Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

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LOOKING IN WINDOW


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sábado, 27 de junho de 2026

Better Together

Mudam os tempos, mudam as pessoas, agora, o hoje, há muito mais liberdade e no mundo que vivemos, tudo é permitido até muito mais divórcios que desejamos.

Quando uma mulher diz, não precisamos deles. Esta aí a alegria do feminismo. O impacto da separação ou divórcio, na sociedade é significativo, mas toda pessoa sabe que casar com a pessoa certa é muito bom, é o casamento harmônico e amoroso.
Algumas características comuns a todas as pessoas que se divorciam.
O casal chega ao ponto sem volta, acaba se divorciando e cada um para seu canto.
*Traços comuns de pessoas que se divorciam.
Eles viveram felizes, tiveram muitos filhos… e pediram o divórcio. Quais 
as razões para romper anos, às vezes décadas, de uma união feliz. Sabemos que o sentimento de amor é que vai perdendo sua intensidade aos poucos, até desaparecer. Não é assim simplesmente, nunca pelo contrário. Na prática que as pessoas se divorciam “por razões muito mais profundas” do que a falta de amor. E embora cada relacionamento seja único, existem certos pontos em comum que parecem levar o casamento ao fim..desde o cansaço da relação.
Casais dizem.: Tentamos de tudo, mas é um impasse. Muitas vezes há um fenómeno de desgaste ou cansaço e crônico... “um dos parceiros sofreu demasiado tempo e não vê qualquer mudança na situação"…
O casamento obriga ambos a fazerem muitas concessões que hoje muitos já CASADOS não as aceitam
...Felizmente há também uma questão de escolher o outro e aceitar as suas falhas ou faltas, mas também do perdão e de boa vontade renovada diariamente. Sem isso, até mesmo um bom argumento lhe dirá o que acontecerá com seu relacionamento.
Um homem diz.:
....Se eu ouvisse meus próprios desejos, tentaria trair minha esposa todos os dias. Mas os meus desejos não têm precedência sobre as minhas convicções,
Razão antes da paixão....
Se a sua esposa se orgulha do feminismo, se ela recusa sua feminilidade, se ela começa a se tornar uma caricatura de homem e você homem deve fugir dela. Está claro que ela não poderá retornar à Terra ou a casa que você está. Alguém diz. Não casei com você porque te amo, mas para te amar. Quantas pessoas se casam simplesmente por amarem alguém em algum momento ..Casar é ter vontade de fazer tudo para amar até a morte.
Muitos casais se casam devido a mal- entendidos (sexual, intelectual, cultural ou simplesmente egoísta ou outro). O amor é um sentimento superior, que requer certas qualidades e não é para todos.
Faltam de boas maneiras.. talvez seja um bom motivo para a separação que vem, ai em primeiro lugar, eles são humanos...em segundo lugar, eles são um casal..em terceiro, eles têm problemas...
Sentimos muita frustração dizem os homens. Interessante....
As portas abertas, que afundam, afundam, afundam... sucumbem a relação.
Nem todas as discussões sobre a morte de um casal são aparentemente falsas, mas é realmente útil esta reflexão. Não sei, mas tenho a impressão que são um pouco parecidas com a vida que levamos hoje, tudo é efêmero,  como tudo desde, móveis a eletros, que são feitas para durar pouco tempo.
Poeta e escritor francês do século XIX, disse: "é muitas vezes que o amor morre, porque não fazemos para preservá-lo, tudo o que não fizemos é para ele 'inspirar'
Concordo plenamente com muitas ideias, mas é tudo tão pessoal e muitas vezes também acontece que a outra metade percebe sua vida como um copo mais meio vazio do que meio cheio. Porém há um ponto em comum, a expectativa de vida aumentou, muito em comparação com a época em que o casamento foi inventado, que devia ter em média 35 anos ter 37 anos, essa idade era velha para a época.
Acima de tudo, você não deveria se casar. Assim, não há divórcio... As mulheres procuram homens, o mais ricos possível, os pedidos são formais sobre a sua procura, não podemos mais esconder-nos hoje em dia. 
