Monet conseguiu...
Nada a comparar.. em fotos o
foi ele que exaltou na pintura: o prazer efervescente de ver,
e a inevitável desaparição desse prazer.
A realidade, com sua desordem e com seu ruído,
não consegue ficar à altura do que Monet pintou.
Monet nos mostrou "lugares que já existiam na nossa imaginação",
conforme disse Marcel Proust,
"como que esperando para serem descobertos,
e que agora clamam por nosso afeto".
"É preciso haver alguém que nos diga,
'Eis o que você pode amar: ame'."
Monet faz exatamente isso.
E como podemos não amar?
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quarta-feira, 26 de julho de 2023
sexta-feira, 26 de junho de 2015
COMO UM FAROL
Não é uma luz fria, racional,
do materialismo..
do materialismo..
É um farol quente,
inspirador
e
dramático,
que deve nortear a nossa busca,
por belas fotos..
é assim nossa vitrine..
"Basear nossa visão
é assim nossa vitrine..
"Basear nossa visão
e
Incluir algum mestre do passado
Incluir algum mestre do passado
pode ser um pouco perigoso,
já que podem
já que podem
interpretar isso como,
um resgate de valores ancestrais"..
"Mas eu gosto de Monet,
Van Gogh e
um resgate de valores ancestrais"..
"Mas eu gosto de Monet,
Van Gogh e
que é um anticlássico,
que quebrou todas
as regras do Renascimento.
as regras do Renascimento.
Tintoreto foi conhecido
por retratar
por retratar
na luz de Veneza,
solar e estridente.
Não à toa,
Não à toa,
QUE um dos meus álbuns chama-se "luz".
EU LONGE DE SER UM ARTISTA..
domingo, 26 de abril de 2015
The Lake
Acima o lago da foto..
Antes de escrever..
eu pensava
do momento,
quando fazia a foto..
e assim
defendo uma verdade
científica da vida,
que nos,
"convida a procurar
por esta verdade não entre as palavras,
mas entre as "coisas"...
que gosto de mostrar.
A Ideia de contato com a natureza,
que dá paz,
Antes de escrever..
eu pensava
do momento,
quando fazia a foto..
e assim
defendo uma verdade
científica da vida,
que nos,
"convida a procurar
por esta verdade não entre as palavras,
mas entre as "coisas"...
que gosto de mostrar.
A Ideia de contato com a natureza,
que dá paz,
nos conforta...
quinta-feira, 9 de abril de 2015
MONET
Monet nos mostrou há
"lugares que já existiam na nossa imaginação",
Seu caminho do materialismo
realista para uma maior
abstração nunca foi reto.
As condições ditaram o estilo.
O vapor que se erguia pela escuridão na Gare Saint-Lazare,
um dia pediu delgados floreios de rosa e branco sobre manchas de pigmento cinza-azulado.
No dia seguinte, o sol impetuoso da primavera exigia uma clareza mais cristalina.
E antes mesmo do portal de pedra
de Étretat,
Monet já havia escolhido pontos e traços para conotar a natureza bruta e o vento forte. O estilo, precisamente o que chocou os parisienses da velha-guarda, fazia-se passar por um instantâneo do objeto.
O pintor criou versões tão chamativas para vistas e monumentos que, diante da coisa real, um instinto natural era reconciliar a verdade com a ficção, e não o contrário.
As visões de Monet sobre os lugares chegam até a suplantar nossas lembranças diretas dos mesmos.
Ele se aproveita de como a memória aciona as emoções, e se aloja na mente. Monet estava realmente pintando estados mentais, estados de reflexão.
Seus sublimes e tardios "Nenúfares" são literalmente isso: reflexos de luz, nuvens e folhagens no seu lago em Giverny.
O abismo erótico, misterioso e multicolorido do espaço cintilante e indefinido de certa forma descreve a própria memória.
O que torna essas imagens tão modernas é principalmente a aspiração de dar conta do intangível -de tornar imateriais milhões de fatos materiais, e libertá-los do tempo.
Em Giverny, Monet podia ver a transitoriedade diária das coisas, salvas do esquecimento apenas pela memória e a arte.
Há uma foto que ele tirou de si mesmo em torno de 1905, já sexagenário.
Ele aparece em pé, ao lado do lago dos nenúfares, e sua cabeça lança uma sombra sobre a água.
