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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

1910, Iomerê.

História da Igreja
está inserida na história
de Iomerê.
..
Em 1910 
foi construída 
a primeira casa para rezar,
cujo terreno 
foi doado 
pela Companhia 
Colonizadora
Selbach Kröeff 
e no dia 21 de 
junho de 1924
realizou-se a primeira 
festa do padroeiro.
..
Com o 
passar do tempo 
ao lado da casa para rezar,
mais precisamente em 1936, 
com esforço e união da comunidade 
foi construída a capela 
em madeira.
Em fevereiro de 1935 
criou-se a 
Paróquia em Iomerê.
...
No dia 04 de julho de 1948 
deu-se início a construção
da nova Igreja, 
a qual foi concluída 
em 19 de abril de 1953.
e marca a arquitetura e a beleza da forte presença
do catolicismo em Iomerê.
A igreja de Iomerê foi inspirada 
em uma igreja italiana,
da cidade de Lamon, 
na Província de Belluno, 
região do Vêneto da Itália,
e que para a obra contaram com pedreiros vindos daquele país.
A construção foi toda executada 
“por fora” da antiga capela,
para os fiéis não ficarem sem um lugar apropriado para rezar.
O altar desta Igreja era feito em madeira e o mesmo sofreu um incêndio, provavelmente ocasionado por velas ou curto circuito. Alguns homens que jogavam baralho a noite, ao voltarem para suas casas, viram o princípio do incêndio.
Tocaram o sino desesperadamente, acordando então a maioria dos moradores, que pegaram baldes com água na gruta e conseguiram apagar o fogo.
O altar foi reconstruído e hoje abriga dentro dela a presença do “Santíssimo” em seu altar esculpido em mármore italiano.
Conta ainda com um belíssimo salão paroquial e uma casa paroquial onde funcionam salas de catequese 
e secretaria da paróquia.
A mesma atende ainda treze 
capelas que compõe
a família paroquial São Luiz Gonzaga.
Fotos de 1920 até os anos 1953.

..
A colonização 
da região de Iomerê 
começou 
por volta de 1900, até então, 
suas matas 
eram 
habitadas por índios. ... 
O primeiro nome da comunidade foi 
Fachinal Branco, 
o qual foi elevado a distrito 
em 1917, 
mais tarde mudou para São Luiz 
homenagem ao primeiros 
colonizadores
que eram devotos, 
passando 
a se chamar por último 
Iomerê 
que significa
e tupi,
guarani,
é Clareira Branca 
ou Campo Branco.
Ai está 
a atual Iomerê.



terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Iomerê history

A vila cresceu,
mas nem tanto assim...
Foi um longo tempo
até aqui.
A igreja ficava
cheia de fiéis
em dias de missa e 
muito mais
em dia
de procissão
em volta
da praça.
As casas
eram
quase
todas
de madeira.
Existiam
o Juvenato
Marcelinas
e
o Seminário
dos padres
Camilianos,
que eram
construções de alvenaria.

Nos anos
50...
Existiam
2 casasna vila
de Iomerê,
feitas de tijolos,
uma do oficial
do cartório.,
Sr. Pedro Penso
dono do cartório
e
Dona Rosina Rech
na esquina da praça.
A igreja foi inaugurada
em 1953
feita por operários italianos.
O pavilhão permaneceu ali até o fim dos anos 60
onde há hoje o estacionamento da igreja.
Nos anos 50,
a maioria das casas
eram de tábuas de pinheiro,
de serrarias da região,
a cobertura ou coberto,
feita
de telhas
ou tabuinhas
e havia outras
casas que
eram de paredes
de madeira
e a cobertura
ou cobertas
de tabuinhas,
que era um tipo
de madeira
mais rústica,
lascada com cunha
diretamente dos
pedaços
do tronco
do pinheiro.

...
O povo
era muito religioso,
padres camilianos
celebravam missas
a todos habitantes,
haviam celebrações
que constava de
procissões em
torno da praça.
Iomerê é uma
vila com habitantes
origem Italiana.
Os habitantes eram
a maioria
italianos ou filhos
de imigrantes
do Vêneto vindo ao Brasil
nos fins do século 19,
que se fixaram
no Rio Grande do Sul,
mas
que vieram para
cá com seus
filhos e netos
para o centro oeste
de Santa Catarina,
para colonizar estas terras,
de difícil
acesso.
Pelo trem o
acesso era por
Videira já município
ou pela Vila
de Pinheiro Preto,
Estradas
ligavam Iomerê
a este dois lugares
e as estradas todo
transporte eram
feitas por burros e cavalos
em charretes ou carroças,
e os habitantes já não
viviam de forma Isolada.
Desde o início
a paróquia
era dirigida
pelos padre
Camilianos
de origem italiana.
Sendo fundador
Padre Gazotti
A primeira
prédio de
alvenaria
de Iomerê
foi feita
com base no projeto
do engenheiro
que esteve em Iomerê
inaugurado nos
fins dos anos 40,
Domingos Marchetti,
engenheiro
e construtor italiano
que esteve
em Iomerê
em 1934.
neste período,
relacionado
a construção
do Juvenato
de Iomerê em 1937
inaugurado
em anos depois.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