O fim da ingenuidade.
Sim ..somos egoístas demais para considerar o casamento a longo prazo. Não queremos mais responsabilidades porque vivemos para nós mesmos e não para os outros.
Eletrodomésticos também influenciam porque antes era mais que difícil para um homem viver só.
E viver como casal para um mamífero não é natural. Sim, por outro lado, os pássaros vivem em pares.
O casamento é uma instituição antinatural. É desumano forçar um homem e uma mulher a viverem juntos até morrerem. Independentemente do elevado nível de estudos conjugais, psicológicos e outros sobre o assunto, este um fato estabelecido.
Li em algum lugar que casais que se divorciam muitas vezes o fazem por dois motivos..
1. O homem pensava que sua esposa nunca mudaria (e que ela ainda teria 20 anos e teria a mesma paixão após 30 anos de casamento).
2. A mulher pensou que seria capaz de mudar o seu homem (veja a atração de muitas meninas por "meninos maus).
A literatura, e não só isso, mas está cheia deles.
Outra característica que encontramos frequentemente há muitas mulheres que orgulham-se do feminismo e queria partilhar as suas tarefas, mas sem partilhar as tarefas do seu cônjuge porque a igualdade é um sentido único para ela. E mais, ela queria ser homem e renunciar à sua feminilidade. O companheiro quer fingir um pouco, mas chega uma hora que ele não aguenta mais, ela não entende e desmorona. Os jovens estão menos envolvidos porque antecipam bem esta situação.
Uma bela visão das mulheres... Faz-me lembrar os psicólogos escolares que "ajudam" os jovens: mais de 96% deles são mulheres. Basta dizer que só vemos metade da realidade e que um menino não encontrará nada ali, uma mulher também não terá perspectiva. Mas esta é a nossa sociedade agora. Tudo está desmoronando também no mundo.
Esquecemos a harmonia tácita, tão importante para os rapazes. Falar é questionar, muitos preferem sentir- se comprometidos, o que não é com outros.
O divórcio significa encontrar-se sozinho, significa também encontrar um futuro comum e descobrir um novo amor nesta mesma terra.
Os homens são fundamentalmente poliamorosos e tentar prendê-los a um casal, com um parceiro principal, não é natural..muito dizem. Os jovens têm sexualidades que melhor correspondem aos seus desejos.
Listas de causas, há outras.
As pessoas se separam porque não se amam ou não se amam mais. Até aí esta é principal razão o não dito da amante ou do bromance. Depois, inventam muitas desculpas para conseguir um divórcio amigável.
O resto é evitar que os homens recebam uma pensão compensatória pelos seus erros no momento do divórcio.
Um relacionamento não pode sobreviver se cada membro não tiver a oportunidade de se expressar livremente. Isso não é verdade para um cérebro masculino programado. Ausência de pensamentos comuns no longo prazo, e necessidade de gozos individuais no curto prazo, Declínio da Família, em paralelo com o declínio da Pátria e do Trabalho.
Em tudo isto, sejamos balzacianos com este grande gênio humano que escreveu: "O interesse do marido exige dele pelo menos tanto quanto a honra de nunca se permitir um prazer que não teve o talento de fazer as pessoas desejarem por seu.. O casamento é para resolver juntos problemas que não teríamos que ser enfrentados sozinhos
Existem dois tipos de casamento: o casamento branco e o casamento multicolorido. Este último é chamado assim porque cada um dos dois cônjuges vê todas as cores.
É engraçado até agora nem uma palavra sobre a TV. No entanto, em muitos casais, embora o marido esteja fisicamente cansado com mais frequência do que a esposa e vá para a cama sozinho, a mulher mantém ali até altas horas, enquanto o homem gostaria de fazer outra coisa antes de adormecer. Sim, este é realmente um texto escrito por mulheres para mulheres ou de homens para homens ou de homens para mulheres, entenda como quiseres.
Foto da minha família em 1957. Estou no colo dela..a
a minha mãe que nunca se divorciou e viveu com meu pai até quase 90 anos.
Melhor juntos, referente a esta relação duradoura.

