Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

All which we behold is full of blessings

ARVORE
A "arte de..agradecer....
e reconhecer",
Reconhecer..um
aprendizado
que não é difícil...
mas não é fácil também...
Isso no que se refere à arte de..sentir...dar seu valor as coisas..deste mundo.
Existe outra arte,
todavia, um pouco mais difícil, é....
É a arte de agradecer...
tem muitos que não se dão conta disso..
sabe depois de um passeio campestre: eu agradeci...
"Tudo o que contemplamos está cheio de graças  ou bendições".
Claro, e se estamos diante de uma paisagem..de inverno.. nada verdejante ..o belo..
que também encanta..
"all which we behold is full of blessings".
Mas há...
"o peso moroso e duro da maldade..de todo este inexplicável mundo",
aos que não sabem agradecer.. 
A coisa toda está acima das minhas forças, mas de vez em quando...eu penso nos malditos e idiotas, que teimam em ver tudo, como desencanto, com arrogância 
e por interesses menores...
No trânsito, da vida por onde ando, tenho topado com não sei que tipo de gente..
Há uma árvore,
seca mas em volta floridíssima,
numa cor clara de rosa
e uma parede quase branca...
desvio meu olhar para isso..
basta gente vazia.

Que vi..esta aqui..
Não basta,
acho e me põem a pensar:
"Olha aí, bonita essa árvore".
Ajuda imaginar que é um presente...
tudo que vemos na natureza por ai é uma benção.. há a beleza em todo lugar, e preciso querer ver o mundo assim.
Diante de infelicidades diversas.
"Essa árvore está aí para mim."
Agradeço de aprender com as árvores, que têm muito tempo para crescer e florir,
por estarem fixas no espaço, presas às suas raízes... e estão a nos embelezar.
Photos
Words
Rebel

sexta-feira, 23 de junho de 2023

Copas

Quem ouviu,
nunca esquece..
o soar das copas 

o cantar dos passarinhos.
Todas essas coisas me
vieram à lembrança,

numa ida ao interior.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Tree

Árvores que sempre fascinam....





















ser carregado de folhas e dramaticidade.... suas ramificações e galhos, juntamente com as suas folhas, dispõem-se aos meus olhos como braços e mãos em poses dramáticas, em poses teatrais....silenciosas, pregadas ao chão.


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

TREE


TREE, upload feito originalmente por *...REBEL..*.
Do belo construímos a vida...
nosso mundo, nossas fotos, 
belas arvores por exemplo.
A melhor parte da vida são 
as amizades...
porque não dizer a mais bela,
A vida é  este processo...
este trajeto.. 
este percurso de ir e vir..
de ser...
é uma combinação 
de estados que 
precisamos atravessar...
muitas vezes..
as pessoas...
que não ousam, falham exatamente 
porque desejam estacionar 
num estado que elegem...
um estado que sentem 
confortáveis e tendem ficar nele...
relutam em avançar..
em lutar pela felicidade,
em lutar pelo amor,
em lutar no trabalho,
em lutar nos 
momentos difíceis,
porque elas, as pessoas, 
são assim,
inseguras e frágeis.
é inevitável isso
em não lutar,
em não ariscar 
em algo que os fazem evoluir.
Evoluir é o caminho natural, 
também esta 
a busca de todo ser...
atingir ...
a sobriedade maior, 
o equilíbrio interior...
desejo de qualquer 
ser humano...
Eu ontem passava a noite..
numa caminhada..
sozinho..
acompanhado apenas 
de si mesmo
e me sentir muito 
feliz com isso.
fazendo minhas 
reflexões..
isso é invejável, 
não eh prato principalmente 
para os mais inseguros.
Armazenava as energias boas..
estava a cata de mais 
refinamento...
lugares mais altos..
Sonhar grande, 
deve ser assim 
a vida de toda pessoa 
audaciosa que almeja algo...
pois os sonhos pequenos 
não mobilizam 
os corações dos homens....
já dizia Goethe (1749-1832), poeta e dramaturgo alemão...
eu assino em baixo
A cada dia que vivo mais 
me convenço de que 
o desperdício da vida 
está no amor que não damos, 
nas forças que não usamos, 
na prudência egoísta 
que nada arrisca.
E, 
esquivando-nos do 
sofrimento, perdemos 
também a felicidade.
Somos um todo 
nas nossas buscas, 
nas nosso ambições 
que fazem parte da 
consciência humana,
com seu lado sensível 
e seu lado racional, 
não eh duas metades, 
mas um inteiro.
Texto 

Foto 
Rebel.

domingo, 23 de março de 2014

Tree

Olhar o sol no fim de tarde, tem essa qualidade e se estende por nós.
Nestes tempos difíceis, 
o astral solar deixa  o clima menos pesado, 
é bom ter a certeza de que um momento de reflexão,os ânimos se aquietam, 
as perguntas certas são feitas 

