Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

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sábado, 3 de outubro de 2026

Poucas Flores.

Prefiro 
estar 
 com 
quem 
realmente 
importa....
ou 
em situações 
que 
me fazem 
bem...
Sim
acho
não
há ninguém,
explique
ou
que não entenda
isso
.
longe 
e tão tarde...
foi isso...
sozinho.
na noite 
fria 
e 
na luz 
do silêncio, 
no sono.. 
que não vinha...
Isso..
meditava 
sobre tudo
e todos...
Quase dormindo,
me concentrava...
Eu,
então vou por 
este caminho,
menos conta
o 
vento frio  
lá fora,
e as folhas 
no chão...
as poucas flores.


1840

Claude Monet 1840... inspira estas palavras.
Se você vive vive de forma correta no bem.. você cria paz e harmonia, maior é a alegria e felicidade.


Wasted Years II

...
A música que me
embala...chama-se
Anos 
perdidos...
Wasted Years. 
Iron Maiden.
...
O passado,
vem ás vezes 

à mente, não é tudo...
que penso...
mas é algo que
sinto ás vezes,
me agitando
no corpo
e
na mente,
uma certa pressão como
que estivesse em
cima de mim,
assim me sinto,
escrevendo
tudo isso,
sinto que.faltou algo,
no tempo que passou,
eis.
..nossa imperfeição.
Se há algo que

nos faz humanos
é
a dita imperfeição .
Como um sonho,
presente ou
um velho sonho
ou sonho
antigo, vejo todas
coisas
que já fiz.
que se tornaram
sonhos velhos.
Mas a história
continua..

um dia após 
o outro, ando
cercado 
mesmo
de realidades
próximas.
Meu computador...ao som do 
Iron Maiden, ali
fecho os olhos e lembro
o tempo que se foi.
tudo é meio perda.de tempo.
Voltar no tempo, 
ao passado,

ser saudosista,
mas...
Sentir,
criar,
pensar, 

em
algo
que poderia
ter sido diferente,
Anos perdidos.
A poesia..
A canção..
fazem parte do momento.
A alma tem a ver como
uma canção.
O tempo se impõe,
na distância de tudo.
O amor que se foi
meus avós,
minha infância
num lugar que vivi.
Talvez só por pensar,
já há algum tipo de afeto..
isso,
seja por assim dizendo,
algo melhor,
longe...
Num mundo,
quando pessoas
são excessivamente,
presas ao cotidiano
e por isso,
só sobrevivam
coisas
do dia a dia...

o novo logo 
vence o velho
e o novo

fica velho
e logo
descartado,
são tudo
emoções fluídas.
Em meio a isso,
tenho o cuidado
de não tornar-me
um refém
das
vivências
passadas...
e nem um
ressentido.
Muita coisa na
vida da gente
é vaidade,
mas não é tudo,
digo,
"nem tudo é vaidade".
Neste instante, experimentei,
a sensação
de voltar
na
Vila Bressan,
em que vivi ali, não
vendo lugares cheios 

de
árvores,  apenas
o rio. 
o trem
como quem
diz pra si 

em sua mente,
aqui foram 

dias felizes
da minha vida.
Lugares que

me remetem 
a momentos
passados 

há 50 anos
atrás,
uma rápida emoção,
vem aos olhos, 

no passado feliz
que não
existe mais,
Essa catarse de
relembrar,
belos momentos,
instantes
lindos da minha vida,
 
não afeta 
muito
o
presente, 

apenas
sou
daqueles
que
valorizam
antepassados.
Há poucos dias,
uma amiga 

disse-me
que considera
uma mentira
a ideia de que
sempre amamos
nossos pais 

e familiares.
Concordo com ela.
Acho que talvez
possamos mesmo,
não sofrer tanto,
imaginar
a vida assim,
ao imaginar
que nem
sempre
nossos
pais e irmãos 

são 
escolhas afetivas
nossas,
significa dizer

que nem
sempre 
amamos eles,
que

me parece uma
dessas idealizações
que alimenta o mito
de que a família é  algo
que nos é imposta,
de quem
a gente ama e
será sempre fiel.
Nem sempre há

solidariedade 
e amor
ou algo assim,

que
se retroalimenta 

em seus membros.
Ao contrário,
acho que,
às vezes,
pode ser mortal
para seus
membros
porque
mesmo o amor,
às vezes,
não é presente
e há ódio e rancor 

em cada coração
que
aniquila.

Admitir isso
não rola,
fim.
Tenho alguns amigos,
mas não muitos,
é claro que 

pensam assim..
A generosidade nem
sempre é 
algo presente
na família.
Sou um

cara meio
chato
e
de prazeres
solitários,
por isso,
me esforço
em relembrar,

mas
confesso que 

admirei
muito meu
avôs Silvio
e
Catarina Dalmolin.
Pensar
que eram
além 

dos outros,
na amizade
sincera ou
sua generosidade é
quase tê-los  

sempre presente
ao meu redor.
Tudo de bom
que
aconteceu
louvo mas quando
as coisas vão mal
me faz supor que,
afinal,
há dela
alguém que
carregamos
na palma da mão
com a ingratidão do mundo...
Na minha
consciência
é que temos sim,
um
lento
caminhar
pelo mundo,
mas é sempre

muito solitário.
Quantas vezes
tivemos
momentos
atormentados
pelo sentimento
de insignificância,
ingratidão 

e indiferença.
Quantas vezes
atitudes nossas
pereceram sozinhas,
diante da 

incompreensão,
da espera 

de um afago,
de uma resposta,

que não veio e não virá.
Quanto
afeto e gratidão
se
perdeu 

nestes anos..
Eu sei que
por ser tudo se 

parecer
tão volúvel
e insensível.

mas 
coisas assim
acontecem.