REBEL 1980 EM IOM


REBEL 1980 EM IOM, upload feito originalmente por *...REBEL..*.
Foi um longo tempo...
Fujamos dos definitivos
Decidi voltar à cena do passado.
Há me lembrar..

o frio.
Lembro também que já 
escrevi sobre isso..
essa é uma das razões de 
 voltar ao assunto.
O grande engano de muita 
gente na vida é exatamente esse,
o de estar a procura de definitivos,
quando a vida é fugacidade, 
breves passagens, transitórios.
O único definitivo na vida humana..
todos sabem o que é.
Mesmo assim, sou um cara conscientizado dessa brevidade da vida, com a consciência do efêmero, é naturalmente minha formação é o que tenho...
esta é minha intuição..
e
meu dom na sobrevivência humana..
meu inconsciente.
No longo caminho foi um não..a
covardia,
medo,
fuga,
busca da segurança perfeita,
da procura pelo definitivo..
Quem procura definitivos,
procura por estagnação,
tem medos,
sofre de baixa auto-estima,
eu vivo...assim...
vocação...
de superar-se
nada garantido,
o garantido leva a infelicidade garantida, 
isso sim.
nenhuma busca de definitivos..
o saudável passatempo..
continua.. 
é o melhor da vida.
não a senzala..
a vida só se vive intensamente...
assim.
Compromissos com o definitivo são acertos com a morte.
Ponto..final..e ai
como uma abelha... procuro a flor...
eu procuro..
procuro.. o doce da vida.

Ah.. até,
eu posso sorrir dos velhos tempos..
tempos.. 
o ontem, o recente..
eu me lembro.. 
o tempo em que eu sabia o que era
felicidade.
eu sei o que é..
ainda hoje...
eu deixo as vezes lembrança, 
viver de novo..
se um dia você estiver aqui, 
entenderá..
da vida de que falo....

domingo, 21 de abril de 2019

2019, Iomerê

A fé religiosa do povo, 
dos padres
e freiras
num lugar
chamado 
Iomerê
são
apenas minha
lembrança 
saudosa
da 
minha vida...
e fazem 
parte 
das 
alegrias 
da infância...
e continuam hoje.

...
Este cenário
perto 

da montanha..
este lugar 

modesto...
Mas a mente
está em alerta..
Prefiro a vida
assim já vista
desde os anos 60.
Está ficando 

mais frio,
por aqui,
sinal que um 

inverno vem,
é logo ai..

sem flores,
mas é outono, sim.
Nada que impeça
compreender que
o tempo passou,
que estamos 

em 2019.
Ando assim 

aqui 
em Iomerê.
...
Mas
o ângulo
e o ponto
da visão
ajudam a ver
o que fotografamos,
e como vemos
tudo aqui.
inevitável,
talvez,
só de pensar,
ou ouvir
o ruído dos carros
a conversa de bar,

pessoal vindo 
da igreja 
depois da missa
só sei
que
este lugar
é um
lugar
tanto...

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Frei Evaristo

...
A gente 
curtia 
o Frei 
Evaristo
como 
era,
sua calçada,
o palco cívico 
o hasteamento 
da bandeira
mas
que hoje 
não existem mais.
Sem querer me lembrei
das tardes de Domingo,
em Iomerê dos anos 60.


...
Pessoas
queridas 
do Frei 
Evaristo,
quem 
não 
lembra 
da irmã
Otália, 
E maravilhosas 
essas  mulheres 
que trabalharam 
anos no
Grupo Frei Evaristo, 
Constantina Cherba, 
Luiza Pasqual 
Eleonora 
Hentz.
..
Formatura do ginasio Grupo Escolar Frei Evaristo 1.969 , Libera Vigolo,
Lourdes Valentini,
Josefina Pastore, Ignes Rech, 
Maria Ines Rebelatto, 
Fatima Valentini, 
Clarice Mariani, 
Luiz Alberto Rebelatto 
aos fundos 
Albina Valentini 
e D. Luiza Pasqual.
Além de lindas, 
educadas, 
não falavam palavrão 
à toa, 
todas iam na missa, 
e gostavam de rezar 
o terço..