RESPONDIDAS
É a realidade. 
O Sol ilumina  clareia sua mente e podes ver melhor suas possibilidades 
Ótimo para você o domingo..
Eu trazendo considerações mais sérias sobre inúmeros porquês...de ver o sol se pôr.
Todos atravessamos o períodos de revisão de vida, podes então refletir com os pés bem plantados na realidade. E filosofar!
Mais do que dar uma parada é um momento de para repensar um monte de decisões tomadas sem pensar..
A luz solar de hoje colore os meus 
dias com os tons do pragmatismo.
Pensando na vida dos outros, nos seus problemas tão semelhantes a  nós, são de alguma forma uma porta de acesso a nós..
Iniciar algo é sempre urgente, a vida é um movimento,
desde que se baseie em metas bem pensadas e estruturadas, 
refletir!
Tudo que é novo empolga minha alma sempre curiosa e amiga de inovações! 
E é mesmo o alimento da paixão e animação e da imaginação.
Mas ideias originais...traz à tona dúvidas desafios, é muito delicado ao seu espírito..tudo requer abertura e conhecimento e segurança,  e um cotidiano regrado num entorno conhecido. 
Ver o sol e esta arvores é estimular novas percepções, como impedir viagens ou decisões mais alienadas, 
a vibração nos assenta um pouco...a realidade..
Menos arroubos, mais temores, menos afoiteza, mais realismo...ser assim ajuda a transitar melhor pelo mundo, 
e mais à vontade nas relações.
Nervos à flor da pele em nada ajudam a direções ousadas, na vida.
Todo mundo tem um pouco de temor em ser ambicioso...mas abordagens mais cuidadosas e realistas da vida...amenizam temores.

O meu tem..o tempo de duração da vibração amena e reflexiva da tarde..do crepúsculo..vendo o sol se distanciar e depois sumir,
A tarde de alguém que se mostra...
que tem em mente e se questionar, mas nada fantasiosos demais, mas a certeza de que sempre é um bom um momento de reflexão, ao
Sol....ele ilumina de verdade.
Words
photos
rebel

sábado, 3 de março de 2012

Arvore

TREE
Malick capta a dor humana no filme,
Ousado e ambicioso, "A Árvore da Vida" é a obra-prima
que o cineasta norte-americano sempre prometeu
Que "A Árvore da Vida" é um filme magistral parece não haver dúvida.
Mais: é a obra-prima que Terrence Malick sempre prometeu e, por algum motivo, sempre lhe escapou.
Ou por outra: talvez lhe tenha escapado porque a seus filmes anteriores, ainda que admiráveis, faltava, no fundo, a grandeza e a ambição deste. Ambição quase desmedida: captar a dor humana a partir de sua nascente.
E qual é essa nascente? A primeira explosão, de que surgem os elementos? A saída dos seres da água para a terra? O amor a Deus e todos os rigores que ele impõe, tal como dá a conhecer o "Livro de Jó"? Ser filho? Ser pai?
Tudo isso, talvez, e mais aquilo que de certa forma reproduz tudo isso: a família. A família O'Brien, no caso. Com seu pai (Brad Pitt), o severo engenheiro militar que um dia quis ser músico e trata seus filhos com rigor militar.
Existe, é claro, a mãe bondosa (Jessica Chastain). Mas o que pode uma mãe frente a um pai inflexível?
A dor está estampada no rosto de seus filhos. Do mais velho, em especial. Mas o que pode pretender um pai a não ser criar os filhos dentro daquilo que acredita justo? Será o destino do pai o mesmo de Deus, que precisa infligir a Jó castigos amargos?
Ou será, afinal, que o filho sente de forma exagerada qualquer palavra paterna -essa palavra que é lei, que ordena o mundo? E o que pode o filho, em face de uma força tão desmedida, senão desejar com todas as forças a morte do pai?
MORTE
Essas questões passam pela cabeça de todo espectador deste filme, até porque nos são, de fato, endereçadas.
E parece que também pela cabeça do filho (Sean Penn), agora adulto e melancólico: por que devemos ferir aos que mais amamos? É certo que, em meio a tudo isso, existe ainda a morte de um dos filhos. A maior de todas as dores, que o pai só consegue expressar, lembrando, perplexo, que, bom fiel, toda semana doou seu dízimo à paróquia.
Ou, pior, lamentando ter censurado a maneira como o menino virava as páginas da pauta musical...
A dor das dores se expressa com mais força ali onde a importância parece tão ínfima. Porque a pauta é o irreparável, o tempo que não pode voltar, o gesto incorrigível: a dureza paterna que se manifestou onde devia exigir apenas ternura.
Essas questões, e outras, que "A Árvore da Vida" nos traz não existiriam sem a ambição e a ousadia formal de Terrence Malick. Não se trata de uma saga familiar. Trata-se da família. Do laço mais profundo, aquele que nos constitui.
Malick não conta uma história tradicional, linear. São instante. Fragmentos. Ou antes, estilhaços de vida que se projetam no tempo, que podem atravessar gerações.
É a delicada trama através da qual nos tocamos, nos ferimos e nos amamos.
Filme que se esquiva diante da cronologia, "A Árvore da Vida" pode estar em 1950 ou em 2000 ou no dia da criação: o tempo da origem, como o da fé e o dos afetos, a rigor não existe.
Esse filme suave como a imagem materna dispensa maior erudição ou esforço intelectual para ser compreendido: ter uma alma já basta.
de INÁCIO ARAUJO
CRÍTICO DA FOLHA

a photo é minha