Medicine, Doctors Are Great

A morte é o fim do Túnel.



Ah, 
palavras,
uma 
após 
outra...
Algumas reflexões,
de nós.... 
os Humanos.
Saúde é 
uma condição natural,
Doença é o contrário. 
Médico
nem herói
nem Santo.
Talvez a
Medicina 
seja
ou
é,
a ocupação
mais nobre 
para 
manter 
a vida.
Quando
respiramos, 
rechaçamos 
a morte, 
e assim
temos de lutar
pela vida,
a cada segundo,
Na medicina,
lutamos pela vida 
e contra 
a morte,
sempre

assim 
por diante..
Desde o 
nascimento,
estamos
voltados 
a sobrevivência
e à ela,
a vida inteira,
A medicina 
atua 
no adiamento 
da morte.
A medicina
em sua
essência, 
deve
considerar,
sempre,
que cada momento da vida
é sagrado.
A Vida 
e uma  
luta 
contra
a
Morte. 
Onde
Cada
um sempre 
será 
o dono 
do 
seu corpo.
A morte é o fim do Túnel.
Diante
na morte 
a
medicina 
acaba.
...
A morte é 
o fim....
Se o amor 
não é cura...
o amor 
é um 
remédio 
muito forte,
na medicina.
A cura,
na medicina 
sempre,
é muito 
mais dramática 
que 

prevenção...
Ouvir  
e dar
sempre 
preferência 
ao paciente. 
ao doente
é fundamental
ao exercício 
da boa
medicina.
Liberdade
e espontaneidade
ao paciente 
que fala, 
é imprescindível 
na relação 
do médico 
com o
paciente,
então,
Necessário falar
ao médico para
obter 
pistas sobre 
a doença,
E falar ao médico 
o que sente
e diante dele
da forma 
mais clara. 
O paciente nunca
deve ser 
inibido, 
interrompido 
prematuramente
ou constrangido
e
se o for,
estará restringindo  
o
caminho
da cura, 
e
do médico 
para 
aprofundar 
ou saber 
algo vital. 
Observadores 
observaram que, 
quando
os médicos 
interrompem 
muito seus 
pacientes,
quando 
contam 
sua história,
isso
é muito prejudicial
na relação 
Médico 
e  o Paciente.
É parte da cura,
o desejo de ser curado...
Sêneca...
Sobre  ser médico..
Às vezes não há 
nada que se possa, possa fazer
a um doente. 
Outras vezes os doentes 
não têm força suficiente 
para lutar.

Por que morremos

POR QUE MORREMOS?
O propósito da morte é desconhecido para nós, mas ajustado pela natureza para equilibrar o mundo.
Morremos para dar vida
Morremos para abrir espaço para uma nova vida.
Morremos porque somos parte de tudo ao nosso redor, todas as vidas se entrelaçam, estamos todos conectados e a morte é natural.
A natureza nos diz o que precisamos saber.
Não é cruel; não precisa ser entendido.
Simplesmente continua.
O ciclo da vida e da morte é o caminho da natureza.


Suicidio não controlamos a vida.

Ah...
que não controlamos a vida.
Mas, mesmo assim,
devemos tentar ter
algum controle sobre ela.
Viver até quando....
e qual qualidade de vida desejada..
Hoje o Velho e suas perspectivas
estariam melhorando...
ah.. algum alívio....
Ou preferimos acreditar
que o sofrimento nos redime...
de algo..
um efeito a uma falta de amor
Ou..imaginar que nossa simpatia
e nosso afeto sejam panaceias.
Pouco nos importa respeitar
a infelicidade ou a sina de morrer dos outros.
no fundo o que queremos preservar é nossa (suposta)
capacidade de fazer os outros felizes.

