Rebel: Imagens, palavras...a essência... a natureza

Rebel

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R.E.B.E.L - Most View- - Week- Top Ten

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Sweet I

....
Diante 
da
realidade
nada 
impede
ter
meus 
momentos
alegres
e
deliciosos, 
junto ter
questionamentos

reflexões doces.
Lugares 
que 
desfruto no 
meu tempo.
..
Lugares,
que 
ando,
trazem 
essas
recordações
da  
minha infância.
Nenhuma
impecilho, 
ir lá 
debaixo 
parreira,
junto ao pé, 
escolher um cacho 

colher,
deliciar 
a fruta,
sim
comer
fruta 
que ali já colhi.
Acho que isso
é tão doce. 
Comer
frutas 
na minha 
terra,
é doce.
Aqui é um lugar
que vou querer 
sempre voltar.
Relembrar
o tempo 
passado é 
doce.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

1934, Videira Sem Ponte

Rio das Pedras,
Videira
no começo 
do século,

pelo anos 
anteriores
a
1934,
a travessia 
entre 
a vila, 
Perdizes 
e Vitória, 
só 
era possível 
de balsa. 
A imagem,
mostra 
a carroça 
cheia, 
de produtos 
que 
seriam 
comercializados 
do outro lado.
Nesta foto, 
mostra 
o cabo 
tracionado 
por um 
homem 
que assim
movimentava 
a balsa, 
...
O rio 
do 
Peixe 
chegou
a ter 
três 
pontos 
de 
travessia.
É incrível 
pensar 
como 
começou,
que foi
há tanto 
tempo,
um século,
o tempo 
do barco 
em
que havia 
transporte 
dum
lado 
ao outro 
do 
Rio do Peixe
de 
bote 
e que
o embarque 
era
feito
num trapiche...
..
E
que
as 
pessoas 
já faziam o 
mesmo que 
hoje fazem
ou faziam 
que 
é  que todos
fazemos,
atravessavam 
o Rio do Peixe,
A foto é dos anos 30.
..
A vida 
era dura.
Já tínhamos 
o mais 
moderno trasporte 
o trem 
e ainda 
não havia 
ponte 
entre 
os dois lados nada mais que 
menos que 
100 metros.
..
A vida 
antes 
de 1934
antes da construção 
da
Ponte 
Pênsil 
Luiz 
Kellermann,
que 
foi inaugurada
em 1934.

Imagens de Videira X

A história 
envolvida 
nas imagens,
tem
mais
relevância 
A história 
auxiliada
por imagens 
sempre
estarão 
aqui.
Esta foto é do 
começo 
do século 
XX.
Diz respeito 
a antiga Vitória, 
de onde surgiria
onde 
há  hoje em Videira, 

Rua XV de Novembro.
...
É incrível 
pensar como começou  ou
que foi
há tanto 
tempo,
um século,
o tempo 
do barco 
em
que havia 
transporte dum
lado 
ao outro 
do Rio do Peixe
de 
bote e que
o embarque era
feito
num trapiche...
E
que
as 
pessoas 
já faziam o 
mesmo que 
hoje fazem
ou faziam 
que é  que todos
fazemos,
atravessavam 
o Rio do Peixe,
A foto é dos anos 30.
 Escrever  
palavras 
certas 
de coisas simples 

interessantes 
da 
história de Videira...
dá algum trabalho
mas diverte,
mata curiosidade 
e entretém.
..
A vida 
era dura
nestas 
bandas... 
Não importa
o quanto,
mas 
avançamos 
então
avancemos
em tecnologia, 
que nossas 
personalidades 
de ontem 
se reflitam hoje 
mas que os tempos não 
são iguais.
Eram outros tempos.
Passa o tempo 
revelar algo
de outras épocas 
é
um trabalho 
gratificante
Agora  
faz pensar 
que sem a web não teríamos 
acesso fácil,
a tantos registros,
imagens e descrições, 
isso
faz pensar 
na internet 
com mais carinho.
..
A ponte 
Pensil
Luis Kellerman
era toda de madeira
inaugurada em 1934,
feita por 
um 
engenheiro alemão, sem pregos ou metal 
toda de madeira encaixada, era 
a maior ponte Pênsil 
de madeira do mundo
Nota-se no alto 
a  
antiga igreja
e a casa paroquial.
A igreja atual a Matriz
de Videira,
começou 
a construção
em 1940 com
término e inauguração
em 1947.
A ponte
pênsil
Tinha  
um  
vão 
livre de 
49 metros

