Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sem Amor a vida é ordinária.

That Monday.
I still here..
Believing.
Sem Amor
a vida é ordinária...
A existência é uma batalha contínua.
A vida sem capacidade de tirar prazer
de coisas simples..
é uma droga..
E se a vida a dois é assim.
Não tá legal.
Encontros cada vez
mais raros
e
incomuns,
esse amor..
Mulheres assim,
Tristes e Más.
Será que só as coisas boas
é que são tão excludentes no dia, dia..
As coisas ruins não são assim..
Estou sendo digamos assim,
mais racional
sei só que somos, na realidade diária,
obrigados, nos momentos mais críticos,
apenas escolher entre as coisas boas,
as que são menos danosas..
e coisas ruins a gente não escolhe,
acontecem.
Que então escreves,
sobre o amor..
aborda os prazeres..
um acontecimento incomum...
de nós todos.
Amar..
Em um tempo de más noticias do Brasil,
em que todos vem tudo como coisas ruins ou más,
há outros sentimentos,
viram motivos para filosofar,
o amor é a nossa melhor linguagem..
Detesto ter que contar isso a todo mundo..
Depois parar de fumar,
que fiz uma solidariedade à vida,
São essas pequenas gentilezas
que fazemos com a vida..
nada cotidianas que se faz
que tornam a vida tolerável.
Isso é o amor a nós mesmos.
Por que, agora, uma senhora,
resolveu escrever
no meu facebook sobre o amor..
ideias sobre o amor....será que tem
algo..
impossível..
Claro..
Podemos pensar no amor não só em termos de tragédia,
mas também como uma comédia.
Dar risada...
de uma pessoa mal amada..
falar sobre amor..
o amor ordinário.
é difícil se separar,
o que é bom...e ruim
na vida amorosa.
Nós humanos devemos desistir de mentir sobre si mesmo.
Isso traz outra dificuldade,
quando a verdade de nossos corações aflora,
as vezes é tão nebulosa..
Mas o ideal que o amor seja extraordinário,
fora do ordinário ou do comum.
O amor ordinário...
é o amor,
que vivemos na vida real,
em sua maioria das vezes,
com seus platôs.
Não conseguimos ver nisso material para
criar nossa história de amor e ficamos esperando
que uma nova pessoa ou uma nova oportunidade
nos traga a experiência extraordinária.
O negócio é a pessoa encontrar a forma mais rápida
de satisfazer seus desejos.
O sexo é uma mercadoria
muito mais fácil de que achar que o amor.
Outro problema é a obsessão moderna pela felicidade.
Ser feliz virou uma obrigação e o amor..
como o sexo, o trabalho, a cultura,
só servem se nos trouxer isso.
Mas, ao mesmo tempo,
as pessoas não acreditam mais no "felizes para sempre".
Então, trocam o eterno pelo intenso, querem algo que as deixe muito loucas, como uma droga, ou as leve a estados profundos de desespero.
É um ideal, que nunca pode ser concretizado..o amor.
É também real, mas é só uma parte 
da história de amor que construímos no decorrer da vida, digamos que são alguns picos. Mas são os que queremos repetir sempre.
Porque tudo começa no primeiro amor,
a grande experiência da paixão que,
normalmente, termina com algum grau de tragédia.
É arrebatador porque é uma ruptura com a família,
amamos outras pessoas que não são os nossos pais. Isso é realmente fora do comum e nos transforma.
Essa experiência acaba sendo o molde
do que esperamos encontrar no "verdadeiro" amor.
E também é incentivado pelos ideais do amor romântico...
E por ideais pós-modernos mesmo.
Hoje, nossas fantasias não são moldadas exatamente
pelo amor romântico,
inalcançável, mas pela cultura do excesso.
Temos tudo, queremos mais, nunca estamos satisfeitos.
As pessoas não gostam de nada moderado, parece que estão perdendo algo. E não temos paciência para os hábitos do outro. Há fases em que o relacionamento é muito irritante.
E vale a pena insistir em um amor que se tornou irritante..
Não.
Mas a saída não é a fantasia de que vamos achar
outra pessoa que satisfaça todas as nossas expectativas.
Não tenho a solução, e dizer sobre isso nos
faz lidar melhor com a necessidade de amar e ser amado.
E as pesquisas da neurociência sobre o assunto, ajudam..
mas a a neurociência ainda tem muito pouco
a dizer sobre o amor.
Inspiração,
By Lisa Appignanesi,
diretora do Freud Museum.
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