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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Brilho Intenso, Modigliani e Frida Kahlo


Nossa cultura é
ameaçada por
esse destino..
Tem, ao mesmo tempo,
um repertório fantástico, 

desde a inocência até loucura.
Até porque uma ideia,
é que cada um deve ser livre
de pensar como quer.
Mas não fazer o que quer.
Muitos conseguiram os dois..
Pensar e fazer.

Wilhelm Dilthey, 
filósofo alemão
dizia:
A vida é uma trama misteriosa 
de acasos, 
destinos 
e caráter..
Completo
Eu, dizendo que 
é
uma trama de 
inocência
e insanidade,
mas de coisas belas..
Coisas belas
as vezes,

são ditadas 
pela loucura,
nem sempre 

escritas pela razão...
J. Kerouac diria:
no escuro amanhecer,
ouço pássaros,
ovos calam minha boca,
não calam minha escrita.
Pessoas mesmo, 
os loucos, 
os que estão loucos 
para viver, 
loucos para falar, 
loucos para serem salvos,
que querem tudo 
ao mesmo tempo, 
aqueles que bocejam 
e usam chavões, 
no fervilhante mundo, 
onde lentamente no amanhecer,
pode-se ver 
um brilho intenso..
do sol...
Frida Kahlo, 
pintora,
dizia:
Pinto a mim 
mesmo 
porque 
sou 
sozinha 

porque 
sou o assunto 
que 
conheço melhor. 
No "Manifesto Surrealista"
de 1924,
Frida Kahlo,
foi
André Breton,
poeta Francês,
quem
inspirou
sua pintura.
Frida Kahlo,
nesta época,
se envolveria 

com Jacqueline 
Lamba, mulher
de André Breton,
algo louco na época.
E assim Frida
comparece na
Paris iluminada,
da época
de Picasso,
Gertrude Stein,
Matisse, uma Paris,
que tudo brilhava.
onde já não havia
Modigliani,
morto em 1920.

mas seu brilho
continuava, desfilava
ainda mais
em
suas pinturas.
O brilho
intenso,
da pintura ,
de Frida,
aparece
em Paris,
com
"L'Amour Fou"..
o amor louco.
Com um aceno 

surrealista,
o Mexico,
teve Frida.
É a loucura...
e o brilho...
que acolhia e
encontrava ali em
Paris de
Frida, 
conectou tão
bem,
Modigliani.
Num mundo,
nem toda loucura
será castigo...