,
cheiros, sensações.
Há que se prestar atenção,
nessa nossa vida.
de pequenas emoções, 
conservar o olho parado 
no presente,
adivinhando o futuro...
que a
Deus pertence...