...
Muito legal esse tempo
da Jovem Guarda.
Curtia
muito 
os cantores 
na década 1960.
Havia
um
programa aos domingos..
Jovens tardes de domingo,
de Roberto Carlos 
e músicas  de
Erasmo e Roberto Carlos.
O anos 60 está 
na esquina 
da igreja e escola,
ao  palco cívico 
do Frei Evaristo,
do pensamento, 
é tudo 
uma questão 
de tempo, 
de envolvimento, 
de inspiração. 
Versos soltos no ar e 
a arte de amar,
como uma canção 
de amor 
ao revelar algo de valor. 
Éramos em 1965 
um Brasil de jovens 
mobilizados 
e engajados 
em amor 
e respeito 
ao próximo 
Em Iomerê 
se respirava um 
amor juvenil e
poesia 
á luz da
religiosidade
num Brasil 
dum 
caos imposto 
pela revolução 
de 64 ou ditadura. 
Sessenta foi a década 
das grandes revoluções, 
dos hippies.
As revoluções dos 
anos sessenta 
produziram grandes 
transformações 
nos anos e 
os fenômenos 
Beatles, 
Roling Stones, 
Elvis, Bee Gees, 
Jackson Five 
ressoaram em todo mundo.
No Brasil diversos movimentos 
como
Jovem Guarda.
Há expressão mas 
o que ficou de tudo isto, 
é a alegria de saber 
que há ainda resíduos 
cativos e que foi há quase 60 anos mas
temos bons motivos 
para comemorar 
as gerações
e estas belas histórias 
que todos nós escrevemos juntos,
um filme de 
nossas vidas.
Bem gosto 
de falar 
de tudo
com
belíssimos textos, 
cheio de palavras 
com fortes mantras 
e por assim dizer 
com verdades 
incontestes. 
apesar da revolução de 1964
que aconteceu.
Eu tive a oportunidade 

de conhecer muito deles 
delas que estão nas fotos…
Emocionante lembrar.
Neste mesmo tempo 

que ouvia 
no rádio músicas dos 
Beatles, na
idade do preto e branco,
este inesquecível 
e inigualável tempo.
Jovens Tardes de Domingo,

pelo calçadas do 
Frei Evaristo, da igreja de
Iomerê e não tinha 
a praça como é hoje.
Que saudades!
Como foi bom 

e como é bom 
lembrar daquelas 
tardes de domingo com as gurias
pelas calçadas 
de igreja... 
e do grupo Frei Evaristo.
Ah! Bom, e a gente ficava 

esperando chegar o domingo.
Lembrar aquelas tardes 

é como 
ainda nos alimentarmos 
daquilo 
que seria 
de mais sublime poderia 
existir, um momento muito
romântico, de ver os guris e gurias  juntos ouvindo música, belas lembrancas
das fotos acima.  
É tudo tem ainda o aroma 
agradável do
que existia naquelas tardes. 
Inalavam-se aromas diferentes 
e eternizantes, 
todos os que 
participaram  
da vida 
em preto e branco,
do Roberto, Erasmo, 
Wanderléia, 
Ronnie Von, 
Renato e seus Blue Caps, 
Martinha 
e outros mais 
é tudo como era
o espírito 
dos jovens de Iomerê. 
Era tudo o que 
poderíamos 
absorver 
de melhor, 
do ser do bem, 
com uma boa 
música no Clube.
Bicho.... 

Tudo aquilo era 
uma brasa, mora...
As canções românticas 

indicavam 
que a moda era 
conquistar o 
“broto legal”.
Não poderíamos jamais

esquecer aqueles dias..
É claro que tudo 
faz sentido e muito mais lembrar.
E
Roberto Carlos, 

Erasmo Carlos 
e Wanderleia, 
bem como toda aquela 
romântica juventude, 
são para mim, 
pra você e penso 
que para todos nós, 
o símbolo máximo do 
romantismo moderno, agradável 
de se ouvir. 
Fui, naquela época, 
nos anos 60.
Como é grande 

o meu amor 
por você, 
e que tudo vai 
para o inferno,
Detalhes 
e Sentado à beira 
do caminho, 
foram as musicas 
de Roberto Carlos.
Que Deus à todos

ilumine agora e sempre 
todos que leem 
este texto.
Os tempos que vivi,

tenho saudade 
e orgulho de vivido nesta 
época de ouro.
Aprendi a amar meus pais,
a escola, a igreja,
desde a minha infância.
De manhã quando 
acordo, 
procuro 
pela mente, 
só encontro a saudade 
de Iomerê dos anos 60,
desse tempo.
Se alguém 
souber 
por favor 
alguma foto ou
informação
deixe o nome comigo.
É o que tenho

sobre 
está fase 
do Frei Evaristo, a prof.Edite, Inês e Odila
e todos que 
viveram na bela Iomerê,
numa mesma época.