Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

Rebel

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domingo, 4 de dezembro de 2016

1971

Olha estamos em 1971, 
lá pelas região de Água Doce.
Sei que muitas vezes devemos fazer 
um silêncio 
sobre algumas coisas, 
noutras  situações 
devemos falar,
não é que por ser fiel e preservar a 
natureza
que vou omitir que um dia gostei de caçar..
mas tinha 15 anos.
Olha  a imagem,
como em 1971,
lá pelas região de Água Doce.
...
Onde 
há lindos 
campos...
Famílias 
conhecidas 
lá 
Mello, 
Mendes 

Camargo.
Olha para um lugar 
onde não tenha nenhuma muita gente, 
e ai que estou...
Ao contrario de hoje onde há tanta gente 
como na praia, 
rodovias, rua Xv, 
a praça de Videira, 
no centro da cidade.
Nesta época por onde você andava 
não havia tanta gente como hoje era lugares hermos..
uma e outra pessoa aqui ou ali..
km e km sem nada só gado no pasto..
rios límpidos e cristalinos,
e aves no ar..
algum
Perdiz ou Perdigão que levantava 
no campo assustado pela passagem dos bois.
Ao contrário de hoje que vemos tantas 
pessoas por ai grande parte de rostos 
anônimos, eh certo é que grande parte 
dos rostos que se avistam por ai eram 
mais familiares.
Esse romantismo da época 
ou de  uma 
certa inocência na amizades no convivo 
se evaporou completamente, 
mesmo por que hoje há uma outra relação...baseada na desconfiança das pessoas mesmos passando por este lugares onde já houve assaltos 
e por onde passa rodovias e por consequência o mundo civilizado de hoje com 
todas suas mazelas.
Na vida isso acontece..
penso que com tanta gente perdeu-se 
a capacidade de valorização do ser humano 
que havia ou seja tudo pela abundância 
que perdeu o valor.





As pesoa naquele tempo, 
pessoas 
não gastam seu tempo 
em televisão aqui, 
era um bom papo, 
o dia iniciava com o Camargo 
ou café com leite e fresco sem ferver,
foi ali na fazenda Rosada que eu experimentei a primeira vez, eu e mau pai 
e se Nelito Titon
fomos caçar...
Perdizes e perdigão, tínhamos 
o cachorro perdigueiro chamado Boby.
meu pai ativa com uma espingarda 
36 eu ficava de olho, 
quando as aves era abatidas 
eu ia de encontro do perdigueiro e recolhia as aves.
Hoje falar disso eh meio chato abater aves assim as pessoas ficam assombradas de tudo, mas a era do consumo eh pior. 
Você sabe, esta inocência da 
natureza do convivo 
sem premissas um algo verdadeiro 
um dia acaba e hoje posso dizer que cada dia acaba.
É faldo dizer que que não. vai acontecer isso..
Umas coisas já acabarrm outra demoram uns 
20 ou 50 anos para reduzir-se ou terminar,
 talvez até mais... 
Mas um dia acaba 
e se transforma em outra coisa: lembranças etc
Vamos curti a natureza com esta antes que se esgote.
Na vida real toda esta demanda da vida moderna tem uma muita grande de energia
As pessoa nã tem tempo para falar do tempo que ninguém tem para esperar.
A civilização pode ter percorrido 
em alguns séculos ou pode durar muitos anos
Se o amor foi interrompido 
sem ter atingido o fundo do pote,
ficamos imaginando as múltiplas 
possibilidades de continuidade, 
tudo o que a gente poderia ter dito 
e não disse, feito e não fez.
Gaste tudo até o fim.
Gaste seu amor,
Usufrua-o até o fim. 
Enfrente os bons e maus momentos,
passe por tudo que tiver que passar, 
não se economize.
Sinta todos os sabores que o amor tem, 
desde o adocicado do início 
até o amargo do fim, mas não saia 
da história na metade. 
Amores precisam dar a volta ao redor 
de si mesmo, fechando o próprio ciclo. 
Isso é que libera a gente 
para Ser Feliz Novamente!!!!
Ah a foto do lago é de lá..