Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Olhares no entardecer

No
crepúsculo
no
quase
escuro,
O fluir dourado,
no ar,
num fim de tarde,
olhar longe,
N'alma
luminosamente tocada,
com asas,
num
silêncio,
assumo tudo.

Na montanha
vejo na distância.


Unimos
olhares
meus olhos azuis
se lançam,
tudo
quase escuro.
Buscar
Sombra..
luz
e
Olhares

me
arrasto
pelo ar...
E
Brilhos e olhares.
O sol
some
devagar,
pela
montanha.
E
Sou
um impulso
puro
pioro
ao
olhar
Admiro
e fito..
parece um
voo,
unido na
montanha. Vermelhos,
dourados
da tarde.
Photos
Words
Rebel.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

CADA ROSTO

Cada rosto, algo definitivo
Um simples olhar
Posso..dizer..
o teu olhar
agora
Por detrás...da minha lembrança.
Sem tua companhia
Refleti em minha mente
a magia do OLHAR...
Será sempre como
um belo sonho
pelo que desperta
ver além..
risonho
a beleza da vida
pensando bem...
falo alto
vejo olhos
Simples em quatro paredes
Revelam meus sonhos
A tua delicadeza..
no silêncio
Apenas recordações
Acompanhadas de cada sorriso que foi,
momentos vividos
Agora,
como..caprichos e sonhos
escritos só,
Escuto meus pensamentos
LÁBIOS
De cor vermelha ou "rosa"
Serás sempre a mais bela
Passado
Belo...de
Emoções..
te amar
não foi apenas desejar
Sentimentos distintos
O amor ... a paixão
Magicamente idênticos
Corpos envolvidos em doçura
momentos mágicos
estão comigo na magia do tempo
acordei com este pensamento
mas no intimo
Apenas
sempre
A liberdade de acreditar,
que verei teu belo rosto.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Tudo que nos rodeia

Os olhos dos bichos..
Sinais..um olhar..que ninguém olha .....
jamais, vejo as coisas passarem diante de meus
olhos.

As árvores, animais...especialmente  as flores... dizem, não têm alma..
Sem eles a paisagem  fica nua..
Com eles mais bela é...
e linda.

A vida floresce.
Aumenta..tudo..até o prazer dos verdes campos.
São verdes agora..que continuem verdes...
Ganham movimento..
Têm vibração..
Gritam, é revelador,
talvez evidências, de um criador..
no Azul..a cor linda do Céu..

A mágica do sol..no céu iluminando..o fim da tarde.
O verde..os patos..
Tudo soa assim da  grande Natureza.
Tem muita coisa por ai que se ouve
aqui ou ali que pode até ser verdade...
que é agradável ver e ouvir o correr dos
rios..o verde das árvores..

Passaros...patos é preciso ter ter ouvidos..
e amar a natureza.
 
Tudo é vivo e tudo fala ao redor de nós,
embora com vida e voz...
que não são humanas,
mas que podemos aprender
a escutar,
porque muitas vezes
essa linguagem
secreta ajuda
a esclarecer o nosso
próprio mistério.
Words.Cecília Meireles.
 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Olhar fotografico

