Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

Rebel

LOOKING IN WINDOW


R.E.B.E.L - Most View- - Week- Top Ten

Mostrando postagens com marcador Pinheiro Preto.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pinheiro Preto.. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Sweet go Back

....
Diante 
da realidade
nada impede
ter meus 
momentos alegres
e
deliciosos, 
junto ter
questionamentos

reflexões.
Lugares que 
desfruto no meu tempo.
1. Cachoeira.
2. Lugares da infância.
...
Eu já sabia 
disso..
O chão 
colorido
cheio de grãos 
entre os troncos da Videira,
eram frutos
que se desprenderam. 
A beleza do cacho da uva
diante de meus olhos
Eu já sabia..
E a beleza nos grãos 

que vão
se
depreendendo,
Caindo lá, no chão.
Queda
á medida que  caem
se despedaçam.
Prefiro que caiam 
na minha boca. 
Ah., este meu 
ar inocente. 
Ando por 
ai... 
desfrutando 
a vida na videira 
e seus cachos 
seu grãos,
suas uvas
Dedo de Dama 
ou Itália.
Eu não sei qual prefiro.
Não é  
contemplar
ou sentir
que há
algo envolvido 
em cada grão, 
na cápsula 
protetora
a casca,  
de sabores 
cores vivas,
com
um cheiro 
atraente, 
entre 
as folhas,
mas 
o melhor 
é saber 
que
pode-se
comer
ali a fruta... 
Na maioria das vezes
na sociedade 
mercantilista
esta prática de comer 
uva no pé,
nem pensar.
A vida é doce ali.
Nada é tão 
doce 
e delicioso,
que imaginar algo 
que não existe mais,
mas  há uma nova
possibilidade,
para ser 
colocada 
na mão,
ou degustar 
na boca é algo realmente
instigante,
Parece que foi 
ontem,
mas ainda sou 
criança 
nesta horas.
Tudo outra vez.
Lugares
da infância,
vamos lá...
No meio dos sonhos.. 
Ah é, 
se 
estivesse sonhando
acordado
ou 
sonhando altas horas,
meio do sono,
Diante da vida
é preciso ser 
doce..
e ter doce.
Se permitir doces 
momentos,
de felicidade,
nem que se 
resumam
a sensações assim.
Ai que 
a infância 
sempre 
parece 
o paraíso.
 ...
Muito 
do que 
fomos
e
continuamos 

existir..vem da infância.
Somos
e
sempre 
uma 
boa 
reflexão
para 
quem vive...
...
Relembrar 
das
coisas 
que 
aconteceram,
comuns,

ou
deliciosas,
é ótimo.
A vida poderia 
ser 
vista 
vivida 
entre as
pessoas
sob 
o ponto de 
vista 
da 
doçura, 
não
da ganância, 
da raiva, 
da  
exagerada
competitividade,
no mundo cão 
capitalista. 
A minha
consciência,
é de 
onde nasci
de onde tenho
saudade, 
mas
aqui
permite,
relembrar,
não imaginar,
o mundo doce.
Sem imaginar
posso dizer
algo profundo 
deste encontro 
nada casual,
com meu
mundo, 
antigamente era doce
por tudo isso..
Mesmo
que muitos
tentassem 
imaginar 
alguma coisa,
talvez
ficaria só na 
imaginação. 
A lembrança é que
a vida mudou muito 
de lá para cá.
A vida era 
muito
mais inocente,
desarmada 
não havia
tantos espaços 
para 
desconfiança
entre as pessoas.
Coisas 
tão comuns,
o contato próximo,
vivi,
assim 
ainda
criança., 
imagino 
hoje que
praticas assim
em larga escala 
são utópicas
Sim,
uma delas,
ir com 
o colono, 
comer uva 
debaixo das
videiras
ou 
parreiras.
...
Deliciar 
as frutas 
frescas,
depois 
da chuva,
é sempre
algo 
que
fascinava,
continuo assim, 
continua
a
existir
para mim 
que vivo,
por lugares 
do
interior.
Que tem amigos na
colônia 
como 
a gente chama
por aqui,
e algo 
tão comum,
nesta prática 
deliciosa.
Essas  
atitudes 
não são só
recordações...
pratico ainda.
Testei
na minha
realidade 
e senti
ela 
diante
das uvas saborosas,
com elas 
estes 
meus 
deliciosos 
questionamentos.
A infância 
sempre 
parece 
o paraíso.
Essas recordações.
Venho aqui 
e entendo melhor 
agora...
Voltei 
mais vezes
onde, 
era
então, 
o paraíso.
...
Come-se 
muitas 
frutas, 
além de uvas,
figos
e
o prazer
diante de frutos 
frescos 
aqui 
no verão.
Talvez a minha
maior sensação 
neste
verão por aqui,
Estas frutas 
vista e colhidas
no pé
maduras
são 
destinadas à alma,
tamanha 
a gratificação 
que trazem
o prazer,
de saciar 
ali
o desejo 
a fome
de algo saboroso e doce. 
...
Lugares,
que ando
trazem 
essas
recordações
da  
minha infância.
Nenhuma recordação é
impecilho, 
ir lá 
debaixo 
parreira,
junto ao pé, 
escolher um caxo 

