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quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Face

A pintura é poesia sem
palavras.
 
Imperfeito,
calmo,
triste,
magro,
estes olhos
tão lindos,
lindos,
lábios...
Ah,
é preciso
não esquecer,
que
há um
sorriso
nos infelizes,
ah,
a oração,
dum instante.
não esquece,
da borboleta
do céu,
do rosto.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

MODIGLIANI OU PICASSO

MODIGLIANI OU PICASSO..
o filme era sobre Modigliani..
mas deu para ver sua relação
especificamente à  Picasso
e outros pintores.
'Modi'
o pintor,
que juntava a abreviatura 
do apelido
à expressão homófona 
francesa maudit,
morreu cedo,
depois de uma vida 
cheia de caprichos,
bebedeiras e derrotas.
Privações básicas.
Drogas e tristeza.
Uma vida que alguns diziam
ser uma incessante
e mal resolvida busca
de conciliação entre a tradição
e a audácia, modernista.
- Um conservador boémio?
Talvez seja isso mesmo
que me toca nele.
Porque foi, 
na dupla acepção do termo,
um príncipe.
Um príncipe com 
roupas de pedinte,
que a tudo 
resistiu,
até à má pessoa de Picasso.
Dizia,
"Eu já conheço a vida,
logo serei apenas cinzas"
“Não perca tempo. há o filme
 para assistir 
Tenha calma! Não se afobe.
O filme é a história da rivalidade
entre Modigliani (Andy Garcia)
e Picasso (Omid Djalili).
Dois Homens cuja inveja um
do outro é alimentada
pelos seus brilhos,
arrogâncias e paixões.
É também a história da maior
tragédia amorosa
na história da arte.
Jeanine Hebuterne 
(Elsa Zylberstein)
era uma jovem 
e bonita rapariga católica,
cuja única falha, 
segundo seu pai, 
foi apaixonar-se por 
Modigliani, um judeu.
O pai de Jeanine envia secretamente

para um convento num 
lugar longínquo o seu filho 
e de Modigliani.
Ao mesmo tempo,
Paris prepara-se para a 
competição anual de Arte.
O prêmio é dinheiro 
e uma sólida carreira.
Até este momento 
Picasso e Modigliani
nunca concorreram porque
eram Picasso e Modigliani.
Mas agora Modigliani e Jeanine
tém de salvar o seu filho.
Bêbado e com raiva,
Modigliani inscreve-se 
na competição.
Face a isto Picasso 
inscreve-se também.
Paris torna-se 
frenética de excitação!
Diretor
Mick Davis.
Então era
1919, a Grande Guerra acabou
e a vida noturna de Paris 
transborda paixão
e obsessão.
Esta é a história da rivalidade
entre Modigliani e Picasso.
Modi revolucionou 
o mundo das artes
como um cometa, 
dançando sobre as mesas,
embriagado de paixão pela vida.
Inspirado pelo amor 
e consumido pela obsessão.
Ele é o famoso 
pintor italiano Amedeo Modigliani,
um gênio criativo que 
viveu e absorveu a charmosa 
Paris do início 
do século 20 com uma atração 
incontrolável pela beleza.
Sempre com a mesma intensidade.
Modigliani , teve uma série 
de episódios de rivalidade com Picasso – brigas públicas, ofensas mútuas.

O caráter amoral e perverso do espanhol subjuga e humilha em diversas ocasiões o frágil e alucinado Modigliani.
Ele freqüentava um bar junto com outros artistas, pintores, escritores e onde ele mantinha brigas constantes com Pablo Picasso. E foi nessa rivalidade que os dois resolveram participar de um concurso, uma disputa entre eles, e outros pintores famosos, inclusive Rivera, para ver quem era o melhor, no Salon des Artistes.

De certo modo, o que Picasso fazia era provocar até a loucura pintores que ele considerava potencialmente bons, para que, movidos pelo ódio a ele, pudessem ir mais longe em suas habilidades.
A raiva, sabia Picasso, sempre foi o motor mais poderoso a impulsionar o gênio humano.
Modigliani, pintor italiano de origem judaica, foi um artista bonito e boêmio, 

que usava álcool e outras drogas.
Morreu aos 35 anos, de tuberculose.
Quando ele conheceu Jeanne Hébuterne, viveu uma paixão que durou 
até a sua morte.
Ele começou a pintá-la, como 
se estivesse com os olhos fechados, 
e quando ela 
o questionou, ele lhe disse: 
“Só pintarei os seus olhos quando 
conhecer a sua alma...”
E todos os importantes artistas da época trabalharam muito em suas obras, 

mas quem ganhou foi Modigliani, aplaudido calorosamente, inclusive por Picasso.
Já bem doente, Modigliani é assaltado: levaram um tesouro que ele disse que carregava enquanto bebia num bar.
O tesouro era um papel que 
lhe dava o direito de casar 
com a sua amada.
Os ladrões acharam que 
ele se referia a outro tipo de tesouro, o surraram quase até a morte 
e no hospital veio a morrer. 
E sua Jeanne, grávida de 
outro filho seu, não suportando 
a vida sem ele, se atira de uma janela, matando ela e o filho que esperava. 
O enterro foi feito junto, 
na mesma sepultura.
A perspectiva sob a qual 

Amedeo Modigliani olhou 
o mundo é uma particularidade.
A deformação que produziu, 
na realidade mostra uma beleza rara e especial.
Através do alongamento das 
linhas e formas arredondadas , 
o artista criou uma 
personalidade própria 
para seus personagens.
A mulher de sua vida, 
Jeanne Hebuterne, com 
quem teve uma filha, 
foi sua musa principal.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Uma mistura dúvida e certeza.

CADA HOMEM NA SUA VIDA
SEMPRE ESTÁ 
DIANTE DE DESAFIOS
SEMPRE DE UMA CERTEZA 
SUA MORTALIDADE.
Homem..
seja homem sempre,
encare sozinho 
sua 
finitude..
Ah sentir tudo isso.... 
no 
SILÊNCIO DA NOITE..é pior..
no silêncio do dia. 
um sol de Claude Monet..ameniza

Na verdade, é verdade..
dúvidas assim existem,
em todos os homens.
de todas gerações.
Até o Fim.. 
dos anos, 
que é uma mistura dúvida e certeza.
Haverá sempre..
O Dia Antes do Fim..
Nada mais depois...
Mas brilha o sol..no céu azul lindo,
Acordei em meu chateau..
no meio da manhã..
depois de um... 
grande estrondo, na rua..
Vendo os sapatos no chão..
 A partir daí, tive assim
alguns momentos angustiantes súbitos.
 A Luz..o SOL...tem sempre uma presença magnética na tela,  e na vida.



Quem fala é um homem, um dia foi tão jovem..























Agora sem medo 
de ver as mãos 
e o rosto 
enrugados, 
a barriga e músculos flácidos, 
a pele com manchas de senilidade.
Ah também Picasso foi assim..
o gênio um dia morre..
Ah....
Quem 
nunca se pôs..
lendo trecho, 
do que se imagina 
ser uma 
carta de despedida 
para familiares e amigos... 
No minuto seguinte, 
inútil..
inútil..
Tudo bobagem..
mas a certeza de que a vida,
se trata de um fim... um dia.
Não há soluções heroicas,
todas improváveis...até o fim..
Ah é a nossa essência, a mortalidade....
Cada um..
um ser,
alguém que  a  cada dia melhor,
mas, 
que sobrevive, 
a momentos de melancolia,
diante de sua mortalidade.
Texto
Fotos
Rebel.