Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

Rebel

LOOKING IN WINDOW


R.E.B.E.L - Most View- - Week- Top Ten

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Ambientalmente satisfeito

Há uma poesia, junto da cristalina cachoeira..
Há muita poesia até no beber água, límpida que corre entre as pedras na mata.

Na mata, cantar asneiras,
ás vezes, rir de tudo
em outras, olhar mudo,
no verde distante...ter nas narinas o puro ar, que me faz pensar noutro dia poder voltar.
Apagar pistas do stress
Quebrar a rotina
Ventilar a alma,
Retomar a calma,

Refazer energias,
Disfarçar olheiras,
Repintar o dia.
Fingir que não queria..
Repetir
o possível...
Sem esquecer o sonho,
Misturar a vida,
Manter..
é missão cumprida,
Deletar números.

Apagar
falsidades mundanas..
Ser
mesmo autêntico,
verdadeiro Fingir quem não era... quem nunca queria ser...
um insustentável ser.
Diria alguém..
um país bagunçado..
eles vivem bem.
ou
são pessoas abastadas.
Mas queremos aprender a ser
"conscientemente"
sustentáveis.
Felizes e conscientes.
Nas minhas palavras,
desejamos,
"viver bem"
enquanto o resto do mundo
vive mal..
fazemos o bem a natureza...
ela nos faz bem.
Embora contraditória para alguns,
sustentável ser...
algo como pessoa
ambiciosa ambientalmente
consciente.
Words
Photo
Rebel

Magic

Se você 
souber 
ver a vida
de um ponto 
de vista 
prático
não mágico,
tudo fica 
melhor.
Persiga algo 
não tão distante
mas, que exista.
A expectativa 
pode se tornar
motivação. 
Basta perceber 
se ela é baseada 
no que é real 
e possível..
Será sempre 
decepção 
expectativas
se forem baseadas
em ilusões 
e utopias.
Muitos lutam
para 
perceber 
a realidade.

Somewhere Only We Know


..
Sim é romântico,
ir a algum lugar
que só nós, conhecemos.
Que nos reconectamos com algo que amamos.
Ah, algum lugar...
pode ser,
uma cachoeira.
Um lugar que
conhecemos bem...
Sentir o cheiro
das árvores,
da terra....
o rio...
o branco incessante
das quedas.

Sentir o cheiro e a cor das
árvores, é pura inspiração
nativa,
o verde intenso e
folhas 🍂 na terra....
o rio...
o branco incessante
das quedas.
Então
vamos..
Não ligue para
galhos
folhas pelo chão,

ainda há belos
troncos verdes
das árvores nativas
aqui..
Sentir e curtir é tudo aqui.
O banho de cachoeira,
o frio
do spray
sentir
o calor
do seu corpo.
sentir
se
aproximar do
meu..
no curso
da água.
Sentir,
Ver gotas...
Milhões de gotas macias,
de água cristalina,
derramando
em seus cabelos,
correndo....
pelas costas.
Frio suave..
o poder da água
vindo do alto..
em
gotículas
brilhantes
claras,
correntes
de água incessantes
Ah... excita,
todos meus sentidos..
todos os sentidos...
Sentir como um sonho..
Na tua, na minha,
pele...
a massagem
gota a gota.
Oh.. que doçura,
vendo,.a água cair
no corpo...
Ver mergulhar
de peito na queda,
escorrendo,
despertando
seus seios...
seu rosto,
a acariciando sua barriga,
a água nas suas pernas,
Excitante..
Sob a umidade no ar,
o corpo treme...
Depois do banho..
tudo em sintonia
o corpo e a mente
em todos movimentos.
Um banho
de cachoeira,
é uma maneira de relaxar.
Brincar como
uma criança grande,
gritar e rir.
Mesmo agora,
ouço o som como
da água que choca
nas pedras, que deságua,
no chão como riacho.
Um dia,tornou belo dia
Depois do
banho de cachoeira..
Sempre sonhei tomar.
Depois
Curtir..
Ver e ouvir...
Estrondo,
Estrondo,
Ruído incessante
Água caindo,
escorrendo caindo..
Espumante na rocha..
Uma bela vista
Uma das maravilhas da natureza,
Reforçada pela luz do sol,
que passa nas frestas árvores...
Desce a água...
Testemunhar é uma cena...
por todo o tempo..
Águas.. águas
que passam pelas rochas...
escoam..
ao fundo do vale
No topo das da mata..
de onde vem a água correndo.
Natureza exala
todos os sentimentos
de alegria a gratidão.
Com a generosidade...
da natureza,
estar presente
poder sentir...
um banho assim.
Saiba uma coisa...
Como isso é sensual,
de apreciar, sentir, ver...
como num
banho de cachoeira.

