Verde,
compensa,
não
há
como
ter mais
alegrias..
de estar
junto da natureza.
E se vivermos,
de um jeito
descomplicado,
nesta
a vida
que é tão breve,
melhor.
Se perguntar..
E Eles...
são,
felizes,
os velhos.
que
sofrem
de doenças
e da morte ...
Sentem ciúmes...
E saudades...
O tema é um exercício,
e não há como não pensar,
nas conjecturas,
de como é tudo,
na vida tão efêmera.
Há que ter sensibilidade,
imaginação
com
o desaguar...
na cachoeira,
água que cai,
da instigante
natureza.
..
Escrever
na primavera
que
pronta
desfila
na minha janela...
Há uma cor
que
não vem
nos
dicionários.
É essa indefinível
cor
que têm todos
os
retratos,
os figurinos..
lembro
da
última estação...
a cor do tempo...
de Mario Quintana...
a cor verde da natureza.