A
vida
com afeto ou amor...
são  essenciais
não tê-los é  nada.
Amor é algo 

desejável,
mas acontece

que muitos lares, 
o amo não 
está presente
entre 
seus familiares 
ou
em parte deles.. 

A vida sem afeto, 
fica
insuportável..
e
foi isso em par te,
que vivi,
que vi,
que senti, em 

muitos
momentos, 

que já
rememorei tudo 

e
comigo entendo
o que a gente
não deve estar
sempre procurando, 

os
anos dourados, 

mas
a gente vive 

sempre
os anos dourados
por estar vivo
e com saúde.
Tá escrito
anos perdidos II
assim entendo,

nem tudo está  
perdido.
Wasted Years II.






Words VIII


Tudo o que escreveres
para outra pessoa
pode ser usado a favor ou contra você.
Ou ao menos
ser publicado se você
o destinatário
ou a história envolvida
tiver alguma
relevância a quem escreve ou quem recebe.
Em blogs,
"garimpar cartas,
cartões, fascinantes"...
pode ser uma boa medida,
que não comprometa
quem escreveu ou recebeu..
Cartas ou desde um cartão..
eu já coloquei aqui..
até com cópias acompanhados,
omiti sobre
qual é a fonte da carta.
É incrível pensar
que há tanto tempo
as pessoas já fazem ou faziam isso,
escrever palavras certas
de coisas simples e interessantes.
Não importa o quanto
avancemos em tecnologia,
nossas personalidades
são iguais.
Eu comecei a blogar
em 2008, para passar o tempo.
num trabalho
entediante e até autobiográfico.
Agora me faz pensar
na internet com mais carinho.
Nunca escrevo muito,
mas gosto de ficar com tempo para atualizar o blog.
Percebo que nas cartas que tenho há muito tempo.
ainda me tomam
muito tempo,
às vezes gasto horas
relendo, para delas
refazer ideias e ter inspiração.
Sobre novos posts...
essa reinvenção faz rejuvenescer...e leva ao novo então.....vem sempre algo novo por ai.
Trabalho duro e obstinado.
A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável. M. Gandhi.

Caribbean Blue

Caribbean Blue é uma das músicas mais marcantes de Enya. Lançada em 1991 no álbum Shepherd Moons, a canção se destaca por sua atmosfera etérea, os vocais suaves e os arranjos que criam uma sensação de paz e contemplação.
A música fala sobre imaginação, sonhos e a beleza do mundo, transmitindo uma sensação de liberdade e serenidade. Sua melodia envolvente e quase mística ajudou a consolidar Enya como um dos maiores nomes da música new age, tornando “Caribbean Blue" um clássico atemporal apreciado por várias gerações.
Mesmo décadas após seu lançamento, a canção continua encantando ouvintes ao redor do mundo com sua combinação única de sons celestiais e uma atmosfera que convida à reflexão e à tranquilidade.





























Somebody

Dizer adeus...pode ser para  alguém que vai e não  volta..

Sobre quem vai e não volta, expressa a dor da partida, o desapego e a certeza de que alguns caminhos não têm retorno.

There is space in life

Na vida há espaço para o amor...para as ternuras...para os carinhos...💛💙❤️
Essa sensação gostosa... deixa a alma leve...o rosto com um sorriso...no olhar um brilho daqueles que amam...
Neruda... disse..
O teu carinho
levado a alma...
que tem feito me
sentir mais ‘humano’
ultimamente...
tem-me faltado palavras..
pois o que sinto
tem-se avolumado...
tem crescido...
tem
se aperfeiçoado,
evoluído, o carinho
por você...
tem
sido tanto amor...
tanta ternura
que me invade...
essa
energia de amor
que me move
vai dentro...
em sua direção,
parece que
me invade a alma...
preenche os
poros...
me eleva...
é minha pedra rara...
minha alma
preciosa...
de ti..
que preciso,
amor... amei...
amei ...
falar com você
na madrugada...
não falamos de
amores...
mas falamos de nós...
o que nos acontece...
o
que vai pelas
nossas mentes,
as
nossas vidas...
não imaginas...
afinal...
nos
conhecemos..
temos nossas
intimidades...
Aprendi sobre
que gostas no
o banho,
trocar de roupa,
café, etc...
e sei...
doce como você é...
sei que se
perguntar mais
falaria..
que não a estaria
‘perturbar’ ...
ou que o estaria
‘invadindo’...
seu..
mundo..
tudo vem
das
entranhas,
de nós mesmos.
Todas as melhores coisas são tão breves...
Então, as nossas melhores coisas,
são leves...e breves.