The Meaning of Human Existence II

A minha alegria e
felicidade em saber que no
universo tudo tem significado.
Somos o que somos porque o universo conspira a nosso favor.
Aos amigos
da web e a todos os outros,
não só afeitos
à internet,
mas que trafegam
afetivamente
no meu coração,
dedico
esta fantástica
sensação
de generosidade, afeto,
preocupação,
disponibilidade que
a linda manhã de
quarta, dia
12 de dezembro de 2013....
inspiração..insights.
Olhar a vida
com a ajuda
de um olhar
bem sensível
e atento..
é um desafio,
uma aventura

e
um prazer.
Num mundo que
confunde,
oprime,
sufoca
e impulsiona
desenfreadamente
para
o lado errado.
Faça o bem que
o mundo vai mal.

Amar e mudar as coisas
me interessam mais..
Belchior.
As vezes dá vontade
de nada ver,
nada sentir,
expulsar,
filtrar o
que agride
e
cutuca minha pele fina,
em que
é inútil
ter sensibilidade exacerbada,
aquela de ver
o ser que faz da falta
do aprendizado
necessário
seu jeito embrutecer..
Quando se sente demais,
dói..
mais...
mas
ainda não estou
anestesiado...
Tem dia que a dor
é maior..
outros nem tanto..
Hoje estou assim num dia
da não dor.
Quero menos abusar da
paciência
mas penetrar
numa reluzente preciosidade,
sua mente meu
amigo/amiga..
Pensei,
essa vida parece que
é de tudo
por dinheiro
é a que muitos
ousam
não
ouvir,
não
ver,
falar,
cheirar,
gozar,
comer,
beber,
dormir,
acordar
e
inexoravelmente
digerir
da realidade,
por
alienação...
Mas
é evitável...
ver a realidade.
Nada mais..
Esta foi
a utopia
do DIA.
Um dia
deslumbrante..
nem sempre
se consegue..
tudo qe se quer
É tudo o que
eu queria dizer
e mais um pouco..
Deixo dar
uma voz às coisas
silenciosas,
deixo ser invadido
por alguma felicidade.
Sem deixar de exprimir a
angústia e a perplexidade
diante
da vida muitas vezes
banal que nos surpreende
e hostiliza,
sigo
sempre aproveitando,
é claro,
quando baixamos a guarda
por algo que hostiliza,
fragiliza.
A natureza sempre encontra
um jeito
de adornar os maus momentos.
Não, não virei.. nada...
tenho de continuar a enfrentar
as manhãs depressivas,
os clientes instáveis,
o amor impossível,
a infelicidade passageira,
os jornais, os livros.
Não você não
me impediu de ser feliz
nem bateu a mão
em meu nariz,
dizia Belchior,
Sim muito ao contrário
Mas, aprende-se,
sempre.
Gone, Baby, Gone",
o filme,
Medo da Verdade
em português...
"Se você quer
ser amado,
pare de se lamentar...".
Excelente conselho,
não?
Se não
der certo?
Tente outra vez..
Assim falava
um homem
seu tempo.

...
Vivemos por tudo
isso.
Viver mais
que escrever
sobre a existência
humana
ainda
me interessa
mais.

Ponto final

Eu..de fato achava,
que 
podia ir muito longe.

Ir 
mais longe,
Sim,
 
podia.. desejar e
ir mais longe, ao exterior talvez, mas ali senti 
e pensava, só tinha de 
ser um ponto final...
No meu sitio...adquirido..

onde sentado de frente
à queda de água sinto tudo, penso em tudo, outra vez.
Estava lá a fazer
 
as fotos.... 
na cachoeira..depois
completo o texto,
aqui longe 12 km do sítio,
da cachoeira.
Mas a experiência 

de passar por um lugar,
Iomerê  é agora diferente....
hoje tão distante,...
Os anos 60 quando vim 
morar aqui..
a vida mudou 
e mudei.
Mudam os tempos
Mudam as pessoas.