Quando descobrimos que um outro,
(sobretudo um próximo),
não quer viver mais,
nossa primeira preocupação é com nossa impotência... como é possível que nosso amor não seja suficiente para que
ele ou ela queira viver...
Aceitar a vontade de morrer do próximo
seria aceitar o fracasso de nosso amor por ele.
Para a Igreja Católica,
desde o século 5º (Concílio de Arles),
o suicídio é um tremendo pecado contra a vida,
que é um presente de Deus.
Mais tarde, outro concílio aumentou
a dose e decidiu que os sobreviventes
de tentativas de suicídio
seriam excomungados.
Cá entre nós, se Deus quisesse que a gente nunca
tivesse vontade de morrer,
Ele se preocuparia em fazer com que a vida de todos
valesse a pena;
seria mais eficiente do que excomungar os suicidas.
Inventamos que a vontade de morrer ofende a Deus para evitarmos admitir que o suicida não achou que nós fossemos uma boa razão para ele continuar vivendo.
Em suma, com a "melhora" de Valentina, podemos voltar a acreditar que o amor basta para dar vontade de viver a quem se sentir amado. Queremos acreditar nisso ainda mais quando se trata de uma criança ou de um adolescente.
Há um ano, a Bélgica tornou possível a eutanásia de menores.
Escrevi sobre o fato ... comentando que a lei belga talvez fosse "o começo do fim de nosso jeito louco e narcisista de amar as crianças ou seja, daquele amor que diz: como é que nossas crianças poderiam ser infelizes (pior, desejar a morte), se nós existimos e as amamos?".
E concluí: "Os legisladores belgas souberam colocar as crianças antes das necessidades narcisistas dos adultos --reconheceram que ela não é obrigada a querer viver só para que a gente se sinta bem".
Procurando o vídeo de Valentina, esbarrei nos da Exit e da Dignitas, as associações suíças de assistência ao suicídio. Para mim, eles são perturbadores. Por quê?
Não estranho o fato de que as pessoas que se suicidam diante da câmera pareçam estar ótimas --algumas até capazes de fazer brincadeiras na hora de tomar seu barbitúrico final. Imagino facilmente a alegria maníaca que a perspectiva da morte iminente pode suscitar em quem sofre além da conta.
Se mal consigo assistir a esses vídeos até o fim é porque, de alguma forma, eu também me sinto responsável, como se tivesse o dever de fazer que essas pessoas, apesar de sua dor, amassem a vida.
Ou seja, como se eu devesse ser, para todas elas, uma razão de viver. É a ampliação da ideia infantil de que nossa presença ao mundo deveria bastar para que nossa mãe fosse totalmente feliz.
Alguém me pergunta: e se alguém se arrepender depois de tomar seu veneno? Tem como voltar?
Não. Mas receio mais o caso inverso. Se, numa doença degenerativa, eu espero demais, posso passar da fase em que ainda conseguiria me matar ou convencer os outros a me ajudarem a morrer.
Para essa questão, esperando a estreia do filme "Para Sempre Alice", em 12 de março, veja o livro homônimo de Lisa Genova. Ao final, sempre somos derrotados.
Se pensarmos nisso, nada vale a pena.
Mas, antes da morte, tudo vale a pena justamente
porque nunca venceremos
a batalha do fim.

The sun

O sol ignora valores.. como, dinheiro... simpatia. etc..
De graça...ele apenas brilha...para todos.
Photo by Rebel


Apenas seguirei encantado com a vida VI

Apenas seguirei 
encantado 
com a vida....
Lembro..
Cedo, menino,
soube o que 

era a morte
e como era a morte,
um morto.
Ainda pequeno,
Sabia bem o que 

nos fazia felizes,
ou naquele 

momento infelizes,
não era nossa situação na vida,
Minha tristeza fez aparecer o meu...
meu medo...
mas também senti na atitude
das pessoas com a finitude..
dos seres e
da vida.
Também, nos estudos em
Psicologia Médica não tive a noção
que exista uma fase mais
ou menos afetiva do luto, não tem nada..
que nos diga com certeza a partir de
que idade uma criança deve poder
encarar a morte de um próximo.
Os pais podem dar conselhos honestos
e bem pensados.
Mas vai ser difícil encontrar
uma resposta argumentada clínica
e "cientificamente".
Algo sugere que as crianças e os jovens
participem das cerimônias fúnebres
quando seus pais morrem,
mas, de novo, é só uma sugestão.
A decisão fica com os adultos.
E é justo que seja assim,
por uma razão simples:
quando ajudamos as crianças
a não enxergar a morte,
não estamos protegendo as crianças
as quais se protegem muito bem sozinhas e
são, em geral, muito mais vigorosas
(mentalmente) do que a gente imagina.
Quando agimos dessa forma, repito,
não estamos protegendo as crianças, mas a "Infância",
ou seja, a visão ideal que nós, adultos, hedonistas...
temos das crianças; nessa visão, não há espaço nem para a morte nem para o pensamento da morte,
só há espaço para uma
encenação permanente da felicidade e do brincar,
que é a careta que nós chamamos de infância sorridente.
Mas a morte é aqui apenas um exemplo.
A lista é longa das coisas que gostaríamos de manter afastadas de nossa visão idealizada da infância e que, portanto, escondemos das crianças.
Isso aqui, só e há ainda depois dos.. anos..
Muito tentam esconder tudo das crianças,
porque querem "preservá-las".
E há os que acham que nada deveria
ser escondido das crianças,
porque tudo é "natural", tudo é "bonito",
nada é vergonhoso.
Em ambos os casos, os adultos
mostram coisas às crianças
ou escondem coisas delas por uma
mesma razão: para preservar sua visão
de um mundo encantado
e infantil, onde todos são "felizes"
e tudo é "legal".
Esse mundo não é o das crianças...
é o mundo dos sonhos dos adultos.
A vida, então,
também, acaba..
Não,
que eu saiba...
de alguém que ficou..de semente..
O que eu sei é isso..
que tudo se transforma
numa matéria inerte..
a morte...
que a vida se encarrega de apagar
a chama e tudo 

se transforma em morte..
é a finitude..

o fim..
para alguns
Ou a salvação a outros.
Apenas 

seguirei encantado
com a vida....