A foto exala melancolia, porque, como qualquer foto, é uma lembrança, com aquela sombra, de algo que já se foi, exceto na imagem e nas nossas recordações.
Monet conseguiu na foto o que ele exaltou na pintura: o prazer efervescente de ver, e a inevitável desaparição desse prazer. A realidade, com sua desordem e com seu ruído, não consegue ficar à altura do que Monet pintou.
Monet nos mostrou "lugares que já existiam na nossa imaginação", conforme disse Marcel Proust, "como que esperando para serem descobertos, e que agora clamam por nosso afeto".
"É preciso haver alguém que nos diga, 'Eis o que você pode amar: ame'."
Monet faz exatamente isso.
E como podemos não amar?
EU CONTINUO GOSTANDO
DE MONET..
HÁ..
UM PONTO EM COMUM
E
QUE DEPOIS DA PINTURA..
ADORAVA FOTOS..
Gosto também de Renoir.
"lugares que já existiam na nossa imaginação",
Seu caminho do materialismo
realista para uma maior
abstração nunca foi reto.
As condições ditaram o estilo.
O vapor que se erguia pela escuridão na Gare Saint-Lazare,
um dia pediu delgados floreios de rosa e branco sobre manchas de pigmento cinza-azulado.
No dia seguinte, o sol impetuoso da primavera exigia uma clareza mais cristalina.
E antes mesmo do portal de pedra
de Étretat,
Monet já havia escolhido pontos e traços para conotar a natureza bruta e o vento forte. O estilo, precisamente o que chocou os parisienses da velha-guarda, fazia-se passar por um instantâneo do objeto.
O pintor criou versões tão chamativas para vistas e monumentos que, diante da coisa real, um instinto natural era reconciliar a verdade com a ficção, e não o contrário.
As visões de Monet sobre os lugares chegam até a suplantar nossas lembranças diretas dos mesmos.
Ele se aproveita de como a memória aciona as emoções, e se aloja na mente. Monet estava realmente pintando estados mentais, estados de reflexão.
Seus sublimes e tardios "Nenúfares" são literalmente isso: reflexos de luz, nuvens e folhagens no seu lago em Giverny.
O abismo erótico, misterioso e multicolorido do espaço cintilante e indefinido de certa forma descreve a própria memória.
O que torna essas imagens tão modernas é principalmente a aspiração de dar conta do intangível -de tornar imateriais milhões de fatos materiais, e libertá-los do tempo.
Em Giverny, Monet podia ver a transitoriedade diária das coisas, salvas do esquecimento apenas pela memória e a arte.
Há uma foto que ele tirou de si mesmo em torno de 1905, já sexagenário.
Ele aparece em pé, ao lado do lago dos nenúfares, e sua cabeça lança uma sombra sobre a água.
A foto exala melancolia, porque, como qualquer foto, é uma lembrança, com aquela sombra, de algo que já se foi, exceto na imagem e nas nossas recordações.
Monet conseguiu na foto o que ele exaltou na pintura: o prazer efervescente de ver, e a inevitável desaparição desse prazer. A realidade, com sua desordem e com seu ruído, não consegue ficar à altura do que Monet pintou.
Monet nos mostrou "lugares que já existiam na nossa imaginação", conforme disse Marcel Proust, "como que esperando para serem descobertos, e que agora clamam por nosso afeto".
"É preciso haver alguém que nos diga, 'Eis o que você pode amar: ame'."
Monet faz exatamente isso.
E como podemos não amar?
EU CONTINUO GOSTANDO
DE MONET..
HÁ..
UM PONTO EM COMUM
E
QUE DEPOIS DA PINTURA..
ADORAVA FOTOS..
Gosto também de Renoir.
segunda-feira, 2 de março de 2015
Os reflexos de Monet e as reflexões
Claude Monet...
belo pintor..
lembra dos varios desenhos
da catedral de Rouen..
belo pintor..
lembra dos varios desenhos
da catedral de Rouen..
The Rouen Cathedral in the Evening
Eu gosto muito..
muitas fotos me inspiram em Monet...
Está em todos os lugares e,
ao mesmo tempo,
invisível,
fora de moda há mais de um século.
Será tarde para resgatar
parte do choque
e do frisson que ele causou na Paris
dos anos 1870..
ao mesmo tempo,
invisível,
fora de moda há mais de um século.
