Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

Rebel

LOOKING IN WINDOW


R.E.B.E.L - Most View- - Week- Top Ten

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Walking III

Um passeio 
pela montanha....
....
Parar 
quando bem
entende.
O horizonte,
a liberdade de ver e sentir
uma caminhada.
Admirar 
o sol se pôr.
Admirar os pinheiros.
...
Há 
contemplação 
e
poesia 
numa 
caminhada. 
Quase todo 
mundo faz uma caminhada então 
escrevo que 
penso que é...
começando com 
um simples 
passo,
repetido, 
é certo que 
se tem 
um caminhar,
uma caminhada..
nunca desista...
de dar o seu valor.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Ah que belo é viver no interior

INNER SILENCE
Ah que belo é viver no interior....
Tenho a SORTE de morar 
em um pedaço de cidade
parece interior 

de árvores enormes,
da a vista da janela da sala.
Vizinhos, já tentaram 

remover 
as duas árvores,
alegando risco de queda 
durante tempestades,
Mas até a emoção tem 

suas razões:
aquelas árvores,
tão fundamentais para 

meu bem-estar,
são o que me restam de 
uma sugestão de campo ..
e da paz que sinto no campo.



Viver na cidade 
tem suas vantagens: 
mais riquezas
e condições de educação, 
melhor saneamento
e serviços de saúde em geral.
Mas isso tem seu preço, 
e não só no bolso.
A vida urbana se desenrola
em um ambiente social exigente
e estressante, que inclui 
disparidades sociais 
acentuadas e maiores riscos.
E é acompanhada de 
uma taxa de 20% a 40% 
maior de distúrbios de humor
e de ansiedade do que em 
moradores de áreas rurais.
Faz todo sentido: o estresse crônico,
afinal, é um dos grandes 
fatores de risco desses distúrbios.
Mas sabemos que o ambiente urbano
está associado a modificações no cérebro.
Na revista "Nature" comprova 
que moradores de áreas rurais
ou cidades grandes, alguns criados nessas,
outros não,
tiveram seus cérebros vasculhados
pelos pesquisadores atrás de diferenças 
entre uns e outros.
E lá estão elas.
Em centros urbanos há uma 
atividade mais exacerbada da amígdala
durante o estresse,
o que deve levar a uma reação 
mais forte a ele.
Quem foi criado em cidades 
grandes tem um aumento da atividade
do córtex cingulado anterior,
uma região envolvida na regulação 
da atividade da amígdala,
de emoções negativas e do estresse.
Quanto maior o tempo passado em cidades grandes
até a fase da adolescência,
maior a hiper-reatividade do cingulado anterior.
É como se crescer em cidades grandes,
não importa para onde se vá depois,
fizesse o cérebro aprender a esperar
pelo pior em situações de estresse.
E só isso: sem estresse, 
o cérebro urbano não
parece diferente do cérebro rural.
Para quem insiste em viver 
em cidades grandes,
portanto, fica a dica:
se seu cérebro é hiper-reativo 
fuja do estresse...
ou vá ao verde..

Na cidade grande
Aprendemos
*nosso cerebro*, 
a esperar o pior..
no interior 
aprendemos 
a esperar  
o melhor.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Nature XX

Real
mas 

ainda
belo,
é o estado
na vida,
da 

dependência livre
e voluntária
da natureza.

Imagens XX

...
Cores,
por ai,
e
prestando 
atenção 
há 
cada coisa
bela ou
bonita..
Imagens
boas, 
cada um
pode fazer.
Cores 
que só
cada um
pode ver,
ideias 
voam
perto 
ou
longe 
de 
onde estamos
até coisas que 
nem damos valor.
Há 
o reino 
das 
imagens. 
...
Lá estão 
uma,
talvez 
mil,
ou
muitas.
imagens
elas 
esperam 
alguém 
para
serem feitas.
...
Estão
lá,
então 
sem
desespero, 
há 
a natureza
calma 
e com
a  
frescura 
nescessária.
Há uma superfície 
intacta a desvendar. 
...
Quem 
convive 
com 
a
beleza
da natureza,
pode sim,
apreciá-la 
antes 
de captar. 
Tenha 
Paciência, 
Tenha 
Calma.
..
Há 
o poder 
de  uma 
imagem
na tela
e com ela
junto
o
poder de silêncio. 
Não force,
não haverá 
nunca
uma forma definitiva.
Chega 
mais perto 
contempla
e clica. 
Cada imagem 
tem lá 
suas faces 
secretas,
que nem 
tu imagina.

Nenhum 
conceito 
fazem 
delas 
se 
refugiaram
de você..
...
Ainda misteriosas 
ideias 
sempre
impregnadas 
de 
imaginação  
que
rolam 
e
assim
talvez
um dia 
se 
transformam 
em algo real...
há sempre um lugar
para sua imagem.

Linguagem

És tu amor...
e o que 
dele vem..
Mesmo que 
repetida mil vezes.
inspira uma linguagem..
Só há uma linguagem 
que agrada sempre..
mesmo cem 
mil vezes dita...
A linguagem do amor.

Anatomy

Como 
que 
examinasse 

anatomia

o mistério
da flor.
Selvagem a flor...
mas não deixa 
de ser bela.
Pode-se imaginar 
o branco 

o amarelo da flor...
Mergulhado profundo,
devagar...
Estes sabores e cores.
Digo um pouco daquilo 
que a gente sente.
A natureza  
é um mistério
a beleza da flor 
é um mistério.
Tenho aos 
meus olhos 
este mistério.




The Wild Flower

Como vagueei da floresta,
As folhas do verde entre,
Ouvi uma flor selvagem
Cantar uma canção.
Dormi na Terra
Na noite silenciosa,
Eu  a murmurar 
com meus medos
E eu senti prazer.
Na parte 
da manhã 
eu fui
Como rosado
como a manhã,
Para buscar 
a nova alegria;
Mas óh
 reuniu-se com 
desprezo.
William Blake.
The Wild Flower's Song
As I wander'd the forest, 
The green leaves among, 
I heard a wild flower 
Singing a song.
I slept in the Earth 
In the silent night, 
I murmur'd my fears 
And I felt delight.
In the morning I went 
As rosy as morn, 
To seek for new joy; 
But O! met with scorn.
William Blake.