Photo
Words
Rebel

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Iomerê, Fotografia e Poesia

..
Gosto de pensar, olhando 
para as montanhas e
imaginar, como era aqui, o lugar selvagem, na sua 
origem, o Fachinal Branco,
no tempo que ainda não havia Cidade. Sempre existiram montanhas, matas e colinas aqui..
Havia índios e caboclos.












..
Cada registro aqui,
nunca é o mesmo...meu mundo literário e fotográfico é de 
um território afetuoso
cheio de memória...
Há muitos afetos desde que vim morar aqui...
tudo começa 
nas montanhas.
Motivado pela morte da minha mãe em 2011...
tantas vezes retornei a cidade,para materializar 
luto e a saudade.
A ideia inicial era algo documental 
fotográfico, com um texto poético.
Acima de tudo, 
é uma homenagem 
aos anos que passei 
ao lado de meus pais e irmãos aqui.
É algo carinhoso..
A proposta documental..
com narrativa poética, 
que mistura fotografias 
com textos que tenho, 
ou que encontro..
ou em investigação que envolvem 
meus pais e outros conhecidos.
Os documentos oficiais..
ou sem grandes ficções,
mas muita intenções louváveis,
A Iomerê existe na mente de cada um,
na minha é de sempre algo criado na mente 
nestes anos todos,
de ontem e hoje 
do fotógrafo amador,
muita coisa
de que conheço
é formada por 
imagens antigas, 
outras de arquivos,
que mostram 
lugares antigos, 
como o pavilhão
da igreja antigo.
lugares solitários, 
como que 
abandonados,
um arquivo fotográfico,
pois existem  
realmente está
só ali agora
mas tudo
de Iomerê
ou 
em na maioria 
só há
os resquícios..
de lugares
esquecidos 
pelo caminho..
da cidade
mas há os que restam
como o Juvenato, o seminário,
o hospital
e abaixo
a igreja inaugurada 
em 1953,
e abaixo a  antiga.















..
Restos de memórias,
coisas e imagens atuais.
A grama 
da praça
era que 
existia 
na época...
já não existe mais. 
Em minha vida
muitas e muitas 
vezes 
e quantas
vezes
estive nesta praça..  














..
Estive nesta praça..   
sem 
preocupação técnica,
deixando o
o sentimento 
de saudade escapar.




..
Em minha vida
muitas e muitas 
vezes já 
estive 
nesta praça, nestes lugares,
estive agora 
vendo
de longe
vejo como fotografias
e poesia se misturam 
nestas fotos..  


Por ora,  
...
Gosto de 
olhar 
as 
montanhas,
Em 
frente 
ao
casarão 
da Freiras.
..
Por 
fotografar 
é que surge 
esta foto.
registrada
na última
visita que
fiz à cidade
para esse post.
Eu queria esta foto
uma paisagem
que se revelasse a
um
local, emblemático
de Iomerê,
mas acima de 

tudo significasse
todo meu afeto..
um lugar favorito..
andei por aí..
Entrei no casarão..
vi...
Escadas..
Capela,
Quadros
como sombras
e marcas do tempo,
presentes..
em várias fotos..

da cidade, 
dos tempos antigos..
mas tudo 
é muto dinâmico,
em se tratando de Iomerê,
onde tudo esta sob 
o mesmo céu, 
nem sempre há
os mesmos interesses..
nem o mesmo horizonte.
..
Na queda d'água..
o ruído incessante, meu território afetivo..
que domino em parte..
Muito de Iomerê é tão original,
fala por si mesma.
..
Posso 
admitir 
que 
conheço 
bem pouco
deste 
universo
deste lugar...
..
Há 
muitos 
afetos 
ai.
Tudo 
é 
como 
água..
tudo 
flui
assim.

photos antigas
cedidas por habitantes 
e antigos moradores 
de arquivo. 
Demais












..
Gosto
de 
pensar,
olhando 
para toda esta água que cai...
montanhas de gotas, 
e imaginar,
como 
estou 
aqui,
o lugar 
selvagem,
tudo
silvestre,
já na 
sua 
origem, 
Words
Photos
Rebel.