Será tarde para resgatar
parte do choque
e do frisson que ele causou na Paris
dos anos 1870..

Ele é
Surpreendentemente, não,
Surpreendentemente, não,
e há uma exposição recente
no Grand Palais,
que vi na Internet é um começo.
no Grand Palais,
que vi na Internet é um começo.
O maior espetáculo da arte neste outono europeu,
com cerca de 160 pinturas,
é a primeira chance,
em muito tempo,
de ver todo o alcance
do seu trabalho.
Os franceses a tratam como
uma celebração nacional.
com cerca de 160 pinturas,
é a primeira chance,
em muito tempo,
de ver todo o alcance
do seu trabalho.
Os franceses a tratam como
uma celebração nacional.
Monet, o decorador populista
de bistrôs de gosto duvidoso,
é o mais belo dos pintores modernistas,
mas não foi particularmente
dotado como pensador ou polemista.
de bistrôs de gosto duvidoso,
é o mais belo dos pintores modernistas,
mas não foi particularmente
dotado como pensador ou polemista.
A exposição restaura parte do seu status original. Mais do que apenas como o impressionista familiar, ele aparece como um pintor dotado de uma estranha e fugídia probidade, de memória e reflexão, como um artista que busca não só emular o sol, a chuva e a neve, mas também estados de espírito.
Em parte, ele faz isso voltando reiteradamente a certos locais e motivos, muitas vezes completando as imagens no seu ateliê, com base no que recordava.
Monet produziu 2.000 obras, mas suas melhores pinturas contornam o problema da sua própria reprodução ao infinito,
já que são, digamos, irreproduzíveis.
já que são, digamos, irreproduzíveis.
Simplesmente não existe possibilidade de capturar a luz rosa e roxa que emana das suas sombrias divagações sobre Veneza, a não ser parando diante dessas obras.
As telas estão impregnadas com uma espécie de tristeza definida como delicada.
Seu caminho do materialismo realista para uma maior abstração nunca foi reto.
As condições ditaram o estilo. O vapor que se erguia pela escuridão na Gare Saint-Lazare um dia pediu delgados floreios de rosa e branco sobre manchas de pigmento cinza-azulado.
No dia seguinte, o sol impetuoso da primavera exigia uma clareza mais cristalina.
E antes mesmo do portal de pedra de Étretat, Monet já havia escolhido pontos e traços para conotar a natureza bruta e o vento forte. O estilo, precisamente o que chocou os parisienses da velha-guarda, fazia-se passar por um instantâneo do objeto.
O pintor criou versões tão chamativas para vistas e monumentos que, diante da coisa real, um instinto natural era reconciliar a verdade com a ficção, e não o contrário.
As visões de Monet sobre os lugares chegam até a suplantar nossas lembranças diretas dos mesmos.
Ele se aproveita de como a memória aciona as emoções, e se aloja na mente.
Monet estava realmente pintando estados mentais, estados de reflexão.
Monet estava realmente pintando estados mentais, estados de reflexão.
Seus sublimes e tardios "Nenúfares" são literalmente isso: reflexos de luz, nuvens e folhagens no seu lago em Giverny.
O abismo erótico, misterioso e multicolorido do espaço cintilante e indefinido de certa forma descreve a própria memória.
O que torna essas imagens tão modernas é principalmente a aspiração de dar conta do intangível -de tornar imateriais milhões de fatos materiais, e libertá-los do tempo.
Em Giverny, Monet podia ver a transitoriedade diária das coisas, salvas do esquecimento apenas pela memória e a arte.
Há uma foto que ele tirou de si mesmo em torno de 1905, já sexagenário.
Ele aparece em pé, ao lado do lago dos nenúfares, e sua cabeça lança uma sombra sobre a água.
A foto exala melancolia, porque,
como qualquer foto, é uma lembrança, com aquela sombra, de algo que já se foi, exceto na imagem e nas nossas recordações.
como qualquer foto, é uma lembrança, com aquela sombra, de algo que já se foi, exceto na imagem e nas nossas recordações.
Monet conseguiu na foto o que ele
exaltou na pintura: o prazer efervescente de ver, e a inevitável desaparição desse prazer.
A realidade, com sua desordem e com seu ruído, não consegue ficar à altura do que Monet pintou.
exaltou na pintura: o prazer efervescente de ver, e a inevitável desaparição desse prazer.
