Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Wasted Years II

...
A música 
que me 
embala...
chama-se
Anos 
perdidos...
Wasted Years.
...
O meu passado 
é tudo...
que penso...sinto ás vezes
tudo  me  agitando na mente,
como uma pressão que 
estivesse em
cima de mim,
assim que me sinto,
para escrever 
tudo isso,
sinto
que faltou algo,
é nossa imperfeição 
que
nos faz humanos.

Como um sonho,
presente
ou ausente deles ou sonhos 
antigos,
nas coisas 
que já fiz.
ou que se tornou
um sonho já velho.
Mas a história continua..
estou cercado assim 
de realidades próximas.
Meu computador...
o som do Iron Maiden.
Fecho os olhos 
e lembro 
no tempo 
que se foi.
é meio perda 
de tempo, 
voltar ao passado,
mas...
Sentir,
criar,
pensar,
é coisa do meu blog.
Anos perdidos.
A poesia..
A canção..
fazem parte.
A alma tem a 
ver com a canção.
O tempo se impõe,
a distância de tudo.
O amor que se foi 
meus avós, 
minha infância.
Talvez só por pensar, 
há algum tipo 
de afeto..
isso, 
que seja algo melhor,
longe...
Num mundo,
quando que as pessoas 
são excessivamente, 
presas ao cotidiano 
e por isso, 
só sobrevivam 
coisas do dia a dia...
e logo são descartadas, 
onde as emoções são fuídas. 
Em meio a isso, 
tenho o cuidado 
de não tornar-me 
um refém das 
vivências passadas...
e nem um 
ressentido.
Muita coisa na 
vida da gente 
é vaidade,
mas não tudo,
digo,
"nem tudo é vaidade". 
Neste instante, 
experimentei, 
a sensação
de voltar
na
Vila Bressan,
que vivi ali, 
vendo lugares árvores, 
assim como quem 
diz pra si em sua mente...
aqui foram dias felizes 
da minha vida.
me remetem a momentos 
passados 50 anos 
atrás, 
uma rápida emoção,
vem aos olhos, 
o passado feliz 
que não existe mais,
Essa catarse 
de relembrar. 
os belos momentos, 
os momentos
lindos da minha vida, 
não afeta meu presente, 
valorizam 
os antepassados. 
Há poucos dias, 
uma amiga me disse 
que considera 
uma mentira 
a ideia de que 
sempre amamos 
nossos pais. 
Concordo com ela. 
Acho que talvez 
possamos mesmo,
não sofrer tanto,
imaginar 
a vida assim, 
ao imaginar 
que
nem
sempre amamos nossos 
pais,
ou dizer
que sempre amamos eles,
me parece uma 
dessas idealizações 
que alimenta o mito 
de que a família 
será sempre fiel 
na solidariedade e no amor 
que se retroalimenta 
com seus membros. 
Ao contrário, 
acho que, às vezes, 
ela pode ser mortal 
para seus 
membros 
porque mesmo o amor, 
às vezes, não é presente 
e aniquila.
Tenho alguns amigos, 
mas não muitos, 
é claro que pensam assim
da família. 
Sou um cara meio 
chato de prazeres 
solitários, 
por isso, 
me esforço 
em lembrar,
confesso que admirei 
muito meu 
avôs Silvio 
e Catarina Dalmolin. 
Pensa nos outros, 
na amizade 
sincera ou 
na generosidade 
quase sempre presente 
ao meu redor. 
Tudo de bom 
que
aconteceu 
louvo mas quando 
as coisas vão mal 
me faz supor que, 
afinal, 
há  de 
alguém que carregamos 
na palma da mão 
na ingratidão do mundo...
Na minha consciência 
é que temos 
um
lento
caminhar  
pelo mundo,
mas muito solitário.
Quantas vezes 
tivemos
momentos
atormentados 
pelo sentimento 
de insignificância,
ingratidão e indiferença.
Quantas vezes 
atitudes nossas 
pereceram sozinhas, 
diante da incomprensão,
da espera, 
de uma resposta?
Quanto 
de afeto e gratidão 
se
perdeu nestes anos..
Eu sei que por ser tudo
tão volúvel 
e tão insensível,
acontecem coisas
não nada 
eh algo desejável, 
mas aacontece.
mas muitos 
deles 
foi insuportável..

que foi isso que vivi,
vi 
e senti 
nestes momentos que  
rememorei tudo
comigo entendo
o que a gente não deve estar 
sempre procurando os 
anos dourados,
a gente vive sempre 
os anos dourados por estar vivo 
e com saúde.
Tá escrito.