Uma certeza,
que   tudo mudou
na vida,
tudo,
vai muito além,
do que a 
câmera 
pode captar hoje. 
Há, como 
de início,
desde as 
primeiras impressões, 
um sentimento 
de admiração 
da cidade 
que me 
acolheu,
mas
agora
da bela 
cachoeira,
na água que cai, 
a brancura 
incessante,
sonho.
Tudo,
Soa talvez,
algo,

como ,
de quem...
como
alguém que sonhou...
..
Alguém 
no mundo,
pode 
imaginar 
mas aqui 
o
ruído
da água 
na rocha
quebrando
o silêncio, 
na mata, 
seguindo
no rio.
Aqui,
distante,
da cidade, 
de lá
onde as coisas 
envelhecem,
onde há 

antigas dores...
onde há 
o inexplicável,
mas 
é o momento,
de relembrar tantas alegrias,
longe da ingratidão 
desumanidade
da cidade grande.
Aqui
não moram
tanta ingratidão,
e desumanidade
só as deixo 
que fiquem morem longe.
Sou assim 

diante da ensolarada  
Iomerê,
aqui

a quietude...é inevitável,
só me alivia..
sentir 

o ruído da
água 

corredeira...
que despenca,
na cachoeira,
onde

só sei
que este lugar
é um 

lugar e tanto..
...
Agora posso dizer..
é daqui,
ou 
de lá 
que vim 

para aqui..
ou lá  
que vou..
Agora, 
não 
estou 
no mundo 
virtual,
mas
um mundo real,
longe
dos 
ingratos 
e desumanos,
sei 
e vejo aqui 
uma real maioria
de gratos 
e humanos,
mas aqui 
é meu ponto final..
para repensar tudo.
Não é nenhuma fantasia,
é minha vida real.
O lugar longe, 
não é,
não,
nem de difícil acesso,
tem a praça,
de cara,
ai de frente 
a igreja matriz,
no meio 
de uma 
rodovia,
no alto
à direita, 
meu sitio.
Iomerê
é onde no horizonte 
há extensas colinas...


Uma 
constatação.
Aqui,
Simplesmente...
é
minha cidade 
onde cresci...
Iomerê dista,
de casa, 12 km, 
daqui, da praça
apenas 2 km..
meu sito, 
minha cachoeira.
Eu muitas
vezes
achava que
deveria ter sido mais 
parcimonioso
confiado menos,
mais 
ou
menos exigente,
poderiam ter sido
mais gentil,
mais grato,
mas não
houve um tempo, 
achava, 
mas
não acho mais
que Iomerê,
é o fim do mundo.
No pé do moro,  
está meu sítio.
..
Do alto 
não se vê qualquer casa, 

belo é o antigo Seminário, no alto,
a  Igreja de São Luiz, 
o Juvenato,
mais que um lugar, 
é um lugar que
se vê tudo 
no horizonte,
de monte  de árvores  nas
colinas
hoje só há além...
o céu azul...
da tarde.

Mato..mato,
verde..verde
A cidade é pequena,
sempre penso,
tão pequena que
depois de duas voltas 
nas suas ruas...
já estava 
ou
estou
familiarizado,
com antigamente. 
Mas mesmo 
neste lugar 
tão longínquo 
descobri que 
é possível 
encontrar cultura, 
hospitalidade 
e até uma certa 
emoção.
Com certo orgulho 
que falei com 
com
um amigo..
dizia
mas
com 
um alivio,
alguns,
não 
moram mais aqui...
uns se foram 
outros tiveram que ir..
eu voltei, 
posso ver todas 
estas montanhas
e ainda
tenho meu sitio agora..
e a linda cachoeira.










Sim 
nem
todos nós,
vivemos 
aqui ainda 
ou por
algum tempo 
sob 
o mesmo céu,
mas nem todos 
tem o mesmo 
horizonte 
tanto 
é que este, 
prédio se foi.






