Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

Rebel

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Beautiful Capture..

Um olhar profundo



















Eu sempre gostei 
de retratar 
cães..com olhares,
na cidadezinha do interior,
e
seus diversos habitantes... 
Fazem parte dos 
dias reais 
de pessoas comuns, 
sobretudo 
este lugar,
desde os montes, 
as
montanhas 
e até as colinas..
O cão que anda pelas ruas,
medonho,
sempre notando nos homens 
mais ou menos
esquisitices 
e fraquezas 
do que real 
maldade.
Acho que 
todos são 
suficientemente 
bons com os cães 
e isso basta 
para a humanidade 
inteira.

Flores e Espinos.

Aqui 
rosas,
todas 
flores 
são 
de graça.







Em Brasília 
em 2016
serão
750 arranjos,
com 
orquídeas,
hortênsias,
jasmins,
tulipas,
girassóis,
cravos
e rosas.
faltou o Ipê, nossa flor genuína.
Ao governo de Brasil
em fim
de 2106
terá de gasto 
R$ 354 mil 
em flores nobres,
tropicais e de campo
este ano,
ou durante este ano 2016...
nos restam os espinhos.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Rose


rose, upload feito originalmente por ...REBEL...
Te espero 
sempre 
mais livre
a cada 
manhã...
Te espero 
mais livre
a cada tarde...

Cheiro  
de uma flor
e   
fico 
curtindo
da minha janela...
teu
um corpo 
suave...
rosa...
Words
photo
rebel

Lindo céu azul

Haverá 
um lindo 
céu azul 
no ano 
de 2020...
No filme.
A 
Era 
da Estupidez, 
dizem
que 
haverá Catástrofes naturais 
causadas pela mudança climática, 
seguidas de guerras, 
levaram ao colapso 
da civilização 
e à quase extinção 
da humanidade. 
Numa torre solitária, 
num Ártico livre 
de gelo, 
um sobrevivente 
reprisa vídeos 
do começo do século, 
quando as catástrofes 
começaram a acontecer. 
E se pergunta..
Por que não salvamos 
a nós mesmos quando 
tivemos a chance.
O filme explora todas consequências 
do 
chamado 
cenário 
"mesmo 
de sempre", 
no qual 
as emissões 
de dióxido 
de carbono por atividades humanas 
continuam subindo sem parar.
Mais do que isso, mostra 
por que esse é o futuro provável 
da espécie, ao contar histórias reais 
de pessoas comuns
cujas ações cotidianas contribuem 
ou amenizam o problema.
Turbina eólica no quintal..
cortar
nossas
próprias emissões,
Outro se assusta com aquecimento 
que muda as geleiras 
onde cresceu, nos Alpes..
Outro a
Era da Estupidez", 
tem uma
tarefa difícil de emocionar um público 
já saturado de mensagens catastrofistas 
sobre o clima e exposto 
nos últimos anos,
Depois de Amanhã" (2004) 
e o documentário 
"Uma Verdade Inconveniente" (2006).
À diferença do primeiro, 
as tragédias climáticas 
cada dia são mais reais. 
À diferença do último, 
"A Era da Estupidez" 
não poupa empresas 
nem traz mensagens edificantes. 
O espectador sai do cinema deprimido 
e revoltado consigo.
Questionada sobre a eficiência 
desse discurso: 
"Você quer contar às pessoas 
a verdade, que é bem sombria 
e deprimente, mas não 
quer deixá-las deprimidas. 
Mas, se as pessoas 
conhecem os fatos, 
eles são bem deprimentes 
e bem assustadores, então 
quisemos contar a verdade, 
mas de uma forma inteligente, 
sem passar a mão na cabeça 
delas e dizer: 
Se você trocar suas 
lâmpadas 
vai ficar tudo bem, 
porque isso 
obviamente 
não é verdade.

Uma Tarde em Iomerê.

Levantei-me,
como num aceno 
ao céu da manhã
no outubro quente..
era,
2014
perambulava 
meio da tarde, 
nos dias... 
de primavera,
na estrada,
no sitio, 
que leva 
à colina.
O tempo vira, 
vira,
e 
nos encontra
assim,
ou o reencontro,
é um prodígio 
do quase verão, 
o sol
no amanhecer, 
é assim.
Não importa..
e hoje 
quem se importa. 
Aos 50 anos,
reencontro,
a cachoeira.
o bosque, 
o rio 
e 
o monte...