A realidade, com sua desordem e com seu ruído, não consegue ficar à altura do que Monet pintou.
Monet nos mostrou
"lugares que já existiam na nossa imaginação",
conforme disse
Marcel Proust,
"como que esperando
para serem descobertos, e que agora clamam
por nosso afeto".
"lugares que já existiam na nossa imaginação",
conforme disse
Marcel Proust,
"como que esperando
para serem descobertos, e que agora clamam
por nosso afeto".
"É preciso haver alguém que nos diga,
'Eis o que você pode amar: ame'."
'Eis o que você pode amar: ame'."
Monet faz exatamente isso.
E como podemos não amar?
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Monet

Ao contemplarmos as obras, podemos nos dar conta de como, na visão de Monet, a fachada do templo religioso transfigura-se, muda sensivelmente conforme as condições climáticas e as luzes que inundam sua estrutura.
O que foi representado não foi o objeto, ou seja, a catedral, e sim os efeitos das luzes sobre a matéria que a compõe. Manifesta-se aí a impossibilidade de reproduzir uma verdade objetiva.
O que foi representado não foi o objeto, ou seja, a catedral, e sim os efeitos das luzes sobre a matéria que a compõe. Manifesta-se aí a impossibilidade de reproduzir uma verdade objetiva.
NÃO HÁ UM UNICO OBJETO OU VISÃO -uma ideia de desconcertante modernidade, rica de consequências na história da arte.
O francês MONET é o pai do movimento artístico conhecido como impressionismo, que se caracterizava por pinceladas soltas nas pinturas.
Ao ver um quadro dele chamado "Impressão, nascer do sol (1872)", um crítico aproveitou para fazer piada com o título da obra.
E o termo impressionismo ganhou força a partir daí, apesar de ter sido usado de forma pejorativa num primeiro momento.
E o termo impressionismo ganhou força a partir daí, apesar de ter sido usado de forma pejorativa num primeiro momento.
Uma série de 50 imagens da "catedra de Rouen" foi pintada por Monet em horários diferentes, reproduzindo a incidência da luz.
Assim ele pretendia analisar as diferentes influências que a luz pode exercer sobre a percepção da realidade.
Assim ele pretendia analisar as diferentes influências que a luz pode exercer sobre a percepção da realidade.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Claude Monet
Claude Monet nasceu em Paris a 45 rue Laffitte, no distrito. É o segundo filho de Adolphe Monet e Louise-Justine, nascida após Aubree Leon (1836-1917). Batizado com o nome de Oscar-Claude de Nossa Senhora de Loreto, ele é chamado por seus pais de Oscar. Ele gosta de dizer mais tarde que ele é um verdadeiro parisiense como seus avós e seus pais, todos os quatro nascido em Paris. A família, incluindo avós paternos, mudou-se para Le Havre, na Normandia, em 1845, o ano de seus cinco anos. Este é provavelmente um movimento decidido sob a influência de sua tia Marie-Jeanne Lecadre, esposa de um comerciante que Havre recebe seu irmão em sua casa. Seu pai era um comérciante colonial.
Oscar-Claude Monet 1840.1926 foi o mais célebre entre os pintores impressionistas.
O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
O jovem Oscar não é um aluno aplicado muito em suas próprias palavras, mas parece que nos anais da faculdade, ele atende Havre como "um grande natureza muito simpático para os colegas." No início, ele desenvolveu um gosto pelo desenho e segue com interesse o curso de Ochard, um ex-aluno de David. Seus primeiros desenhos são caricaturas (chamado "Retratos de encargos") personagens (professores, políticos) que Monet ", gritava à margem de seus livros ... deformando o rosto, tanto quanto possível, ou perfil de seus mestres "em suas palavras. É já esboços barco e paisagens "ar livre" no solo.
O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
O jovem Oscar não é um aluno aplicado muito em suas próprias palavras, mas parece que nos anais da faculdade, ele atende Havre como "um grande natureza muito simpático para os colegas." No início, ele desenvolveu um gosto pelo desenho e segue com interesse o curso de Ochard, um ex-aluno de David. Seus primeiros desenhos são caricaturas (chamado "Retratos de encargos") personagens (professores, políticos) que Monet ", gritava à margem de seus livros ... deformando o rosto, tanto quanto possível, ou perfil de seus mestres "em suas palavras. É já esboços barco e paisagens "ar livre" no solo.
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