O escultor Henry Moore atribuía ao ato de desenhar o condão de romper a passividade do olhar, sua acomodação.
Os fotógrafos criaram um conceito mais ou menos impreciso e o nomearam "Olhar Fotográfico".
O nome é muito bom, mas a compreensão do que seja nem tanto. Esse olhar fotográfico é normalmente tido pelos fotógrafos como uma espécie de dom ou de talento, mais ou menos desenvolvível com a prática mas aparentemente uma instância distinta dos ensinamentos de técnica operativa da câmera fotográfica e da técnica de composição.
Esse olhar fotográfico imaginado seria, para os que pensam assim, algo capaz de superar totalmente a técnica compositiva (vista como uma muleta para quem não tem o olhar fotográfico) e algo apenas instrumentalizado pela técnica operativa, essa um saber inerte, passivo, sem capacidade de criar lógicas visuais mas tão somente servir ao olhar fotográfico.
O bom nome, como veremos abaixo, termina assim sendo um biombo ocultando as questões verdadeiras, quais sejam o relacionamento das instâncias técnicas com o ato fotográfico e, principalmente, a educação do fotógrafo para superar a preguiça do olhar.
É como se o tal Olhar Fotográfico fosse inato ou algo da personalidade e destacado da prática da fotografia, algo pessoal que, de repente, havendo uma câmera e uma técnica, aflorasse, mas sempre estando latente e pronto antes mesmo da experiência fotográfica. É assim, aliás o pensamento majoritário sobre as artes, algo da esfera do dom e não da técnica ou do trabalho. Algo que é inspiração.
Contudo, assim como aprendemos a desenhar treinando em nós uma maneira de analisar a cena e traduzi-la em uma convenção bidimensional de representação, e essa análise é muito bem definida em seus procedimentos consistindo em medir, comparar, avaliar tamanhos relativos e inclinações, e sobretudo, evitar que o olhar preguiçoso empregado na vida normal contamine o desenho, aprendemos também o Olhar Fotográfico fotografando e treinando como analisar a cena em função da representação desejada.
Na verdade, adquirimos o Olhar fotográfico quando aprendemos a olhar para as coisas como uma câmera fotográfica; analisando o DOF, analisando um mundo contido em um retângulo definido, analisando a luz e a reação da superfície sensível a ela. Nosso pensamento produz um prognóstico da captura.
O olhar fotográfico é inseparável dos atos analíticos que empregamos para definir a fotografia. Ele não tem outra natureza a não ser a antevisão dos atos fotográficos a partir de uma compreensão do aparelho.
A relação entre Olhar Fotográfico e técnica fotográfica ou técnica de composição é uma relação como a cara e a coroa de uma moeda. Não é possível fazer uma moeda só com um lado. Não existe o Olhar fotográfico sem a introjeção da experiência fotográfica e sem o ato de análise fotográfica.
É como um dado.
Podemos olhar o dado de seis lados diferentes, mas termos somente o dado como coisa completa de seis lados do mesmo objeto. Experiência fotográfica (técnica) e Olhar fotográfico são a mesma coisa, somente que cada uma dessas expressões simboliza uma categoria analítica.
Mas de fato o tal olhar acontece como uma conjugação de escolhas técnicas, e é adquirido pela experiência de fazer escolhas técnicas até o ponto em que sem uma câmera na mão podemos saber como uma câmera, com uma determinada lente, capturaria um assunto.
Diversas estruturas formais da fotografia são estranhas à vista humana desarmada; desfoques, silhuetas, DOF curto, perspectiva rectilinear, nada isso é nosso. Tudo isso é aprendido pelo uso da máquina ou pela contemplação do universo de imagens fotográficas circulantes no mundo. Aprendemos a fotografar vendo fotografias e entendendo sua forma de fazer.
Consta que o maior de todos, o Henry Cartier-Bresson, costumava olhar suas provas de cabeça para baixo para não ser perturbado pela coisa retratada ao analisar a composição.
Olhando de ponta-cabeça ele via menos a coisa –o referente- e mais o jogo visual de linhas, massas claras e escuras, etc.
É muito interessante como isso guarda semelhança com o desenho "com o lado direito do cérebro".
Separa a representação da análise formal tem sido, para todas as gerações de artistas visuais, o grande desafio.
A fotografia é feita de um objeto objeto, mas constitui uma coisa própria, regida por leis próprias, e olhar fotográfico é análise formal, é tornar consciente a percepção visual, e aplicar essa consciência ao enquadrar o mundo no retângulo.
Artigo de Ivan de Almeida.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

olhares

Aqueles olhos
Brilhavam mais do que a Lua
na noite de céu azul..
que não havia tantas as estrelas
Tão vaidosa
com tanto brilho
Desejo,
dizia aquele olhar.
estranha força do desejo.;.
é a beleza..
a percepção
o belo,
do que há dentro de si...
Dizia
não fique assim,
venha ser..
com teu melhor sorriso,
não tenha medo ,
que não há segredos,
com estes olhos risonhos,
a ouvir minha voz....
Acredito na tua força.......
Sim,
quando olhava tua..face
encontrava..
a tua boca pressentindo
um beijo esperado,
e encantos guardados
Foi isso, que pensei
voltando pra casa,
Em minha mente eu
estou indo para seu braços..
Você não pode ver a luz do sol
 pode simplesmente sentir o luar
  amar assim,
é a melhor coisa
é sentir ao redor
  este teu suave sussurrar
  no silencioso luar
de ontem à noite
Eu acho  ter ouvido
 algo  que vai continuar
assim para sempre
 em minha mente
assim eu fui embora..