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terça-feira, 15 de setembro de 2015

No que o Brasil se transformou

Provocações..
Fazendo uma análise provocativa 
sobre história e política do Brasil que não 
acabou nas jornadas do outono 2013.
Há a existência de uma de guerra interna 
não declarada no país  
a luta de classes,
e  direitos universais
como educação e saúde...
Protestos, greves 
e ocupações se multiplicam, 
está aí na esquina. 
Como entender o contexto 
mais amplo desses movimentos sem a reação do Estado
Há um novo tempo no Brasil..
No País que trafegam muitos...
milhões de ressentidos..
Um monte de humilhados...
pessoas humilhadas e ressentidas 
milhões na fila de espera..
da casa..
ou algo à boca ou
nos guichês desempregados,
que não param de aumentar...
por cortes do governo. 
Na era do capitalismo turbinado
pelas gastanças do estado, 
o Brasil,
se transformou
em economia industrial periférica..
numa periférica economia,
da valorização financeira.
O que exige um 
"estado de emergência econômica permanente". 
Há o Estado hipertrofiado,
um povo sem renda mínima,
do capital, dos bancos
e a posse "do aparelho político 
por um partido, 
com acesso, 
gestão e falta de recursos do estado,
num universo discricionário 
de monopólios, 
privilégios e compadrios.
Estamos diante de uma máquina infernal de estado,
e sem produção 
nas empresas,
de hierarquias e extorsões em todos os recantos..
uma sociedade congenitamente desigual..
com o nexo na violência econômica.
Ai entrou as manifestações de junho, 
completam dois anos. 
Atos de gente sem nome que não está nem pedindo para sair nem aceitando as porradas da vida.
E o país "não voltará mais a ser o mesmo" 
depois dos protestos. 
A vista um processo de 
guerra interna não declarada..
Há o colapso da sociedade salarial no Brasil.
Uma análise provocativa.
Vivemos um país  cheio de expectativas,
hoje decrescentes 
e de vivências num regime de urgências...do desemprego. 
A Zonas de Esperas, 
por um país melhor acabou...
o que faz lembrar desde as condições de prisões...
metrô, 
ônibus, 
postos de saúde, 
Inss.
as filas prosaicas em tudo.. 
e aeroportos.
Há sim "elites", que trabalham e independem do estado,
que pagam impostos como  mortais comuns..
O tempo da espera acabou..
Como acabou a era do ocaso das utopias, 
Sou adepto da "demolição de tudo"...
de tudo que há no pais...
No Brasil é forte influência..
do empresariado, que leva o país, nas costas.
com uma crítica radical do excesso do estado sociedade.
A terra tão rica
e

almas inertes! –
o povo tão pobre...
Ninguém que proteste! (...)
é pedir demais...