Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

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segunda-feira, 18 de março de 2024

A Bela Tarde e a flor

IN GARDEN
A Bela..
O Belo dia de sol,
da Tarde
Na Tarde
podemos desfrutar de sonhos e desejos...
filme bom do espanhol Luis Buñuel...
A bela da Tarde..
a bela personificada em Catherine Deneuve
Seria impossível, imaginar alguém por aqui... fria na aparência, ardente no íntimo...como a própria era.
Catherine Deneuve no filme, ela é fria com o marido, mas ardente com os homens,
quase sempre muito quente,
onde costumava frequentar..bordeis.
E o marido é aquele tipo de rapaz que toda mãe gostaria de ter por genro.
O que temos em mente é um sonho, pode-se alegar...a trazer de volta a bela história
Mas, por outro lado, talvez o desejo não saiba distinguir sonhos e realidade.
Ou ainda é possível que sejam a mesma coisa.
O certo é que o desejo é um território de obscuridade,
e a quatro paredes muito mais...
que não pode ser delimitado previamente.
Então sábado é dia de lembrar que há o belo...o desejo..o imaginário..o real e que tudo é possível
"a liberdade não pode ser um um fantasma..tudo isso também depende da forma de seus desejos e sonhos..
belos sonhos e desejos.
"Nós somos mesmo um pouco estranhos até ao escrever.."mas também se pode dizer que não é um pouco..estranho ou tolo...falar isso.
Longe disso...que
há nas mentes...
há vagas idéias
há ideias de beleza,
na inteligência
e há idéias de encanto...
e do desejo...
em cada um,
num sábado...
Não é de espantar..isso..
Mas que espécie de amor será..
Como qualquer amador já terá notado, o
que se passa..
na fantasia não é tão diferente assim,
do que se experimenta na vida real..
A paixão imaginada,
difere-se da real
em que há uma sensação
de anular-se.
Há um estado de ingenuidade
em que o amor deixa...
nem sempre é assim...
A sensação de ser algo maravilhoso..
ver alguém..em que se deposita tanto..
este é ser amado..
que eu imagino...
com nuances do lado quente do filme..
a bela da tarde*o filme..é completo então..
Não nada é inovador...
mas inspirador
uma tarde assim..
onde estará o meu amor....
bem a flor já há...e a tarde é bela..
Photo
Words
Rebel

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

AMOR EH.

Amar, 
eh
bom
porque,
é
doce a liberdade.
Algo imaginativo...
que veio de lá..
Lá onde a 
(ins)piração, 
se esconde...
e o que pode ser..
ou pode não ser.
Se contempla,  
sempre procuro....
Essa sensualidade 
é tua,
Teu, 
é seu traço
no
abraço,
seus braços 
brancos,
na minha nuca, 
na minha 
mente sobe..
Como meus olhos, 
de ramo em ramo, 
tudo sobe,
respiro..
Agora se me pedisses, 
dormiria..
fazendo amor..
Se dizes nunca..
sei,
não existe..isso...
Psicanalistas não acreditam no 
"acaso".
Assim vou...e você também...
Pelos, pelos,
e espaços vazios
sem linhas.. 
você lê..
O não escrito.
Decifrar não dito,
Enxergar algo...
E, 
muitas vezes, 
é possível...
Descobrir muito além
do
que escrevo..
e depois  de 
eu dizer....
ou fazer com a ponta dos dedos,
Dizer..
senti os teus pontos pequenos 
e suaves...
Me
Levaste a descobrir 
com meus toques algo.
Mais belo que todas 
as palavras ditas ,
ou 
escritas aqui...
na bela tarde...
com a luz,
minha 
felicidade brilha.
Photo
Rebel.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A bela da tarde

Não vem ao caso
dizer se 
"A Bela da Tarde"
é o melhor ou apenas um dos dois
ou três melhores filmes 
do espanhol Luis Buñuel.

Seria impossível,
porque se trata de um autor
tão diversificado,
tão amplo em suas preocupações,
tão inovador e sempre tão insolente
que fica difícil destacar 
um momento de sua obra contra outro.

Mas aqui entra Catherine Deneuve.
Uma espécie de loura hitchcockiana.
(fria na aparência, ardente no íntimo), elevada à quarta potência.

No filme, ela é fria com o marido,

mas ardente
com os homens, quase sempre animalescos,
que encontra no bordel
que costuma frequentar.
E o marido é aquele tipo de rapaz
que toda mãe 
gostaria de ter por genro.

O que vemos em cena é um sonho,

pode-se alegar.
Mas, por outro lado, talvez o desejo não saiba
distinguir sonhos e realidade.
Ou ainda é possível que sejam a
 mesma coisa.
O certo é que o desejo é um território
de obscuridade, 
que não pode ser delimitado previamente.

"A Bela da Tarde" tem um parentesco

certo com a história
de "A Bela e a Fera",
de que talvez seja a mais adequada
versão para os anos 1960.
Era uma década que gostava de si mesma;
a liberdade não queria mais ser um fantasma.
mas algo real,
claro,
tudo isso também era uma forma de sonho.
A bela photo vem por isso..
A BELEZA
FAZ DE VC..minha bela da tarde...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A Bela

"A Bela da Tarde" fala de sonhos e desejos
como não estamos numa olimpíada, não vem ao caso dizer se "A Bela da Tarde"  filmes do espanhol Luis Buñuel.
Seria impossível, porque se trata de um autor tão diversificado, tão amplo em suas preocupações, tão inovador e sempre tão insolente que fica difícil destacar um momento de sua obra contra outro.
Mas aqui entra Catherine Deneuve.
 Uma espécie de loura  bem hitchcockiana
 .................fria na aparência, ardente no íntimo,
elevada à quarta potência.
No filme, ela é fria com o marido, mas ardente com os homens, quase sempre animalescos, que encontra no bordel que costuma frequentar.
E o marido é aquele tipo de rapaz que toda mãe gostaria de ter por genro.
O que vemos em cena é um sonho, pode-se alegar.
Mas, por outro lado, talvez o desejo não saiba distinguir sonhos e realidade.
Ou ainda é possível que sejam a mesma coisa.
O certo é que o desejo é um território de obscuridade, que não pode ser delimitado previamente.
"A Bela da Tarde" tem um parentesco certo com a história de "A Bela e a Fera", de que talvez seja a mais adequada versão para os anos 1960.
Era uma década que gostava de si mesma;
a liberdade não poderia ou não queria mais ser um fantasma,
mas, claro, tudo isso também era uma forma de sonho.
Essa é a hora de tentar e a maioria não quer....
Para.