Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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domingo, 29 de novembro de 2015

Iomerê, Fotografia e Poesia.

Gosto
de pensar,
olhando 
para
as montanhas, 
e imaginar,
como 
era aqui,
o lugar,
na 
sua 
origem, 
no tempo
que
ainda 
não havia Cidade.
Sempre existiu 
montanhas 
e colinas aqui.












Cada 
registro 
é de 
um território afetivo...
há muitos afetos aqui...
tudo começa nas montanhas.
Motivado pela morte da minha mãe 
em 2011...
tantas vezes retornei a cidade,
para materializar 
luto e a saudade.
A ideia inicial era algo documental 
fotográfico, com um texto poético.
Acima de tudo, 
é uma homenagem 
aos anos que passei 
ao lado de meus pais e irmãos aqui.
É algo carinhoso..
A proposta documental..
com narrativa poética, 
que mistura fotografias 
com textos que tenho, 
ou que encontro..
ou em investigação que envolvem 
meus pais e outros conhecidos.
Os documentos oficiais..
ou 
sem grandes ficções,
mas 
muita intenções louváveis,
A Iomerê existe na mente 
de cada um
a minha
é de sempre algo 
criado na mente nestes anos,
e hoje 
do fotógrafo amador,
muita coisa
de que conheço
é formada por 
imagens antigas, 
outras de arquivos,
que mostram 
lugares antigos, 
como o pavilhão
da igreja antigo.
lugares
solitários, 
como que 
abandonados,
no papel fotográfico,
pois existem  realmente
só ali agora
mas tudo
de Iomerê
ou 
em na maioria 
só há
os resquícios..
de lugares
esquecidos 
pelo caminho..
da cidade
mas há os que restam
como o Juvenato, o seminário,
o hospital
e abaixo

a igreja inaugurada 
em 1953,
e abaixo a  antiga.















Restos de memórias,
coisas 
e imagens
atuais.
A grama 
da praça
era que 
existia 
na época...
já não existe mais. 
Em minha vida
muitas e muitas 
vezes 
e quantas
vezes
estive nesta praça..  








Estive nesta praça..   
sem 
preocupação técnica,
deixando o
o sentimento 
de saudade escapar.


Em minha vida
muitas e muitas 
vezes já 
estive 
nesta praça, nestes lugares,
estive agora vendo
de longe 
nesta foto..   

Ver
fotos
do início 
e  fotos atuais
vejo como fotografia 
e poesia se misturam. 
Por ora,  
dou conta 
de absorver as 
mudanças
minha dor da perda íntima 
não só de minha mãe, 
que morreu neste anos,
durante o período que fiz estas fotos.

Gosto.. 
de pensar 
que 
é na própria cidade 
origem do meu
e do meu afeto..
por Iomerê.

Em frente ao
casarão da Freiras.
Por 
fotografar é que surge 
esta foto.
registrada
na última
visita que
fiz à cidade
para esse post.
Eu queria esta foto
uma paisagem
que se revelasse a
um
local, emblemático
de Iomerê,
mas acima de 

tudo significasse
todo meu afeto..
um lugar favorito..
andei por aí..
Entrei no casarão..
vi...
Escadas..
Capela,
Quadros
como sombras
e marcas do tempo,
presentes..
em várias fotos..

da cidade, 
dos tempos antigos..
mas tudo 
é muto dinâmico,
em se tratando de Iomerê,
onde tudo esta sob 
o mesmo céu, 
nem sempre há
os mesmos interesses..
nem o mesmo horizonte.
Na queda d'água..
o ruído incessante, meu território afetivo..
que domino em parte..
Muito de Iomerê é tão original,
fala por si mesma.
Posso 
admitir 
que 
conheço 
bem pouco
deste universo
deste lugar...

Há 
muitos 
afetos 
ai.
Tudo 
é 
como 
água..
tudo 
flui
assim.

photos antigas
cedidas por habitantes 
e antigos moradores 
de arquivo. 
Demais
Gosto
de 
pensar,
olhando 
para toda esta água que cai...
montanhas de gotas, 
e imaginar,
como 
estou 
aqui,
o lugar selvagem,
tudo
silvestre,
já na 
sua 

origem, 
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Photos
Rebel.