Cheguei aqui,
e tá longe.
De 1963, 
foi um logo tempo
que dum menino,
lembro 
durante o verão,
no acolhedor 
verde da montanha, 
vislumbro de longe..
como fazia 
há mais de 50 anos,
quando
vibrava 
ao ver o sol,
se ir, 
no rápido 
momento,
e sussurrava,
diante duma verdade.
Que maravilha,
um júbilo ver
às árvores..
o céu, 
o orvalho,
na tarde.
Neste mês 
de outubro, 
lembro 
mas faz muito tempo... 
Sob o céu de Iomerê..
amanhecia assim,
entardecia assim.
A beleza aqui
se impõe,
sobre este tempo.
Eu sempre gostei 
de retratar 
um dia 
de primavera,
só meu, 
numa cidadezinha do interior,
seus diversos habitantes... 
a dona da loja de doces 
e sorvetes, 
o doido, 
o andarilho,
a praça, 
Fazem parte dos 
dias imaginários,
dos dias reais 
de pessoas comuns, 
sobretudo 
este lugar,
desde os montes, 
as
montanhas 
e até as colinas..
A igreja...
e há muitos 
outros personagens, 
a mulher 
que anda pelas ruas,
que teve muitos filhos..
carregava um bebê no colo 
e conversava com ele.
Não havia muitas crianças 
em meu tempo. 
era uma criança sapeca
em 1963, 
talvez por que a crianças,
todas eram assim,
medonhas,
mas sempre crianças,
e sejam como eu 
mesmo era, 
sempre notando nos homens 
mais ou menos
esquisitices 
e fraquezas 
do que real 
maldade 
e estupidez..
é acho que toda 
criança 
é suficientemente 
boa, 
e isso basta 
para a humanidade 
inteira.
Andando na vila 
de Iomerê,
em que nada que 
era um dia
podemos ver, 
é chego 
num velho conhecido 
que me pergunta: 
Como está tudo aí..
tudo em cima...

Deus está por perto

Na beira 
do Mar
vivia,  
um momento espiritual,
repensava, 
apenas,
coisas
essenciais
da vida,
Queria
saber do mar na sua vastidão,
que
tinha ali 
a me ensinar,
redescobrir... 
O cheiro da maresia,
espuma do mar,
areias da praia
gaivotas
rente ao mar,
na vertigem 
cada onda,
que mal me toca
traz de leve,
um
o sabor da poesia,
e cada gaivota
teima soar e zoar 
no ar...
Descubro,
escutando o mar assim..
Quantas verdades 
aprendo cada vez.
Toda onda 
que me toca,
traz uma mensagem..
Deus fala pelos lábios das espuma flutuantes, 
rente ao azul do mar,
Reencontro  
caminhos espirituais..
Ficar em silêncio...
ouvindo pássaros 
e o som das ondas.
Esteja certo que além do mar..
Deus está por perto.....
Words
Photos
rebel

A dois

Ela me chama,
finjo que não a ouço,
e é isso..
se dedicar a fazer fotos...
de borboletas..
num jardim de flores..
dhálias
nada mais romântico...
Claro, tenho também
outras ocupações..
Médico..
nessas atividades vai quase
metade da energia..
vai ai...
Falando assim
parece fácil
e mas tem graça,
fotografar...
exige treinamento..
transformam
qualquer  um..
 numa busca
de algo 
ou modo preciso..
observar a cena
com a atenção de
quem lê um poema,
ou olhar num
microscópio,
para descobrir todos
os meandros
ali escondidos.
Algo meticulosamente
calculado..
A atenção de  
tornar possível, 
não fingir não
havê-la escutado..
faz parte.
Como em toda arte,
de fazer fotos 
de borboletas 
algo real..
ou a foto ser
 portadora de uma
aparencia real
que tem no efeito,
uma verdade
 entre  a imagem
e a ideia
 é fundamental.
É preciso estar em
um jardim,
portanto, 
não distraído,
portanto,
concentrado,
portanto,
para ter legitimado 
o silêncio.
Passados alguns
segundos,
ou um pouco mais..
a chance de
encaixar o foco..
a oportunidade
Algo nada sutil sobre
a vida a dois..
Vendo de fora,
a tendência é pensar
que facil fazer fotos
de borboletas..
o poder de suprir
a curiosidade..
é um motivo..
mas na verdade
é mais complexo.
é como seguir
uma dança,
é um olhar que aos
poucos está mais ali..
lá adiante
"No fim...
a borboleta
é escolhida
cuidadosamente
para revelar 
ao meu
 olhar...
algo
que eu tinha
em mente
até a hora 
de fazer a foto".