Rebel: Imagens, palavras..minha essência... um amigo da natureza

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Alegrias, Perdas e desilusões.

Na vida há,
há alegrias..
mas não apenas isso,
perdas e desilusões.
Nada dramático ter esta visão
que vem de uma experiência..
ou  de várias experiências, nos anos.
Alegrias...
Perdas
Desilusões
fazem parte de todo ser.
Por volta de 1972,
quando  o normal 
era viver
minha vida em Iomerê....
era tudo 
até muitas vezes, 
era um tédio...
Digo isso,
pois ninguém pode avaliar  
a intimidade de  alguém... 
senão nós mesmos. 
Mais ainda quando 
há turbulências na vida
e que não são públicas 
ou familiares.
Sou o bastante,
em achar que minha 
trajetória,
é  a minha vida,
que me faz entender as coisas,
nada foi fácil 
e como não foi fácil..
como nunca é para ninguém...
O caminho é assim, cada passo.
O caminho no início da juventude,
para se chegar
a uma identidade própria
é sempre longo.
Nossa imaginação 
é constantemente presa à inquietação 
de como somos vistos...
adolescentes 
ou muito jovens.  
Já o termo, melancolia...
é de algo que não ilumina a vida..
com ela o tom fica obscuro...
cinzento.
Aqui..a leitura pode soar tediosa
para quem não tem familiaridade
com o universo deste blogueiro...
Um pouco porque as constantes
referências às próprias alegrias e 
desgraças..
estão
nos fatos descritos...
Os anos 1960 e 1970, vivi,
num lugar frio e pequeno,
tinha poucas perspectivas,
houve perdas e desilusões...
na infância...nem por isso o mundo acabou
e foi que uma dramática experiência...
perda de uma irmã. 
Resta às minhas referências...
que sempre dialogam com a minha esfera comportamental,
daquilo que eu mesmo 
admiro neste meu tempo..
Eu tinha 16 anos em 1972
e claro que só me identifiquei 
com a fé e  os padres...
já que meu desejo era ser um deles. 
Apenas mais tarde,  
me conhecendo melhor, 
 percebi que era a sério
e que não era...
um jovem comum..
Acreditava ser a pessoa..
que mais queria no mundo,  ser padre,
fazendo dessa crença a expressão 
de uma ambição e mais tarde angústia.. 
e de uma sinceridade imaculada 
frente à hipocrisia reinante, 
mas  com o tempo percebi 
um tom propositalmente afetado 
na consciência de como tudo pode ser ridículo...
hoje lembrar de tudo. 
Tal ambiguidade salvou  a minha vida
o homem que sou hoje,
o tempo quase sempre faz pessoas melhores.
De um adolescentes fraco, confuso e sozinho. 
Costumava driblar o perigo  da mulheres evitando-as.
Então minha vida teve um pouco desse humor,
que suaviza o  a vida no seminário,
em especial..
tem algo da minha veia lírica..
quando escrevo é como um registro preciosista
e cheio de imagens.
Mas em muitos pontos nossas qualidades são sufocadas,
pelo rancor,
pela mesquinhez.
pelos vereditos, 
por nossa incapacidade,
da nossa fase juvenil
de ter empatia 
de como é a vida,
real,
não idealizada.
Minha experiência emocional 
com os padres, digamos assim, 
está encerrada há tempos. 
Não sei o quanto deles existem hoje..
o que é conceito, o que aprendi lendo sobre a vida..
filosofia no longo dos anos, e o quanto é impacto direto de atributos a vida no seminário..
ou na recepção do asilo...
Tudo é muito  mais sensorial.
Ah meus olhos azuis.
por exemplo.
Ou da maneira de encaixar temas
menos sombrios em minha vida,
que transformaram na energia 
num ambiente solar e glorioso,
como o fotografo que vibra 
de talento igualmente superior..de perceber.
O caráter da nossa memória afetiva
não exclui o distanciamento intelectual.
Trata-se de um problema quando se lê as memórias...
Iomerê continua importante para mim
em como até 1972.
Também na vida de um médico,
que é bem-sucedida, 
que até certo ponto,  prejudicada com stress eventuais e
minha voluntária descrença dos ser humano.
Lembro duma tarde nostálgica 
ouvindo discos antigos, 
em meu gravador de rolo Akai.. 
estava inquieto,
como as que fazia 1972.
Isso foi em mais de 40 anos.
Só que a vida precisa ser julgado
a partir do que sei hoje.
Levada ao pé da letra,
como pareço querer.
muitas vezes,  na minha leitura 
me reforça
a obviedade de que o tempo passou, e o mundo é tão maior
que uma aventura de ser padre...
e é triste e bom e engraçado
que seja assim.
Ainda Estou Aqui...
É a memória...sendo posta,
a lembrança da infância.
Num dia de sol..
em Iomerê,
nenhuma história inventada..
a infância, da vida de todos nós.
Escrevo como só eu soubesse,
deste ser dentro de mim..
de que foi viver desde aquela infância..
de 

Alegrias, Perdas e desilusões,
no caminho de nossas vidas..
é tudo assim,
como desejar alguém
esteja por um momento,
no meu lugar,
as emoções.
Então..
se emocionar um pouco já basta...
ruim é não perceber 

nas emoções nossas e dos outros..
somos melhores...
se somos capazes de sentir...
mas há quem  detesta,
ser abraçado...
beijado...
outras trejeitos,
nem se fala...
Relações frustram,
alegram
mas tudo dentro do mistério da vida,
é um indício...
que sentimos...
Na mente amável,
cabe o ser afável...
que sentir é uma dádiva..
desde que  a mente seja bem usada
...