dois 
pilares
unia
Vitória 
a Perdizes, 
que daria o nome de Videira.
1944 é
o ano de emancipação 
do município
de Videira.
A instalação oficial 
do município 
aconteceu 
em 1944 e 
o nome Videira 
deve-se ao fato 
de a região ser um 
grande centro 
vitivinicultor 
do estado. 
Nessa época 
o município recebia 
diversos povos imigrantes
de origem 
Alemã e Italiana 
vindos 
do estado vizinho 
do Rio Grande 
do Sul.
A foto é de lá.
Conta-se 
que já 
em 1913, 
os primeiros 
colonizadores,
mais os 
italianos 
colhiam uvas. 
Percebo  
nas imagens
de 1951,
a ponte 
recém inaugurada 
é uma foto
que 
tenho 
há muito 
tempo 
me tornam 
cheio de curiosidade
algo que foi há
muito tempo, 
embora 
às vezes gaste horas 
revisando e  
refazendo 
ideias 
e dados 
e me inspirando 
neles.
A ponte atual 
de concreto
é de 1949 
quando 
foi inaugurada 
e anos
depois duplicada 
como esta atualmente. 
Sobre novas  imagens 
essa forma
de trazer o passado,
como 
uma
reinvenção
revendo 
tudo, 
faz 
rejuvenescer,
uma melhor 
a ideia 
de 
progresso
da cidade de
Videira...
e que leva 
ao 
novo, 
novos
tempos 
então.....
venham 
sempre 
com
algo 
sempre
novo 
por ai.
Photos
Words
Rebel.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Rain Day XX

Paixões
e chuva, 
Há coisas a 
serem
vivenciados 
como 
no
paraíso
Altos humores 
com 
a chuva caindo.
Onde há 
a Emoção,
há sentimento,
uma verdade 
lúcida.
Cada ser, 
que ama,
depois de ouvir o coração,
Se permite 
sonhar,
em palavras do pensamento, 
assim
se 
é puro,
Tem o ritmo de uma
prece..
Como uma oração..
E todo ser, depois 
de ouvir do coração,
O sonho dum 
momento...
vira realidade
São assim os puros,
Se eu quisesse, 
chorar por isso,
isto é que 
eu sinto...
num dia 
de chuva.

Nature XX

A vida 
poderia 
ser 
mais simples, 
vista 
vivida 
pelas
pessoas
sob 
o ponto de 
vista 
da 
doçura,
do culto 
à natureza 
não
da ganância, 
da raiva, 
da  
exagerada
competitividade,
no mundo cão 
capitalista.
A minha
consciência,
é de 
onde nasci
de 
onde 
tenho
saudade, 
mas
aqui
permite,
relembrar,
não imaginar,
o mundo doce.
Sem imaginar
posso dizer
algo profundo 
deste encontro 
nada casual,
com meu
mundo, 
antigamente era doce
por tudo isso..
Mesmo
que muitos
tentassem 
imaginar 
alguma coisa,
talvez
ficaria só na 
imaginação. 
A lembrança é que
a vida mudou muito 
de lá para cá.
A vida era 
muito
mais inocente,
desarmada 
não havia
tantos espaços 
para 
desconfiança
entre as pessoas.
Coisas 
tão comuns,
o contato próximo,
vivi,
assim 
ainda
criança., 
imagino 
hoje que
praticas assim
em larga escala 
são utópicas.
Gosto de coisas simples 

cultuo 
fazer 
coisas 
simples.
uma 
delas,
ir ao 
parreiral
com 
o colono, 
colher
e
comer uva 
debaixo da
videira.
Deliciar 
as frutas 
frescas,
depois 
da chuva,
é sempre
algo 
que
fascinava,
continuo assim, 
continua
a
existir
para mim 
que vivo,
por lugares 
do
interior.
Que tem amigos na
colônia 
como 
a gente chama
por aqui,
e algo 
tão comum,
nesta prática 
deliciosa.
Essas  
atitudes 
não são só
recordações...
pratico ainda.
Testei
na minha
realidade 
e senti
ela 
diante
das uvas saborosas,
com elas 
estes 
meus 
deliciosos 
questionamentos.
A infância 
sempre 
parece 
o paraíso.
Essas recordações.
Venho aqui 
e entendo melhor 
agora...
Voltei 
mais vezes
onde, 
era
então, 

o paraíso.

sábado, 20 de janeiro de 2018

O Trem que Já não Vem II

...
Aqui,
lá por 1910,
com
a estrada 
inaugurada,
ninguém
depois
de 
algum 
tempo 
imaginava...
o trem 
acabar.
O trem 
faz falta
a  
cidade
e
a região.
Cuidado,
há sempre
o perigo
achar
algo
obsoleto.
Isso aconteceu.
Coisas que 
aprendemos,
vendo os carros
e caminhões 
avançando 
no asfalto da cidade.
Já não somos 
os mesmos
éramos tão modernos
quando abrimos 
a linha
e a estrada 
ferroviária.
O novo 
nem sempre 
é o melhor.
Se 
não
venceu o trem,
depois de 100
anos, 
quem sabe 
uma
nova 
consciência que
virá, 
o faça ressurgir.
Não que
isso signifique
que veremos 
logo o trem de volta..
Nem tudo que 
fizemos,
desde antigamente
está certo,
algo pode ser 
repensado,
que deu errado 
como com 
o trem,
que não vem.
O trem já não 
vem mais,
Talvez volte.