Ali,
me levou 
por lugares 
como o 
antigo clube...
o lugar que 
havia 
organizado 
um jantar,
um
evento local.
Com um olhar, 
no pessoal do bar, 
experimentei a emoção 
daquele lugar..
Na saída,
alguém me disse, 
você perdeu 
uma grande festa,
perdi sim.
Ao tentar falar  
Da passagem em Iomerê
no qual lembrava, 
contava do Futebol..
dos tempos de Atlético..
Eu não conseguia completar a frase,
ao falar da raia, 
da 
Hípica,  de linha reta,
da corrida de cavalos, 
que tinha que dizer 
sem me emocionar e  cair, 
no papo comum, mas 
na alegria de tê-los junto...
amigos do Peretti, 
que gostavam de corrida,,
lembrava pois 
dos velhos tempos.. 
Mas que lugar era esse..


O velho clube..
de madeira.. 
da escada aguda,
não existe mais, 
restou 
uma casa 
de  um 
andar.
Agora 
na praça,
lembro 
que aqui em Iomerê,
é o lugar 
que encontrei 
obstáculos alguns 
inéditos,  
na minha vida...
mas daqui
onde fui 
adiante. 
Até hoje não sei.
Talvez tivesse 

a ver com 
o fato de estar num lugar 
tão longe na minha imaginação, 
que parece 
quase impossível 
ter chegado lá..
depois de tantos anos. 
Lembro-me onde passava  
ainda criança,
brincava nos canteiros da praça,
olhava o bar do Barulho,
falavam de um episódio no começo 
dos anos 60,
que ocorreu ali no bar,
ou de outro no hotel,
bares e hotel sempre foram 
lugares bons e terríveis.
ali no hotel ou no bar
sempre
estava 
perto do melhor sorvete,
mas  se foi lugares de infortúnios, 
isso não deve atormentar
a mente já que faz tanto tempo ..
...
Junto a praça...
me despedi
de Iomerê,
no dia 
26 de Fevereiro 
de 1972,
que lembrava do destino 
que   
escolhia naquele 
momento,
para viajar 
à Curitiba...
das histórias em quadrinhos, 
do circo...
do globo da morte..
a moto,
girando num globo..
os palhaços.
Pensava num lugar... 
aleatório...
onde..via tudo branco..
da neve. 

Pois eu estava lá! em 1975,
em Curitiba. 
quando caiu a neve..
Estava aqui em 1965,  
quando caiu a neve aqui em Iomerê.

Estava aqui em Iomerê 
em 1970, 
como na foto, com colegas 
no Frei Evaristo..

Talvez o choro tivesse 
a ver também 
com o cansaço da viagem..
senti isso em 1972...
quando vi de longe  a cidade de Curitiba.. 
Ou feliz da generosidade das pessoas que me receberam em Curitiba.
Mas acho que as lágrimas eram sempre as mesmas, 
que vinham porque eu tinha quase a certeza...
que jamais  tinha imaginado que chegaria 
a este lugar no mundo. 
Aqui,
também senti isso em 1977...
quando  de  longe vi..
a cidade de Pelotas lá longe,
há 40 anos...

Ou da generosidade..
das lágrimas ao 
sair em dezembro de 1982..
porque já tinha quase a certeza...
que tinha chegado a hora de ir 

para Porto Alegre
definitivamente.. e ao mundo.

Eu sei onde alcanço…hoje,
…sem me arrepender, 

de
nada reparar,
de nãos ser ressentido,
…isso é viver,

alcanço este lugar…
…extasiar-se aí
…isso é viver, nas ruas de Iomerê
aqui a vida é tão calma,
tudo tão contraditório 

à vida das cidades,
que, estando aqui,
a gente esquece que vive,
em um lugar agitado... 
que dure muito,
a foto é aquela impressão 

do segundo.
Por esse mundo de águas,
sentar à beira da cachoeira,
as árvores tapando o sol,
sentar e mais nada,
a minha confissão,
verdadeira..
não, 

acho que nada escreve
 para outros,
primeiro é para mim mesmo
sem deixar de atrair
encantar... etc.
O gosto deste descanso, 

aqui....

Aqui o ponto final,
junto a cachoeira...

agora certeza...
que tudo que 

passou, 
serve de meditação,
jamais 

para repetir,
como a foto 

tudo 
é passado..
nunca 

vai mais 
se repetir 
o passado,
nem o 

bom passado
queremos 

de volta,
jamais 

vou deixar aqui...
este é meu lugar, 

no meu mundo.