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domingo, 29 de janeiro de 2017

Criatividade, brilhantes, insights, vem com o tempo.

FIORE
Quando a área estudada 
depende do conhecimento 
de um grande arcabouço 
de dados 
da 
realização de 
muitos experimentos, 
a tendência 
é de que "envelhecer", 
faz bem os cientistas. 
Isso provavelmente acontece, 
porque o sujeito precisa dominar 
muito bem sua especialidade 
para, mais tarde, 
elaborar contribuições 
que façam a diferença 
para aquela área.
Um estudo de 500 ganhadores 
do Nobel desmente 
mito de que cientistas 
ficam menos criativos com a idade
Cientistas com alguns anos a mais.. 
podem respirar aliviados: 
ao contrário do que dizia o mito, 
a carreira não acaba quando 
eles chegam a essa temida idade.
Em essência, é uma análise 
de mais de um século 
de prêmios Nobel.
Essa descoberta mais impactante 
serviria, por sua vez, 
como indicador do período 
de máxima criatividade 
científica na vida deles...os ganhadores
Nobel de física, medicina 
e química entre 1900 e 2008 tinham 
 em torno de 40 anos quando 
realizaram seus trabalhos melhores.
Dos anos 1980 para cá, 
aliás, essa idade tem até aumentado.
Na física, área na qual 
supostamente a juventude 
é tudo para quem está 
em busca de ideias brilhantes, 
a idade média subiu para 50,3 anos, 
contra 45 em medicina.
O mito de que física 
é coisa de moleques 
(no bom sentido) foi propagado 
por gênios do calibre 
de Albert Einstein (1879-1955).
"Uma pessoa que não fez 
sua grande contribuição à ciência 
antes dos 30 anos 
e assim nunca o fará", 
era uma tendência localizada, 
típica de sua época Einstein...
É que, de 1900 a 1930, 
os cientistas estavam envolvidos 
no esforço de entender 
a mecânica quântica, 
área da física que estuda 
o comportamento surpreendente 
e nada intuitivo dos átomos 
e das partículas que os compõem.
Brilhantes "insights" vem 
com o tempo.