colher deliciar a fruta,
comer
fruta 
que ali já colhi.
Acho que isso
é tão doce 
Comer
frutas 
na minha 
terra,
é doce.
Relembrar
o tempo 
passado 
é
doce.

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Sombras de um belo passado..

Sombras de um belo passado..
Não é uma autobiografia.
Mas sim reminiscências de algo relacionado 
aos anos
em que vivi em Iomerê.
Eu gosto muito da cidade 
"Entre Videira e Pinheiro Preto
está Iomerê". ..
Geograficamente 
e na minha vida sentimental...
momentos deliciosos 
da minha vida passei lá..
que vida...era.
Foi lá um momento mágico 
da vida...
levei a vida de coroinha do 
Padre Gemelli,  
Tropeiro...seminarista....
açougueiro etc.... 
"Grande Gestos 
de bondade de amigos 
eu tive lá",
me fizeram alçar voo....
de Iomerê para Curitiba.
responsável
das minhas 
mais bem sucedidas..
mudanças de rumo,
Iomerê com mil habitantes.. 
fui morar a cidade Curitiba, 
com 300 mil, 
em 1972.
Era um momento duro, 
o Brasil da ditadura, mas a vida 
para mim, 
mudou muito, 
melhorou muito.
Fui de Iomerê, para
Curitiba...
o melhor colégio, 
uma bela casa, 
cinemas, esportes etc..
Havia uma difícil relação 
com meu m pai...
de quem cuido 
e observo o 
que digo
para evitar um mal-entendido 
com meu passado..
Mas as vezes tudo se resolve com
uma explosão de risadas:
"Depois de tantos anos", 
não pude deixar de rir...
as vezes,
isso ajuda a evitar os..
ressentimentos 
e certas artimanhas
e certas..
reminiscências do passado
digamos somem assim.
Examinando..pessoas que
se surpreenderam com
a mudança minha para
Curitiba, muito deles 
me acompanharam.
Quando eu volto a Iomere..
vez por outra ou um após o outro,
momento, os semblantes à minha volta
se iluminam e desatam em risadas.
Nos rostos das  mulheres e dos homens,
uma centena de delicadas rugas,
que franzem suas faces e queixos..
a cada risada,
sinal que  o tempo é implacável
e são cicatrizes deixadas pela
batalha da vida, mas traços que
aprecem com muitos risos,
e belas lembranças".
Por fim, no último relato, 
relembra ontem na saída de Caçador,
meus tempos de Tropeiro,



 nos  anos 70 e 71,
vendo um capataz da Fazenda do Pedrão
ou Pedro Melo,
no Horizonte, que o tempo  teima em
não deixar para trás...
e um Tal de Joimir um capataz da foto


A fazenda Rozeira, com z,
será rememorada
em breve para que ELA readquira 
contornos um tanto mitificados
na minha mente,
" do seu Rio  azul e límpido 
e de sua Relva úmida"
traz bons momentos dessa
"existência estranhamente real,
liga o passado, 
meu presente,
meu futuro".

sábado, 28 de julho de 2018

1909

Escrever 
sobre
isso
é um meio 
de 
entender 
a vida...
A coisa 
mais difícil 
é entender
sobre 
como 
foi feita
a estrada,
o túnel,
em 1909,
onde 
morreram 
40 pessoas
para escavar 
na rocha maciça.
Nunca se saberá 
como 
aconteceu tudo
ali.
No túnel o tempo 
deixou 
suas
marcas
Acredito,
é que o passado 
me capturou
e bateu dentro 
de minha mente.
Gostei 
das fotografias 
elas 
capturam 
um momento 
que se foi 
para 
sempre,
mas
continuam, 
na bela história.
...
Fotografar
é um meio 
de 
entender 
a vida...
Como 
é bela 
a vista
do fim 
do túnel.
Sobre a estrada,
olhava 
em frente
no fim do túnel
os trilhos,
o verde,
em meio 
ao 
escavado,
da 
rocha,
era tudo que 
havia ali agora.
..
A morte 
deixou 
uma marca
que 
ninguém 
pode ignorar. 
O túnel 
e  a estrada deixaram 
um saldo 
de 40 mortes
no local,
hoje visto 
no cemitério
nas várias
cruzes e na
lápide 
no local, 
Uma memória 
que 
ninguém pode 
roubar,
do pioneirismo 
da construção no Brasil.

Coisas
reais
que restam 
de 1909.
A simples 
alegria 
de ver 
e pensar
sobre como
as coisas 
que 
aconteceram
ali.
..
A estrada
O túnel,
ali 
em frente
encravada
no meio
do verde 
da mata.
Os anos passados ali
no começo d século XX 
e o desafio vencido.
..
Eu ali 
pensando
nos dias 
que se 
foram 
com a 
construção,
olhando o profundidade 
do túnel
Pensando
em toda bravura 
dos operários 
e saber que 
um lugar assim 
não é hoje 
mais importante 
na logística 
do transporte
na região. 
Tudo tão simples de ver
uma memória agora,
de um passado 
heroíco
Tudo existe, 
é verdade,
Tudo é apenas 
um pouco 
de história
em Pinheiro Preto.
Words
Photos
Rebel.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Até lá por Pinheiro Preto

Acho minha vida bem diferente...
Foi bem isso, até aqui, admito, 
quando eu parti para uma longa 
e modesta viagem de ida a Curitiba em 1972 
e retorno a minha cidade natal..
em 1985, 
e ontem senti de novo de cara, 
muita gente desconhecido, para um cara de 30..
Tudo ai, os prédios, casas, as ruas, a igreja, 

conta a história de meus pais e irmãos, 
afinal é onde eu vivi meus 
tempos desde que nasci..
então são lembranças de alguém que como criança, 
não conviveu com um lugar que 
é hoje, muito mais sofisticado, 
cheio de carros, até importados..camionetes. 
Eles, as pessoas não me reconhecem...
afinal sai daqui há 30 anos..voltei..por um tempo....
há mais  de 30 anos, 
mas prometo a eles que não será a última vez aqui.
Mas foi só começar a rodar pela cidade para ver um amigo..dois..dez,

Bogoni, 
Zanelas, 
Bressan,
e logo parecia que era tudo igual 
ao primeiro momento quando íamos ao catecismo aos 6 anos...
sem perder meu otimismo nato e quase ingênuo, 
meu jeito relaxado.. 
Todas as coisas que senti ainda eram 
resquício dos amigos que tive na época...
onde dei meus primeiros passos, 
aprendi muito e segui 
em frente ajudaram não que me intimidar, 
com o ter grandes desafios na vida, 
meus desejos de vem desta época, não sumiram como fumaça...névoa, do caminho,
grande parte deles alcançados.
O temor inicial de mudar de cidade, começou aqui em 1963, quando passei a morar pertinho dai em Iomerê, 
que deu logo lugar a problemas práticos, 
como arranjar um lugar melhor...
escola e novos amigos, Isso porque eu as vezes sou um cara que era meio solitários, mas que aprendi a jogar bola etc,
fins de semana 
com amigos,já que me sentia sozinho em sua casa. 
Aprendi hobbies como observar a natureza...
ouvir musica e tocar instrumentos musicais diversos, 
"Eu já aprendi um dos instrumentos, foi dureza...
era bateria", embora apareça tocando bateria em uma foto...
não sou o cara ainda no instrumento.
Até lá por Pinheiro Preto, nenhuma esquisitice se espalha pelos lugares,
que são algo da minha na própria história, 
embora há muito tempo e agora bem rodado. 
Eu sinto que tudo é muito real, 
que tudo aqui,
é como era antigamente sossegado, 
então faz sentido dizer esse mundo 
no aspecto físico não mudou muito". 
"Ei queria quebrar essa tranquilidade, 
sair por esse mundo de maneira insana"...
A Vida fértil e muitas vezes insana dos lugares maiores 
por onde estive como Curitiba,
Porto Alegre, Rio, São Paulo, 
não tem nada até ai...
Mas isso não me parece o incomodar muito.
Amo ainda esta cidade... 
pelo menos é uma comparação 
com outros lugares que que eu gosto. 
Mas claro que não estava conscientemente...
até chegar de névoa aqui...